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Pare de brigar consigo mesmo

Pare de brigar consigo mesmo

Pare de brigar consigo mesmo e não seja você o seu pior inimigo

Pare com essa discussão interna excessiva e inadequada.

Dê um crédito a si mesmo.

Fale para si mesmo: acredito na sua capacidade – você consegue.

Se trate com honestidade

Se trate com honestidade

Costumamos dizer que nós somos os nossos piores juízes, pois somos excessivamente duros quando olhamos para os nossos erros, dúvidas e conflitos.

Nos sentimos particularmente diminuídos à menor percepção de que não estamos nos igualando aos outros em alguma característica social ou econômica.

Aprendi a me valorizar.

Me faz muito mal, mas é inevitável fazer algumas comparações com os outros.

Junto com as comparações, facilmente vem a auto depreciação. A atitude de se imaginar por baixo, desvalorizado.

Nesses casos, vale sempre a recomendação de evitar comparações, mas também a valorização de si próprio.

É fácil se fazer de vítima.

É fácil se fazer de vítima. É muito fácil dar uma de coitadinho.

Muita coisa pra fazer, e parece que só nós é que trabalhamos.

Muita coisa para se preocupar e parece que só nós é que nos importamos.

Muita coisa errada, e parece que acontece só com a gente.

Não se preocupe com o cardápio do seu vizinho.

Não julgue o cardápio do vizinho, não dê palpites gratuitos, não faça mexericos a respeito. No final, é ele que vai comer a comida. E no fundo, quando estamos preocupados com o cardápio do vizinho, estamos negligenciando o nosso próprio. É como se estivéssemos comendo do pior, dando palpites no que o outro vai comer.

Dr. Robyn Silverman, especialista em educação de crianças e adolescentes comenta isso no artigo:

Quando crianças, ficamos sempre comparando o que recebemos com aquilo que o irmão recebeu.

Essa comparação que fazemos quando criança tem a ver com a sobrevivência. Estamos lutando pela comida, pela preservação.

Mãe, o Pedro ganhou um pedaço maior que o meu.

Pai, você deu 4 porções para o João e eu ganhei só 3.

Ao crescermos, é natural que essa percepção do mundo competitivo seja amenizada. Percebemos que não temos que lutar para ter um naco a mais de comida ou um milímetro a mais de território.

Mas a realidade é diferente. Esse ímpeto para comparar com quem está no nosso campo de visão é quase implacável.

Não é a toa que os fabricantes de automóveis usam incessantemente a figura do vizinho com carro novo para te convencer a comprar um também.

Recentemente visitei a granja de minha irmã, e verifiquei os resultados do experimento que conduziram, dando um espaço enorme para algumas galinhas correrem e ciscarem.

A idéia era verificar se o nível de estresse se refletiria na postura de ovos.

O resultado inusitado, é que o estresse das galinhas aquinhoadas com mais espaço não se alterou, mas o estresse das galinhas vizinhas que não receberam o benefício aumentou, e com isso houve redução na produção de ovos.

Vejam que a comparação é algo ancestral, e por esse motivo, demanda uma energia enorme e uma disposição para amenizar isso em nós mesmos.

Algumas dicas:

1-Você só acha que tem pouco quando compara com a porção que os outros ganharam. Procure não comparar.

2-Seja grato pelo que tem e pelo que recebeu.

3-Gaste o seu tempo em algo que te engrandeça, deixando menos tempo para comparações fúteis.

4-Relacione suas virtudes, e sinta-se mais confiante com a sua busca pessoal.

5-Estabeleça suas metas, dedicando assim menos atenção às metas de outrem.

Beco

Um amor incondicional por si mesmo.

Não é um ato de egoísmo.

Como já postei anteriormente, é gostar de si próprio numa postagem antiga: gostar de mim.

 É um ato solitário, introspectivo, e fundamental para a felicidade.

É vislumbrar a si próprio como parte do todo que existe, e é esse todo que você deve amar  igualmente.

