Viver de um modo e orar de outro.

Temos que ser coerentes. Rezar numa determinada cartilha e agir de acordo com outra é algo que devemos evitar.

Caminhar e agir conforme o nosso próprio discurso passa a todos do nosso convívio uma imagem de honestidade, confiança.

O mundo atual é repleto de histórias que recriminamos. Clérigos acusados de pedofilia, pais de família, ilustres cidadãos e defensores da religião metidos em trafico de drogas.

Não queremos nada disso na sociedade, e por isso, devemos atentar para que nós mesmos não incorramos no mesmo erro.

Ações cotidianas:

Não digo fazer exatamente os atos abomináveis que tomamos conhecimento pela televisão, mas a coerência nas nossas ações cotidianas deve ser almejada e preservada.

Educamos os nossos filhos dentro do princípio da honestidade e devemos agir conforme.

Temos que dar o exemplo de coerência não só no convívio familiar, mas também no trabalho, junto aos amigos e nos nossos relacionamentos afetivos.

Gostamos de liderar grupos, gerenciar, comandar, e não devemos nos esquecer que a coerência é fundamental para que a liderança seja efetiva.

Walk your talk:

Na língua inglesa tem um termo que expressa isso com objetividade e precisão: walk your talk, que significa agir de acordo com o seu discurso.

Devemos fazer de tudo para guardar coerência, não negligenciar com as nossas ações e atitudes. Agir e se comportar segundo os seus próprios valores. Isso pode parecer evidente, mas comumente temos ímpeto para relaxar, flexibilizar, o que depõe contra a nossa reputação.

Não devemos fazer isso só pela nossa imagem, mas também para a nossa saúde mental. É muito difícil para o nosso cérebro atinar que há momentos que devemos ser verdadeiros e outros em que devemos ser mentirosos.

Para o nosso bem, devemos ser autênticos, sempre que possível.

Especialmente quando se trata da nossa fé, das nossas preces, devemos guardar coerência.

Devemos pedir o bem, mas fazer o bem com igual determinação.                                           R.S. Beco

1 Comentário

Denise Teresinha Resende Pessoa

about 5 anos ago

Muito interessante Rubens, a lógica é como uma lei, não há como fugir de seu espelho de coerência, se rezamos uma cartilha e atuamos de forma diferente, além de não inspirarmos confiança, poderemos obter um efeito contrário, principalmente no caso da educação de filhos, não adianta blá blá blá se nossas atuações não são condizentes com o que pretendemos ensinar. Isso fica bem claro isso quando observamos um pai dizer para o filho não mentir e em seguida mandar dizer que não está para evitar uma ligação telefônica que não queira atender, ou quando faz discurso de honestidade e para uma causa em benefício próprio, faz vista grossa para algum favorecimento. Não é fácil ser autêntico nesse mundo tão incoerente, mas precisamos tentar! Abraço. Denise

Responder

Deixe seu comentário

Deixe uma resposta