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Vitral virtuoso

Vitral virtuoso

Neste ano que se inicia, desejo que todos possam fazer o exercício do vitral virtuoso.

Imagine um vitral maravilhosamente confeccionado, com um desenho inigualável, cores vivas, que fazem com que a luz que vem de fora seja profundamente enriquecido quando transferida para dentro.

Vitral em si mesma:

Pense o vitral em você mesma, se abrindo para o bem que existe no mundo, acolhendo a beleza e as bençãos que a vida lhe oferece. Permita que tudo chegue até você como um presente. Aceite a vida por inteiro.

Quando a noite se apresenta, e o escuro toma conta do ambiente externo, o vitral ameaça perder a sua exuberância, e aí, é hora da luz interna se fazer presente.

De dentro para fora:

Pense agora o seu vitral, se iluminando de dentro para fora, mostrando a sua força, a sua energia.

Deixe brotar o bem dentro de você e faça o vitral brilhar, mostrar a sua cor, mesmo no meio da escuridão.

A imagem do vitral é um convite para a reflexão de que devemos estar estar abertos para receber o bem que nos é oferecido a todo momento. Receber e agradecer, e permitir que o bem entre em nós.

Momentos tristes:

Quando os momentos tristes e dolorosos nos chegam, é hora de mostrar do que somos feitos, deixar aflorar o bem que está dentro de nós. Deixar a luz que guardamos no coração chegar até o vitral, dar cor à nossa vida.

A vida não é fácil para ninguém, e há momentos que queremos nos sentar e chorar, mas a força está em nós, e na fé num Poder Superior.

Viver com o vitral sempre limpo, de coração aberto, é uma exigência.

Viver e receber tantas coisas boas que nos acontecem, é uma benção.

Deixar o bem brotar de dentro de si é uma virtude que temos que cultivar.

Rubens Sakay (Beco)

 

Intimidade consigo mesmo

Intimidade consigo mesmo

Experimente a intimidade consigo mesmo. Se desligue por algum momento de tudo que te puxa para fora de si, as conexões com outras pessoas, com as circunstâncias e com as redes sociais.

Quatro compromissos 1

Quatro compromissos 1

Muitos conceitos elementares são fáceis de compreender e difíceis de praticar, e hoje quero falar sobre o caso do famoso livro de Don Miguel Ruiz, Os Quatro Compromissos, e vou falar sobre um apenas e mais para frente falamos sobre os outros.

O primeiro deles é – SEJA IMPECÁVEL COM AS SUAS PALAVRAS.

Tudo melhora quando eu melhoro

Tudo melhora quando eu melhoro

Queremos melhorar a nossa vida e eu tenho que acreditar que tudo melhora quando eu melhoro.

Vivemos em estreita harmonia com o mundo a nossa volta.

À medida que melhoramos, melhoramos também tudo que nos cerca, por vários motivos.

Na escuridão, não enxergamos e nos confundimos

Na escuridão, não enxergamos e nos confundimos

Precisamos da luz para nos reconhecermos na escuridão. Com a luz, ganhamos identidade, individualidade, mostramos a nossa cara. Temos que evitar a sombra da ignorância.

Me recordo sempre da canção muito antiga de Sergio Endrigo, “Pesci Rossi”. A canção começa assim: “come faranno i pesci rossi in fondo al mare a riconoscersi tra loro tutti  neri nell’oscurità”.A canção explica que na escuridão todos os peixes são pretos. Sendo assim, como é que os peixes vermelhos vão se reconhecer, como se destacarão dos outros peixes na escuridão do fundo do mar.

Não é feio pedir emprestado

Não é feio pedir emprestado

Temos que pedir ajuda sempre que necessitamos, e não há razão nenhuma para vivermos isolados.

Podemos também pedir emprestado, e não há nada de errado.

Importante – Não estou falando de dinheiro.

A humildade é um sinal de grandeza

A humildade é um sinal de grandeza

Pode parecer estranho quando afirmamos que humildade é sinal de grandeza, pois a humildade é um conceito muito mal compreendido. Ela não nega o valor de si próprio – não é baixa estima.

Também não é modéstia. E não tem nada a ver com a falsa modéstia.

A humildade é verdadeiramente um sinal de grandeza, é dar valor a outras pessoas, se colocando em posição de total igualdade. É reconhecer o valor que cada um tem, desvestindo a vestimenta do status e da posição econômica. É ceder o lugar a outro deixando de lado a sua posição social.