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Esteja presente

A maior consideração que podemos dedicar à outra pessoa é estar presente quando estamos com ela.

Parece uma conversa sem nexo, mas não raro estamos na presença de outra pessoa e não dedicamos atenção ao que ela fala, nem interesse nem respeito pela sua presença. Como escreveu o filósofo Martin Buber: “apesar de todas as similaridades, cada situação que vivemos é única. É como um bebê recém nascido,uma nova face, diferente de todos que já vieram e que estão por vir. A circunstância pede sua reação, e que não pode ser preparada com antecedência, não pede nada do seu passado, pede apenas sua presença, sua responsabilidade, pede você”.

Pessoas boas fazem maldades.

As pessoas ferem outras não só com os seus atos deliberados de maldade, mas também com seus involuntários equívocos.

Temos que compreender a natureza humana, e nós mesmos para não sair culpando todos, julgando e condenando.

Não somos perfeitos, e sei que já causei mal a outras pessoas. Quando o ato é involuntário, e nos damos conta em tempo, devemos nos desculpar, pois é a coisa mais honesta para manter os relacionamentos saudáveis.

Muitas vezes, nem percebemos que causamos mal, e as pessoas nada falam, se distanciam, e nunca vamos saber.

Não precisamos de chicote para fazer o bem.

Parafraseado o autor Michael Dow que escreveu o livro: “Thank God for Evolution (agradeço a Deus pela evolução)”, somos seres naturalmente bons. Não precisamos de um chicote que nos obrigue a fazer o bem. Fazemos o bem naturalmente, e devemos sempre ter em mente e manter o contato com esse ser genuíno e bondoso que há dentro de cada um.

Fazer o bem nos dá uma satisfação enorme, e ao contrário, fazer o mal nos traz um sentimento de culpa e de inadequação. Fazemos o mal e nos sentimos como se algo vital fosse retirado do nosso organismo. Sabemos que nos foi retirado um pouco da virtude da honestidade, da generosidade da capacidade de amar e se dar.