Vergonha, um erro de julgamento.

Não há quem não se sinta envergonhado de vez em quando.

Na grande maioria das situações é um erro de julgamento. Estamos sendo mais severos consigo mesmo que qualquer outra pessoa.

Estamos permanentemente julgando os outros e a si mesmo.

Quando cometemos algum erro, alguma gafe, imediatamente o nosso julgamento rigoroso nos lança um sentimento de inadequação, de incompetência e o sentimento de vergonha é inevitável.

O ímpeto para julgar funciona tanto para os outros quanto para si mesmo.

Julgamento:

É mais fácil detectar o processo quando fazemos contra os outros do que quando julgamos a si próprio com rigor excessivo.

Preste atenção quando você fica muito tempo pensando no que a outra pessoa fez, fazendo mil julgamentos e concluindo você próprio onde é que ela falhou e onde ela mostrou a sua incompetência, preconceito e arrogância.

Isso é sinal de que o espírito julgador está em plena atividade.

Procure amainar esse espírito passo a passo. Comece com aquele julgamento que você sistematicamente faz de uma determinada pessoa, por exemplo, seu vizinho.

Quando o julgamento começar a operar, perceba, interrompa e sinta o alívio.

Faça isso sempre que conseguir notar o julgamento em serviço.

Vergonha:

O impulso para o autojulgamento e a consequente vergonha de si próprio vai desaparecer na medida que você evolui nessa prática.

Com o tempo você vai conseguir praticar isso em muitas situações e perceber que se livrou dessa carga.

Você vai se sentir mais leve.

Não quero dizer que devemos abandonar o nosso senso crítico, fundamental para tomarmos as nossas decisões, escolhermos os amigos, namoradas e parceiros de negócio.

O fato é que fazemos isso demasiadamente, e o dano é maior para nós mesmos.           R.S. Beco

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