Ver as coisas como são.

Temos uma tendência a ver as coisas de maneira distorcida. O mundo não é perfeito no nosso conceito.

Há tanta coisa que faríamos diferente, fôssemos nós o criador, mas não somos.

É bom aprender a ver o mundo como é, e não como gostaríamos que fosse.

Quando colocamos muita vontade criadora no nosso olhar, distorcemos tudo que olhamos.

Isso vale muitíssimo quando olhamos os outros.

Termômetro julgador:

Cada vez que encontro uma pessoa, começo a confrontar o seu comportamento com aquilo que acho correto. O meu termômetro julgador roda sem parar, como se fosse a comissão de julgamento das escolas de samba do carnaval.

Assim, deixo de apreciar o que cada pessoa tem de bom.

Deixo de aproveitar cada momento mágico do relacionamento.

Quando me encontro com alguém, seja pela comunicação verbal ou não verbal, tenho que fazer a seguinte pergunta: o que ela está querendo me dizer?

Isso me tira do comportamento padrão do = o que eu quero que ela me diga.

Quando experimento uma situação, um evento, uma circunstância, devo me fazer a seguinte pergunta: o que eu estou perdendo, o que não estou percebendo?

Sempre há coisas que escapam ao nosso olhar, e quando olhamos com preconceito, muita coisa passa despercebida.

Serenidade:

Olhar a vida com serenidade ajuda um bocado.

Olhar os problemas na real proporção me protege de tomar decisões apressadas e equivocadas.

Olhar as barreiras como oportunidades de aprendizagem é o que faz da vida uma escola.

Olhar os outros como professores me dá essa vantagem competitiva de ser um aprendiz em qualquer circunstância.

Beco

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