Assim como os nossos pais nos dedicaram um amor incondicional ao seu modo, devemos encontrar uma maneira própria de amarmos a si próprio.

A falta de amor próprio nos dificulta amar os outros e até mesmo aceitar o amor de outras pessoas.

Temos ainda uma dificuldade para realizar as coisas e ser feliz, pois não nos julgamos merecedores do que estamos por receber.

Isso envia uma mensagem muito negativa ao universo, de não fazemos parte disso, somos párias e não usufruímos da abundância do universo.

Não devemos sentir culpa por querer, desejar, receber, e assim aceitarmos o mérito pelas coisas que realizamos.

Sentir orgulho de ser o que é, reconhecendo os próprios talentos e pontos positivos.

Livrar-se da necessidade de usar uma máscara, ou de seguir o que os outros dizem que você deve seguir.

É a independência e a liberdade para ser você mesmo.

Não seja o pior crítico de si próprio, e já comentei em postagem anterior: não se imponha limitações que você não tem.

 Não tente se punir, se desaprovar e se sabotar, e deixe assim essa pessoa florescer.

Aceite as limitações da vida e aceite os resultados que você conseguiu, sem perfeccionismo e crítica excessiva.

Aceite as regras da vida e a luta pelos direitos, realizações e sobrevivência como algo natural – você não é ajudante de Deus para ter privilégios.

Não deixe que isso crie um conflito dentro de si.

Você é capaz sim.

As pessoas podem não gostar de ti, e isso não deve te desapontar e nem mesmo motivar uma decepção consigo mesmo.

Reflita sobre as expectativas que tem de si próprio.

Seja generoso consigo próprio.

Não fique fazendo o que satisfaz as outras pessoas.

Pense na sua satisfação, na sua felicidade e bem-estar.

Passe adiante.

Beco

Valorize o que tem e não aquilo que não tem.

É um motivo de infelicidade almejar permanentemente aquilo que não tem, sem sequer valorizar aquilo que tem. Coloque mais atenção naquilo que tem. Valorize e usufrua.

Passamos por coisas fantásticas na nossa vida, sem perceber, sem aproveitar o mínimo, quando o mínimo a fazer seria aproveitar o máximo.

Porque isso acontece?

Será que não estamos correndo freneticamente atrás daquilo que não temos, não deixando qualquer espaço na nossa agenda para apreciar aquilo que já temos?

A vida não deve ser desperdiçada na busca. A vida deve ser apreciada tirando o maior proveito daquilo que já conseguimos, daquilo que nos foi agraciado.

Cada dia deve ser iniciado dando graças por tudo que conseguimos, e não por um repasse na lista daquilo que ainda não temos.

Quando não agimos assim, nem bem acordamos e já subimos na esteira hedônica.

Outra coisa fundamental a fazer todo início de dia, é dar graças pela ajuda e pelas coisas boas que recebemos de outras pessoas.

E, finalmente, para apreciar o que temos, devemos nos desligar um pouco do passado e do futuro para realizar aquilo que está no hoje, no presente.

Aprecie as coisas que conseguir, no momento que conseguir.

Muitas pessoas fazem como o cachorro que corre atrás do carro, latindo e tentando morder o pneu. Quando o carro para, não sabe o que fazer.

Quando vencemos uma etapa na vida ou conseguimos alguma coisa que julgávamos valiosa, devemos parar por um tempo para apreciar. Não devemos, portanto avançar para a próxima etapa como quem joga um vídeo game – pulando para a próxima fase.

Quando conseguimos alguma e coisa e não ficamos satisfeitos, ou é porque estamos correndo atrás de coisas puramente materiais que não agregam qualquer valor para nós mesmos, ou não estamos concentrados, conscientes naquilo que fazemos, na própria vida.

Interrompa essa busca frenética por um momento.

Olhe a sua volta e veja a abundância que está à sua disposição, a natureza, seus relacionamentos, os acontecimentos.

Se isso não for o bastante, preste atenção nas pessoas felizes, usufruindo de uma parcela pequena daquilo que é a sua abundância.

Beco