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Receba com mãos agradecidas.

Qualquer que seja a graça concedida, receba com mãos agradecidas.

Fui educado a receber qualquer presente com ambas as mãos estendidas. Quando garoto não tinha a menor idéia do significado desse gesto, mas passei a valorizá-lo ao longo do tempo.

A atitude de mãos estendidas impede o espírito negativo, de inveja, de ressentimento, simplesmente não é condizente.

O espírito de gratidão subentende também parar de reclamar da vida, e isso deve ser exercitado.

Ajude os pequenos a desenvolverem esse espírito de gratidão. Exercite junto, estimule.

Levar as mãos em gratidão conduz a mente, automaticamente para as coisas boas que recebemos. Eleva o espírito e melhora o nosso bem-estar.

Como comenta o professor Robert A. Emmons no livro : Agradeça e Seja Feliz, é fundamental reconhecer que:

-fomos beneficiários da bondade de alguém,

-o benfeitor proporcionou intencionalmente o benefício, muitas vezes incorrendo em um custo pessoa,

-para o beneficiário, o benefício tem valor.

O mundo é bom, e nós somos alvos de bondade todo momento.

É comum não reconhecermos as graças, pois estamos desatentos, e damos como certas as coisas que recebemos.

A gratidão nos leva para além de nós, nos leva para uma rede imensa de relacionamentos, fundamentais para a nossa felicidade.

E o reconhecimento dessa rede de benfeitorias, como diz Emmons, e a memória do coração. Desenvolver essa memória exige tempo e reflexão, e esse simples ato, aumenta o nosso bem-estar.

Quem não tem o que agradecer é porque se considera vítima, é porque não aprecia o que tem, e se julga desprovido.

Reflita sobre o que tem, sobre as graças recebidas e estenda as mãos em gratidão.

Beco

Difícil ou fácil é apenas o seu julgamento.

Quando encaramos a tarefa como fácil ou difícil, estamos analisando, julgando e assumindo algo que está na nossa cabeça. Muitas vezes, subavaliamos a nossa capacidade de resolver as coisas.

Dê a si uma chance.

Se dê crédito na capacidade de resolver as coisas.

Vá com mais otimismo.

Em vez de olhar demasiadamente para o vazamento de água, preste atenção nas ferramentas que você já tem a sua disposição. Vasculhe a sua caixa de ferramentas. Você há de encontrar uma que dê conta do recado.

Você pode pedir ajuda.

Você pode recorrer a pessoas que já passaram pela mesma situação.

Será que é tão difícil?

Escreva um pouco sobre cada problema.

Scott Young, um jovem autor afirma que ajuda muito escrever sobre o problema, o que quase ninguém faz.

Uma coisa interessante é que ao escrever sobre o problema você descobre que ele é mais complexo do que você imaginava, mas por outro lado, você está mais próximo de resolvê-lo, pois a sua compreensão melhorou um bocado.

De repente você tem uma primeira ferramenta para resolver seus problemas: escrever sobre ele.

Beco

Vamos terminar logo com isso.

Vá com calma, uma coisa de cada vez.

Não há como ser feliz se estamos nos afogando permanentemente na ansiedade.

Busque a importância relativa das coisas que estão mordendo o seu sapato nesse instante.

Se pergunte: até que ponto isso é importante?

Você vai ficar surpreso quão insignificante são algumas das coisas que te levam a tal nível de estresse.

Confidencie para alguém próximo o motivo do seu estresse tamanho.

Alguém de fora do problema, com a cabeça fresca, pode te trazer para a realidade, colocar os seus pés no chão.

Quando estiver um pouco mais calmo, busque as causas do problema ou da situação – pare de atacar os efeitos.

Muitas vezes as pessoas que atacamos são também vitimas da mesma circunstância.

Algum nível de ansiedade e estresse é saudável, mas o excesso pode prejudicar a saúde e o bem-estar.

Algumas pessoas fazem sistematicamente uma atividade rotineira para se acalmar, tal como jardinagem.

Sair para uma boa caminhada ou outro exercício físico costuma funcionar bem.

Dizem alguns especialistas somos capazes de identificar a ansiedade pelo padrão do pensamento.

Assim como identificamos um casamento só de ouvir a música, a ansiedade toca a mesma musica na nossa mente.

Preste atenção e vai conseguir trabalhar essa questão.

A música tocada pela ansiedade na nossa mente que a ansiedade toca consistentemente.

O pensamento da ansiedade, segundo especialistas é :” e se?”

A ansiedade está diretamente relacionada com os pensamentos de antecipação.

E se der errado?

E se não acontecer?

E se ele não cumprir com o prometido?

E se eu não der conta?

