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Nostalgia  – a dorzinha que vem do passado

Nostalgia – a dorzinha que vem do passado

Vez ou outra sentimos uma nostalgia – a dorzinha que vem do passado. Aquela pequena pontada no coração quando lembramos de algo, de alguém ou de nós mesmos em alguma situação do passado.

A lembrança de que vivemos

A nostalgia é também a lembrança de que vivemos, de que vivenciamos experiências agradáveis, alegres e construtivas. Ela afasta o arrependimento, a culpa e a sensação de vazio.

Não sei se é o fato de estar completando 67 anos exatamente hoje, tenho visitado a minha memória do passado e sentido uma inevitável nostalgia. Meus pais que já partiram e amigos do peito que deixaram a nossa companhia muito cedo.

Gratidão

O sentimento de gratidão por tudo que já vivemos é o verdadeiro antídoto para evitar que a nostalgia se transforme em algo negativo, e que nos puxe para baixo.

Sinta gratidão por ter conhecido a pessoa que já partiu.

Dirija a gratidão para todas as situações agradáveis do passado.

Sinta-se abençoado por ter vivido uma vida boa e produtiva até então.

Olhar positivo para o futuro

A despeito de tudo que tenha acontecido conosco no passado, temos que ter em mente que o futuro é melhor que qualquer passado. É importante ter em mente que vamos experimentar coisas muitos boas nos anos que seguem, nas empreitadas que vêm pela frente.

Acredite num futuro melhor, coisas boas acontecendo, planos se concretizando.

Você sabe que vai conhecer pessoas fantásticas, vivenciar situações imperdíveis – assim é o futuro.

Saudades

Utilizo um recurso para tratar a saudade que tenho das pessoas que partiram. É claro que a partida traz um gosto amargo na boa, e para isso temos que, imediatamente, trazer pelo menos 3 pensamentos bons sobre a pessoa que já partiu. Pense nos momentos bons que tiveram juntos, coisas que construíram, pessoas que ajudaram, lições que aprenderam, e assim por diante.

Rubens Sakay

Perceba a confiança

Perceba a confiança

Perceba a confiança quando ela se estabelece. Se dê conta de que alguém ou mesmo a natureza está te confiando alguma coisa. É uma atitude que podemos exercitar e aprimorar, como aprendi com meu sobrinho Daniel.

Confiança

É uma das coisas mais importantes na vida de qualquer pessoa, ou mesmo de uma nação, de uma sociedade.

A confiança, ou o nível dela, mostra o estágio de desenvolvimento de uma instituição, de um relacionamento.

Meu sobrinho Daniel estava conversando com seu irmão Rafael sobre essa questão da confiança, e eu, que tomei isso como uma lição de ouro, passei a fazer esse exercício em todas as coisas do meu cotidiano.

Temos que exercitar, temos que aprimorar, e devo dizer que a esta prática tem sido uma coisa muito prazerosa e positiva para mim.

Natureza

Especialmente quando olho a expressão da natureza, das plantas e dos animais, reconheço como um voto de confiança em mim mesmo.

Quando vejo uma flor desabrochando, aceito isso como se a planta estivesse me confiando esta flor.

Tenho o mesmo tipo de pensamento quando vejo um fruto novo crescendo no meu quintal, quando noto um passarinho ensaiando um novo ninho perto da minha casa.

Vida nova

Quando vejo uma semente brotando, uma nova plantinha se estabelecendo, entendo imediatamente que a natureza está me confiando alguma coisa muito importante. Sei que tenho que cuidar. É uma vida nova que está me sendo confiada.

Um novo olhar

Depois que passei a fazer essa prática e a envolver minha esposa no mesmo exercício, sinto que o dia ganha mais brilho. Sinto que a vida adquire um novo colorido.

Me mudei recentemente para uma nova casa e esta semana notei um casal de joão de barro confabulando em torno de um ninho antigo no meu quintal. Acho que era um ninho que haviam abandonado mas estavam pensando em retornar.

