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Você só descobre sua força indestrutível em tempos de crise

Você só descobre sua força indestrutível em tempos de crise

A psicologia enfatiza as forças e virtudes que temos dentro da cada nós e que devemos colocar a serviço da nossa felicidade e bem-estar.

As crises que parecem nos destruir nos estimular a colocar para fora aquilo que temos de indestrutível.

Quando o chão nos falta, a rapidez com que descobrimos onde nos segurar é uma habilidade que descobrimos em meio à crise.

Temos todos nós, algo que é feito de aço puro, indestrutível.

A pior coisa que já aconteceu.

Todos nós temos um fato, uma passagem que foi sem dúvida a pior coisa que nos aconteceu.

Vamos fazer um exercício interessante, relembrando o fato.

Pegue um papel e comece a escrever sobre o fato, assim como você vê hoje.

Pode ser a morte de um familiar, o descasamento, a doença ou a perda do emprego, algo que realmente marcou a sua vida.

A dor que carregamos.

A dor que carregamos pode ser suavizada. Muitos carregam uma dor profunda, uma fase difícil e experiências especialmente difíceis que vivenciaram.

Quando entram num relacionamento amoroso, esse ingrediente amargo entra na rotina cotidiana e traz um estresse adicional, às vezes insuportável.

Por tudo que já passei.

Já passei por muitas dificuldades, e apesar disso tudo, sou uma pessoa feliz.

Passei maus bocados, e a vida não tem sido fácil, mas superei.

Aprendi ao longo do tempo que esse é o caminho.

As pessoas conseguem ser felizes a despeito de tanta dificuldade.

A competição pode ser saudável.

Veja os animais que crescem competindo incessantemente.

Competem pelo carinho da mãe, competem pela comida, pelo espaço.

Parece tudo uma brincadeira, e isso os fortalece para a vida real.

Quando crescemos numa sociedade saudável, a competição adquire aspectos positivos de muitas maneiras.

Mas a competição pode se tornar um caso patológico.

Quando competimos com o vizinho pelo carro do ano.

Competimos com o cunhado pelo melhor salário.

Competimos com a sogra pela melhor receita de torta.

Afinal, onde queremos chegar?

O que estamos querendo provar?

A quem estamos querendo enganar?

Quando identificamos os outros como inimigos, opositores.

Quando os pensamentos que vêm em relação aos outros não te inspira, não te motiva – traz emoções negativas.

Quando os desejos são mais de mal em relação aos outros do que de bem para si próprio.

Aí, a competição se tornou uma barreira ao crescimento pessoal.

É importante competir, buscando a própria superação.

Competir quando isso te encoraja a desafiar os seus próprios limites.

Expandir seus limites um pouquinho além.

Competir com honestidade, generosidade, com cordialidade para com os outros e gentileza com si próprio.

Ter aspirações, reconhecer suas qualidades e suas potencialidades.

Colocar tudo que tem de capacidade para realizar as coisas que quer realizar.

Quando nos estimulamos a dar um pouquinho mais do que faríamos sem competição.

Vencer o medo de perder.

Rejeitar a rejeição de si próprio.

Validar a melhor imagem que tem de si próprio.

Beco

Isso também vai passar.

Nada na vida é permanente.

Tudo na vida é passageiro. As coisas ruins e boas também. Quando estiver enfrentando dificuldades inimagináveis, lembre-se que isso também vai passar.

Às vezes, parece que a dor e o desconforto irão exceder o momento presente, e que permanecerão para sempre, ou indefinidamente.

Queremos passar rápido por isso, pegar o controle remoto e avançar em velocidade rápida, mas a impressão que nos dá, é que não vai adiantar nada.

O melhor a fazer, é buscar a serenidade e a aceitação de que maus momentos fazem parte da vida, e isso também vai passar.

O tempo, algo que foge ao nosso controle, e é algo que está fora do nosso ser, na maioria das vezes é o melhor remédio.

Pensamos que o tempo nos embaraça a memória, e vamos nos esquecendo das adversidades. Vejo hoje que na verdade, o tempo permite que os aspectos positivos e as lições transpareçam.

O equilíbrio do positivo e negativo em cada evento da vida, passado o calor da emoção, se estabelece de forma sábia e divina.

Dizem os escritos que o rei Salomão, nos bons momentos, tinha medo que eles não durassem, e nos maus momentos, tinha medo que eles perdurassem.

A frase: isso também vai passar, gravada em ouro para o rei Salomão lhe permitiu lembrar-se sempre dessa poderosa lição.

O professor Seligman, no seu livro Aprenda Ser Otimista nos ensina brilhantemente que o pessimismo está em perceber que o mal é permanente, que o mal contamina tudo na vida, e que é tudo nossa culpa.

Quando aprendemos essa valiosa lição, percebemos que a cura não demora a chegar.

Beco

Descubra uma maneira de interpretar as suas experiências.

As experiências da vida são importantes, mas a interpretação que damos a elas é que vai construir o seu caráter.

As pessoas pessimistas dão sempre uma interpretação negativa.

Vêem sempre o copo meio vazio.

Para as pessoas otimistas, os problemas são oportunidades de crescimento e aprendizagem.

Assim como a pedra de amolar, pode nos desgastar até o osso, pode também nos polir e dar-nos uma forma melhor.

Vale sempre relembrar a historia do copo meio cheio e meio vazio. É tudo uma questão de leitura e interpretação.

Isso influi no nosso humor, nas nossas iniciativas e conseqüente nos nossos resultados.

Algumas recomendações que funcionam para mim:

-Embora as coisas se mostrem difíceis, alguns resultados parciais e modestos me animam a tocar adiante. Todo processo acontece passo a passo, com muito esforço.

-Quando olho as coisas com bons olhos, com otimismo, me sinto mais fortalecido para enfrentar as dificuldades e os problemas.

-Quando interpreto que o copo está meio cheio, já consigo enxergar o copo plenamente cheio.

-Quando interpreto a tarefa como meio realizada, já vejo a tarefa concluída no futuro próximo.

Algumas frases que gosto de praticar, pois as interpreto como sinal de otimismo:

-Falta pouco.

-Ainda dá tempo.

-Vamos conseguir.

-Vai dar certo.

-Estamos quase lá.

-Tenho esperança que vai dar certo.

-Tem solução.

-Senti  firmeza.

Um bom exemplo que gosto de citar é do ator Michael J. Fox, o garoto dos filmes – De volta para o futuro.

Muito jovem, teve o diagnóstico da doença de Parkinson, que o afastou das telas e dos trabalhos artísticos. Dedica-se a fundação com o seu nome para a pesquisa do Parkinson e escreveu um livro: Olhando sempre para cima: As aventuras de um otimista incurável.

Em entrevista ao beliefnet, diz ele  que aprendeu a ver as possibilidades em tudo na vida.

O mundo é fantástico, e para cada coisa que te queima, tem uma coisa que te cura.

Tudo que lhe é tirado vem acompanhado de algo bom que lhe é agraciado.

Falando sobre a interpretação que damos às nossas experiências, Michael J. Fox, nos dá uma lição quando diz que devemos olhar a vida com mais realidade –“quando olho para um barreira que não pode ser movida, devo imediatamente procurar uma maneira de contorná-la”.

Beco