Um comportamento aceitável.

Será que o  nosso comportamento é aceitável?

Gostamos de ver comportamentos exemplares nos outros.

Devemos exigir o mesmo de nós mesmos?

Criticamos e nos incomodamos com falta de respeito, e incompetência.

O que podemos fazer a respeito?

Feedback:

Podemos dar retorno, dar um feedback?

Podemos orientar ou mesmo ensinar?

Mais do que isso, devemos refletir se não estamos projetando nos outros um perfeccionismo, uma exigência excessiva.

Já sabemos que muita atenção ao comportamento dos outros é uma negligência com o próprio comportamento.

Quem cuida muito da vida dos outros, descuida da sua própria.

Isso vale para uma auto-reflexão sobre o que julgamos como comportamento aceitável.

Julgamento:

Será que o meu julgamento é bom?

Será que é o julgamento comum?

Não estou sendo preconceituoso?

Cobramos muito da pessoa amada, da companheira, e somos muito rápidos em julgar o seu comportamento.

Será que estou sendo razoável?

Aceitação:

Se você aceita as pessoas como são é porque já se aceitou como você é.

Não tente impor regras às pessoas.

Não imponha comportamentos só porque você gosta ou aprecia. Isso pode não ser um senso comum, e você pode muito bem estar avançando os limites das outras pessoas.

Não seja radical nas discussões de religião, crenças ou aspectos culturais e de gênero.

Exercite a tolerância.

Exercite a compreensão.

Beco

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