Tão ocupada sendo outra pessoa.

Seja você mesma.

Desempenhamos melhor quando somos nós mesmos nos nossos papéis.

Os nossos papéis são aqueles do cotidiano: mãe, esposa, filha, gerente, profissional, amiga – devemos desempenhar cada papel com autenticidade.

É bem verdade que a sociedade moderna, consumista como tal, nos impõe tantos comportamentos não autênticos.

Trabalhamos fazendo coisas que odiamos, para juntar dinheiro e comprar coisas que não precisamos, para impressionar pessoas que sequer gostamos.

E essa pressão nos leva a desempenhar o papel de outra pessoa, alguém que não é você – alguém que é o estereótipo da pessoa conformada com as pressões sociais.

Pense um pouco se isso é direito, é correto, é o que você deseja.

Pense por um momento se aquilo que faz é o que gosta, aquilo que diz é realmente o que pensa, aquilo que quer é o que precisa.

O que te impede de ser você mesma?

Se descubra e goste do que descobriu.

Relaxe um pouco com as pressões sociais.

Não se preocupe tanto em parecer.

Fique mais compenetrada consigo mesma.

Ilana Dona Arazie postou no HuffingtonPost, dizendo que quanto mais nos sujeitamos ao que o mundo estabelece, mais difícil se torna ser você mesma.

Illana comenta sobre o quanto é trabalhoso ser você mesma e dá algumas boas dicas sobre isso:

-procure o significado da felicidade e do sucesso para você e não para a sociedade;

-quando vivemos uma vida autêntica, estamos ressonando com a nossa alma – não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual e sim seres espirituais, vivendo uma experiência humana.

-é preciso coragem e honestidade para querer o que os outros não querem;

-ser autêntico implica em não colocar a vontade dos outros acima da sua própria vontade;

-não seja tão protetora com seus filhos, deixe-os seguir seus caminhos.

Seja você mesma e seja feliz.

Beco

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