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Troque o “do que” pelo “porque você tem medo”

Troque o “do que” pelo “porque você tem medo”

Inegável o desconforto quando você tem medo. O medo nos faz retroceder, a coragem nos impulsiona para avançar, vencer desafios, realizar os sonhos.

É bom saber trabalhar com o medo e a coragem. Coragem é fazer aquilo que se tem medo de fazer.

Não podemos evitar o perigo e as dificuldades, mas podemos lidar melhor com o medo.

Não resista ao medo

Não resista ao medo. O que resiste persiste, e assim funciona também com o medo.

Quando nos preocupamos muito com o medo que nos domina, aumenta mais a capacidade dele nos imobilizar.

Aceite o medo com serenidade, como parte de você mesmo, e deixe ele ir embora. Não faça tanta resistência pois a sua mente acaba segurando e agarrando o medo com tanta força que não permite que ele se vá.

Não coloque tanta atenção e energia no medo, pois a nossa mente segura exatamente aquilo que queremos abandonar.

Não culpe as circunstâncias.

Não culpe as circunstâncias pelos seus fracassos ou resultados negativos.

Elas são parte da sua realidade e você tem que aprender a lidar com elas.

Enquanto culpamos as circunstâncias, não criamos as condições para que elas mudem e nos favoreçam.

O mundo que nos cerca é moldável, e temos que exercer esse poder que temos, para construir as situações que nos são favoráveis.

O medo não tem a ver com o agora.

O medo e o estresse que vivemos no nosso cotidiano pouco tem a ver com aquilo que estamos vivenciando no momento. Na verdade, o medo é que problemas apareçam, dificuldades aumentem, e uma catástrofe venha para acabar com tudo que temos hoje.

O medo tem a ver com o futuro, e é essa mente catastrófica que nos domina quando pensamos no futuro, que traz essa enxurrada de problemas imaginários para nos atormentar exatamente agora, quando deveríamos estar aproveitando o momento presente.

Quando parece que vamos fraquejar.

A vida é dura, temos que reconhecer.

Nada vem com facilidade, e cada palmo pisado, cada metro caminhado, não vem sem pedras no sapato, espinhos nos pés e poeira no nariz.

Há momentos que sentimos que vamos fraquejar, abandonamos a dieta, bebemos um golinho só, chutamos o pau da barraca e jogamos tudo para o alto.

Não devemos nos entregar às dificuldades. Temos que respirar fundo, se afastar da situação por uns instantes e deixar a coisa se acalmar.

Parece que aquela força de vontade inabalável foi exaurida, e é como se estivéssemos prestes a entregar o ouro ao bandido.