Disse logo para minha esposa: “o joão de barro está confiando na gente”.

Me vem a vontade de parafrasear o poeta inglês nascido em 1770, William Wordsworth: “que as línguas maledicentes, o julgamento desmesurado e os pensamentos negativos não me privem de apreciar o que a natureza me presenteia e me confia neste exato momento”.

Gratidão

Quero sempre exercitar a gratidão em tudo que acontece na minha vida, e este exercício da confiança tem me ajudado a não me esquecer de agradecer.

Rubens Sakay

Sem motivos para ser feliz

Sem motivos para ser feliz

Se você acha que é uma pessoa sem motivos para ser feliz, aprenda como ser feliz sem motivo. Quero te que contar o que aprendi com a leitura do livro de Marci Shimoff, “Happy for no reason”, Feliz sem motivo. Diz a autora que a escala da felicidade, no seu entendimento é a seguinte:

Uma versão melhor da realidade

Uma versão melhor da realidade

Procure desenhar uma versão melhor da realidade. Elimine os ruídos e as distorções que todos nós temos o costume de trazer para estragar o que estamos vivenciando neste exato momento.

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção, e quase nunca contamos com isso. Sempre ouvi dizer que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional. Custei a entender e mais ainda a aceitar, assimilar e aplicar isso em minha vida. Mas a disposição para sofrer menos é libertadora.

A dor:

A dor pode ser inevitável, e muitas vezes realmente o é.

A vida é dura e às vezes nos coloca de joelhos. Somos confrontados com situações para as quais não fomos treinados tais como a perda de entes queridos, a proximidade da nossa própria morte. 

Muitas coisas nos pegam de repente e nos surpreendemos com o nosso despreparo, o casamento, os filhos, o descasamento e assim por diante.

Colhemos muitas rosas no caminho, mas enfrentamos galhos espinhosos, e assim conhecemos a dor.

O sofrimento:

Quando as adversidades nos pegam de jeito, na maioria das vezes escolhemos enfrentar, lutar, digladiar, mesmo contra coisas que não nos dizem respeito. Lutamos e nos revoltamos contra coisas que não temos qualquer controle. É exatamente quando sentimos a nossa impotência e nos rendemos à nossa incapacidade, à nossa modesta dimensão é que conseguimos reduzir o nosso sofrimento. Escolhemos sofrer menos.  

Sofrer menos:

Quando somos apresentados à opção de sofrer menos, nos sentimos libertos, nos sentimos salvos.

É como se fôssemos liberados de carregar uma cruz tão grande, de ter que consertar o mundo.

Descobrimos o nosso papel, a nossa responsabilidade e o alcance das nossas ações.

Descobrimos que não somos Deus.

Não somos tão poderosos:

Quando descemos do pedestal que construímos para nós mesmos, nos colocamos no nosso lugar, no lugar comum onde se é permitido sentir a dor.

É o lugar e a posição de onde se enfrenta o mundo real, onde paramos de pensar que somos tão poderosos.

Sofrer menos é uma opção:

Assuma aquilo que é a sua vida.

Pare de querer cuidar da vida alheia.

Aceite a vida por inteiro, e faça o que está ao seu alcance.

Rubens Sakay

 

Perdoe e siga adiante

Perdoe e siga adiante

Perdoe e siga adiante na sua vida. Não fique estagnada, presa a coisas negativas do passado.

Você não pode mudar as coisas do passado, infortúnios e pessoas que te prejudicaram, mas a decisão de como vai levar a vida é sua.

Uma vida simples mas cheia de sentido

Uma vida simples mas cheia de sentido

Procure levar uma vida simples, mas cheia de sentido, na direção do seu crescimento pessoal.

O consumismo exacerbado de hoje em dia nos empurra cada vez mais para complicações, sofisticações e isolamento – isso nos afasta da felicidade, prejudica a nossa saúde e acredite, encurta a nossa vida. Leo Babauta já publicou o seu Manifesto sobre a simplificação com 72 dicas, e eu faço o mesmo com algumas poucas, mas importantes.