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Encontre consigo mesmo no cotidiano.

Procure se encontrar consigo mesmo no cotidiano, enquanto faz aquilo que faz todos os dias.

A rotina não é nem boa nem ruim para uma reflexão sobre a vida e sobre si mesmo.

Certamente não vamos começar a refletir sobre o sentido da vida enquanto procedemos uma cirurgia complicada ou quando estamos em um trecho perigoso de uma escalada. Em tais momentos, a concentração deve ser total.

Mas o cotidiano não é feito totalmente de momentos de extrema atenção, senão entraríamos em parafuso.

O perfume da rosa.

Gosto muito de roseiras, e tenho sempre várias no meu jardim.

Quando deparo com uma rosa que desabrochou recente, primeiro aprecio a sua beleza e depois me inclino para sentir o seu aroma. É uma experiência imperdível.

A vida é assim em muitos aspectos. Quando olhamos para a vida com amor e gratidão, ela, certamente, vai lhe revelar o seu melhor.

Não!

Uma técnica que aprendi com a Prof. Sonja Lyubomirski da Universidade da Califórnia em seu livro A Ciência da Felicidade para interromper a ruminação.
A ruminação é quando ficamos frequentemente mastigando um assunto, um incidente, uma situação que aconteceu conosco ou que imaginamos que vai acontecer no futuro.

As minúsculas facetas do mundo.

As minúsculas facetas do mundo que perdemos a chance de apreciar.

As coisas pequenas mas grandiosas que estão fora do nosso olhar ambicioso – que só vê coisas grandes.

As pequenas coisas que estão longe e escondidos do nosso julgamento. Diria que são as coisas que estão no nosso ponto cego.

Os fundamentos do Nobel de Economia Daniel Kahneman foram comentados num artigo antigo do Finantial Times sobre a felicidade e as minúcias da vida cotidiana.

Poucos prazeres e muitos afazeres.

Dizem que não somos mais seres humanos, somos afazeres humanos.

Estamos, muitas vezes, correndo atrás do rabo, gerando calor sem que qualquer valor seja agregado à nossas vidas.

Dê uma parada para refletir.

Desça por um momento dessa esteira hedônica.

Experimente ficar sem fazer nada.

E o tédio da rotina.

Aprenda a lidar com a rotina.

Pode ser entediante, mas você pode encontrar alguns artifícios para lidar com ela.

Uma boa receita que eu uso praticar com freqüência, é aquela prescrita pelo grande monge budista Thich Nhat Hahn, e mencionada por Gretchen Rubin.

É meditar enquanto desempenha as tarefas automáticas do cotidiano.

De olho no relógio.

Controlar tudo?

Não perder nada?

Não perder nenhum minuto?

Será que é bom deixar que o relógio seja o nosso senhor?

Como devemos lidar com esse elemento que está totalmente fora do nosso controle. Nada pode parar o tempo. Nada pode atrasar ou adiantar o tempo.