Um monte de lixo emocional.

Tanto lixo emocional acaba contaminando as coisas boas em você.

Temos que parar de colecionar tanto lixo emocional.

Podemos tomar uma atitude, e retirar esse lixo, separar e jogar fora, um por um.

Quando acumulamos a raiva, os ressentimentos, a inveja, a culpa e outros tantos lixos tóxicos, acabamos nos tornamos pessoas amargas.

Se livra do entulho:

Às vezes temos a impressão que isso tudo ajuda em alguma coisa, e relutamos em nos livrar desse entulho, mas sabemos que isso acaba fazendo mal para a nossa saúde e acaba nos destruindo.

O melhor a fazer e colecionar virtudes emocionais, que vão fazer uma limpeza, uma neutralização de todo esse lixo.

Trabalhar e assimilar a aceitação, cultivar o perdão e a empatia e culminar com um monte de compaixão.

No nosso cotidiano, temos inúmeras situações para aplicar as emoções tóxicas, no trafego congestionado, na fila do cinema, no restaurante, e tantas oportunidades no trabalho. Ficamos com raiva e acabamos guardando ressentimentos por dias seguidos.

Chegamos em casa e ainda estamos irritados com o ocorrido no restaurante horas passadas.

Quando conseguimos reconhecer que estamos cultivando uma emoção tóxica, estamos a meio caminho de nos livrar dela.

Antídoto:

Sempre há um antídoto, como já comentei em postagem passada.

Para o ressentimento, o antídoto é o perdão, e assim por diante.

Precisamos nos desligar um pouco dos acontecimentos, e me refiro a um desligamento consciente e não alienado ou resignado.

As pessoas que nos cercam se metem em discussões sem pé nem cabeça, e precisamos nos desligar, não há nada que possamos fazer.

O mundo parece de cabeça para baixo em alguns aspectos, crise, corrupção, e em grande parte, temos que nos desligar conscientemente e tocar adiante, prosseguir na nossa jornada, buscar os nossos objetivos.

Pessoas próximas se perdem em atalhos tortuosos. Sei que podemos ajudar, mas também, em muitos aspectos, temos que nos desligar conscientemente.

Cada um deve decidir e fazer as suas próprias escolhas. Não devemos nos meter na vida dos outros, pois isso é um prato cheio para acumular lixo emocional. No meio dessa prepotência de querer controlar o mundo, vem o ciúme, a inveja, a arrogância e a ganância.

No fundo, não somos assim.

Assim como a água do lago pode parecer revolto e tumultuado na superfície, no fundo reina a paz, a tranquilidade.

Temos que buscar no nosso eu interior, lá no fundo, a autenticidade e a beleza que é a nossa marca registrada.

Beco

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