Tire a cabeça das picuinhas.

A vida pode ser rica e plena e por outro lado, pode ser pobre e medíocre.

A medida dessa riqueza nada tem a ver com dinheiro.

É uma questão de atitude.

É a determinação de enriquecer a vida, tirando a cabeça das picuinhas, da mediocridade, substituindo o imprestável pelo valioso exercício espiritual.

Não me refiro ao exercício religioso, mas ao espiritual.

Quando jovens, damos muita importância a coisas pequenas e insignificantes. Com a maturidade, e especialmente com a velhice, vem a atitude mais geracional, o pensamento em coisas de longo prazo.

A vida se torna plena, quando é tomada pelo cultivo de relacionamentos honestos e generosos, um tesouro de valor inestimável.

A amizade despretensiosa e desinteressada, o amor incondicional e o empenho em melhorar a si próprio a cada dia, pavimentam o caminho da felicidade.

Não é o caminho que conduz à felicidade, e sim o caminho que é a felicidade a cada passo.

As pessoas que trafegam nesse caminho, mostram uma serenidade, um sorriso sincero – simplesmente são felizes.

As pessoas que escolhem o caminho tortuoso da luxúria e da mesquinharia, se tornam ansiosos, estressados e eternos insatisfeitos.

Infelizmente, no trajeto árido da vida, muitas pessoas escolhem o pior caminho.

Se você ainda está no desvio tortuoso, reflita, pegue a primeira saída e acerte o seu rumo.

Se você está no caminho certo, mantenha, se aprimore a cada dia, e mais, ajude, compartilhe e contagie os outros para se ajuntar a você no caminho da felicidade.

Eu decidi a escrever o blog – SEJA FELIZ – para tornar esse meu exercício uma prática diária.

Faça algo nessa linha.

Compartilhe.

Seja Feliz.

Beco

3 Comentários

Eli Lima

about 7 anos ago

Trabalhando nossa espiritualidade( essa conversa interna com nós mesmos, essa relação interior) conseguimos seguir, caminhar com serenidade e felicidade. O contato espiritual com esses sentimentos é tão maravilhoso, que se dermos uma parada, por algum motivo, em nossa estrada sabemos como devemos continuar. Guimarães Rosa, em sua sapiência, escreveu: " O importante não é a partida nem a chegada, é a caminhada." Outro mestre, Thiago de Mello, disse: "Não tenho caminho novo, o que tenho de novo é o jeito de caminhar." Obrigada pela contribuição! Fique bem.

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