Transforme a ocorrência em experiência.

Toda vez que uma coisa boa te acontece, você tem a chance de transformá-la em uma boa experiência.

Como é que fazemos isso?

Quando um fato bom acontece, você pode perceber e não fazer mais nada a respeito e terá perdido a sua chance de agregar esse fato à sua memória de boas experiências.

Traga o fato para dentro de si, analisando cada aspecto bom, cada benção.

Usufrua desse fato em cada detalhe, transformando-o em experiência única e subjetiva. É como saborear um pequeno pedaço fantástico de chocolate. Sinta o sabor tomar conta do seu palato. Sinta a virtude e beleza desse momento ocupar um espaço na sua consciência e depois na sua memória.

A vida é bela:

A vida é isso, uma coletânea de pequenas experiências que fizeram a diferença para você.

Com o tempo, você vai ficar expert em transformar as coisas boas e experiências boas, porque vai vive-las com total atenção.

Faça com que cada fato seja uma experiência registrada, e consequentemente, parte de si mesmo.

Não somos o que vivemos e sim o que lembramos que vivemos. Transforme as suas ocorrências e dê significado à vida.

Evite que a vida passe em branco, vivendo no piloto automático, indiferente aos acontecimentos.

Não há quem dispense uma vida rica, repleta de surpresas agradáveis, mas de fato, passamos tão correndo pelas avenidas da vida e deixamos de perceber o colorido da paisagem.

Aquele que tem boas lembranças para recorrer em todos os momentos da vida, estão mais livre da depressão, e com a auto-estima elevada, como aponta o artigo da Psychology Today, que detalha o estudo conduzido na Universidade de Loyola, mostrando que além das recordações, escrever sobre as boas experiências é também um recurso valioso. Aprendemos também a olhar de forma positiva também para eventos negativos.

  • Faça uma lista de momentos agradáveis.
  • Enriqueça com fotos e coisas que reportem aos bons momentos.
  • Fique num lugar tranquilo para não se distrair.
  • Passeie pelas lembranças do passado com outras pessoas – reforça os laços.

R.S. Beco

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