Algumas recomendações para ir com calma e reduzir a ansiedade:

-não se preocupe tanto, e não o faça com antecipação.

-preste atenção nos sinais físicos de que está passando dos limites.

-analise os problemas nos detalhes e com a cabeça fria.

-tenha um plano para atacar os problemas – cada um deles.

-se estiver em pânico – procure ajuda profissional.

Beco

Nas dificuldades – não peça para que elas desapareçam.

As dificuldades são parte da nossa vida.

Lidar com elas, e aprender a solucioná-las é a forma como crescemos. Não peça para que elas desapareçam, e sim para que você tenha os caminhos iluminados para melhor lidar com elas.

A ajuda pode vir de alguém que aparece de repente, uma luz, uma inspiração para dar conta das dificuldades.

Uma serenidade repentina e o conforto de que não estamos sozinhos.

Converse com os amigos, pergunte, clarifique, discuta os detalhes.

Como outra pessoa resolveria a situação?

Qual a visão que outra pessoa tem do problema?

Os caminhos podem aparecer numa conversa honesta.

Se você achar que é muita areia para o seu caminhãozinho, faça apenas aquilo que dá conta.

Aceite ajuda. Muitas vezes as situações difíceis são resolvidas com cooperação e ajuda mútua.

Esteja aberto para as soluções. Não seja teimoso, arrogante ou prepotente.

Você sabe muito bem que alguns problemas podem nos deixar de joelhos.

Seja um bom observador.

Seja otimista e confie na sua capacidade.

Não reaja exageradamente.

Tenha calma, vá com calma.

Um dia de cada vez.

Beco

Já passou.

Que alívio saber que já passou.

O pior já passou, agora é tocar a vida adiante.

No trajeto da vida, às vezes somos atingidos por uma tempestade repentina, ficamos desabrigados, esgotados, e não raro com a auto-estima lá embaixo.

Dê uma parada para respirar, recuperar o fôlego.

Um dia de cada vez.

Assuma aquilo que você consegue dar conta.

Não crie expectativas irreais sobre o que você consegue fazer – você não vai transformar o mundo, o que não te impede de ser feliz.

Cuide de si próprio – passada a tempestade, restam dores residuais e alguns machucados para curar.

Se permita entristecer com as coisas ruins que passaram, mas não se deixe abater – a vida que segue.

Cuide da saúde, da alimentação, do repouso adequado.

É bom compartilhar com alguém de confiança a experiência pela qual acabou de passar.

Alguma coisa nova nasceu da crise. Preste atenção, identifique, e se for boa, cultive e deixe-a crescer.

Oportunidades podem emergir da crise.

Após a tempestade, saímos transformados e fortalecidos – deixe o novo chegar – aceite, aproveite.

Volte e retome a sua vida normal tão logo seja possível.

Não evite as pessoas e não tenha constrangimento de contar sobre a crise.

Não se isole e não bloqueie seus sentimentos como forma de proteção.

Há vida lá fora.

Beco

Chegando ao fundo do poço.

Às vezes nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço.

A vida nos apresenta constantes desafios, e sem sombra de dúvida, vários deles nos mandam na direção do fundo do poço.

Parece que não é possível piorar – pior impossível.

Se é impossível piorar, é bastante possível melhorar.

Quando chegamos ao fundo do poço, temos que buscar a nossa energia vital e darmos o impulso para subir, alcançar a luz e respirar ar fresco.

Respire fundo.

Você nunca está só.

Há sempre uma Força Superior contigo.

Você é mais forte do que imagina.

Busque a sua melhor energia para dar o impulso.

Pense nos momentos onde você já saiu do fundo do poço.

Dê a volta por cima.

Se lembre dos amigos que podem te ajudar. Busque ajuda.

Não se isole.

Se cuide.

Beco

Ajude as pessoas, mas não queira modificá-las.

Há um limite tênue entre querer ajudar as pessoas e o desejo discreto de querer modificá-las. Precisamos nos policiar para não querer que as pessoas sejam iguais a nós, gostem daquilo que gostamos, e julguem as situações como as julgamos.

É um instinto paternal de conduzir, de influenciar, de ensinar, de tomar a mão.

Ajudar é fantástico, e assim é ensinar, mas devemos permitir que as pessoas aprendam no seu tempo, e aprendam a lidar com os seus problemas.

Ouça as opiniões das pessoas.

Dê maior importância ao que as pessoas gostam e querem fazer.

Evite conduzir, com a desculpa de ajudar.

Não se adiante a toda hora para pegar na mão das pessoas.

Permita que as pessoas aprendam e descubram as coisas por si próprio.

Controle o seu ímpeto de controlar.

Beco