Transforme as ações em hábitos.

Trabalhe bem os seus hábitos saudáveis e eles se tornam seus aliados poderosos.

Não esgote o seu músculo da força de vontade.

Dê a si mesmo o poder de realizar as coisas, ou mesmo de evitar aquilo que quer interromper.

Se é para fazer o bem, simplesmente faça o bem, e não fique elucubrando se é hora, qual a medida, quais os desdobramentos. Seja bom incondicionalmente, e queira o bem das pessoas em qualquer circunstância.

Bom consigo mesmo:

Ser bom significa ser bom consigo mesmo, cuidar da saúde, se alimentar adequadamente, fazer exercícios físicos e se libertar de vícios e dependências exógenas e nocivas à saúde como o fumo e o álcool.

Faça como se já estivesse no caminho de fazer.

Imagine que você precisa aparar o cabelo, e caminhando na direção da sua casa, com algum tempo discricionário, passa diante do barbeiro, se lembra da sua intenção, e naturalmente entra e apara os cabelos.

Faça da sua vida, uma criação natural de hábitos que te levam à saúde, felicidade e bem estar.

Faça naturalmente, sem muita racionalização, pois isso desgasta e enfraquece o músculo da força de vontade.

Se a ação é necessária e simplesmente mecânica, faça sem pensar.

Isso não quer dizer fazer com desatenção, displicentemente. Faça sem impor qualquer limitação, mas faça com compenetração.

Estabeleça rotinas que tornem as ações mais automáticas.

A roupa da caminhada matinal, já arrumada perto da cama – acorde, se vista e saia caminhando.

Não passe pelos corredores do supermercado onde estão expostos os itens que quer evitar.

Evite os lugares e companhias que possam te trazer de volta para hábitos tóxicos, bares e grupos de amigos que consomem aquilo que você está lutando para evitar.

Os hábitos são poderosos não porque você acaba prisioneiro do automatismo.

Na verdade, você faz o que tem que ser feito sem gastar o músculo da força de vontade, da determinação, e é isso que faz com que tais ações sejam empreendidas com naturalidade, sem esforço.

Inclua algum hábito saudável – se livre de algum hábito nocivo.

R.S. Beco

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