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Severo com outras pessoas

Severo com outras pessoas

Pare de linchar os outros, como se estivéssemos na época da inquisição.

Não atire pedras nas pessoas. Não saia incriminando de primeira, e não ataque a reputação de outras pessoas gratuitamente.

Fulano é cretino.

Cicrano é pilantra.

Nada disso contribui para a sua felicidade, e pior, é uma atitude que atrapalha o crescimento pessoal de qualquer pessoa, principalmente a sua.

Quando exageramos no julgamento que fazemos dos outros, estamos evidenciando aquilo que não aceitamos em nós mesmos, e isso pode ser uma indicação do fio da meada para melhorar a si mesmo.

Não julgar

Não julgar

Evite sair julgando as pessoas de pronto, como se fosse o comandante do júri.

Aceite as pessoas, sem querer mudá-las. Evite julgar as situações, condenando imediatamente tudo que te cerca, como se o mundo estivesse perdido. Não confie nas notícias, pois as emissoras confiam na nossa propensão natural de se fixar no drama e na desgraça alheia.

Quando enveredamos pelo julgamento indiscriminado das pessoas, certamente nos fixamos naquilo que não gostamos e acreditamos serem defeitos. Com isso, perdemos a chance de apreciar as qualidades dos outros.

Falar mal dos outros

Falar mal dos outros

Não fale mal dos outros, pois isso pega em você mesmo.

Quando falamos mal das pessoas para outras pessoas, as características que atribuímos a elas acabam colando na nossa imagem, na cabeça de quem ouve.

Evite falar mal e fazer mexericos gratuitos sobre as pessoas. Vai respingar em você mesmo.

Se adotarmos esse hábito ruim de falar mal dos outros, ficamos com a essa reputação. Atraímos para si relacionamentos superficiais e desprezíveis. Gente fraca, maldosa e vingativa adora fazer isso, e é na companhia de tais pessoas e que vamos acabar.

Pare de julgar os outros

Não saia julgando, criticando ou condenando os outros. Não queira fazer o papel de Deus, tire essa carga dos ombros e caminhe com mais leveza.

Temos o péssimo costume de julgar os outros com a mesma rapidez que olhamos as horas no relógio. Nem bem percebemos a outra pessoa e já temos algum comentário crítica de suas vestes, sua idade, seu modo de caminhar.

Experimente desativar o seu aparelho julgador por um tempo e se dê conta da leveza e da alegria que é não ter que julgar todo mundo.

Não julgue os outros pelos atos.

Não julgue os outros rapidamente. Somos rápidos para julgar os outros pelos seus atos, mas temos que refletir com cuidado o que está por trás dos atos, quais são as intenções que levaram à realização de tais atos.

Na verdade não sabemos as reais intenções, e temos que fazer alguma inferência. O que não devemos fazer é julgar somente por aquilo que vemos, os atos em si.

Quando se trata de nós mesmos, levantamos as nossas intenções, as quais utilizamos para justificar o que fazemos e não fazemos. Julgamos os outros pelos atos e julgamos a nós mesmos pelas intenções.

O julgamento – um abismo entre as pessoas.

Um péssimo defeito de caráter é o julgamento que fazemos dos outros.

Estamos na rua e estamos julgando a roupa dos outros, a barba mal feita, o gordo, o magro, a feia, enfim, coisas que não nos dizem respeito.

Diferente de julgar o comportamento descuidado e perigoso, o ato ilícito e criminoso, ou a agressão ou ofensas diretas.

Mas o nosso julgamento vai muito além, facilmente vestimos o uniforme de juiz do mundo.

Resposta à conduta dos outros.

Não devemos ter respostas à conduta dos outros.

Quando assim fazemos, é sinal de que estamos permanentemente julgando os outros.

Não sou juiz do comportamento alheio.

Não tenho um padrão do que é certo e errado – aliás, não existe tal coisa.