só por hoje Posts

Nenhum problema dura para sempre.

Nenhum problema dura a vida toda.

Aliás, o evento pode durar a vida toda, mas a sua maneira de encarar e reagir pode mudar, e os seus sentimentos com relação a isso também devem mudar.

Não alimente o sofrimento e nem crie mecanismos para que ele fique para sempre.

Não assuma uma atitude negativa de resignação e derrota – acho que a vida é isso.

A vida é o que você decidir que ela será, e o seu bem-estar e a sua felicidade são profundamente impactados pela sua decisão de como reagir a tudo que acontece nessa sua jornada.

Não alimente a dor.

Aceite e deixe que a sua coragem e fé façam com que a dor se dissipe.

Isso também vai passar.

Seja gentil consigo mesmo nessas situações.

Faça algo por você, e se deixe tranqüilizar.

Enquanto você ganha um tempo, o cenário pode mudar repentinamente, e com um pouco mais de serenidade você vai conseguir enxergar um portal por entre as brumas, é por lá que você vai sair dessa.

Levante o seu olhar, levante o astral, pois olhando para o chão não dá pra enxergar a saída – o resultado é a aflição e a insegurança.

Não deixe de se alimentar adequadamente quando passa por dificuldades – cuide da saúde.

Se você tem um plano de contingência para tais situações, recorra a ele – procure os amigos e os familiares – aceite a ajuda dos outros.

Não é bom tentar maquiar a situação – isso sempre fica mal quando olhamos no espelho. Quando nos damos conta, ficamos mais abatidos.

Olhe a situação com otimismo e com realidade.

A coisa vai passar mais rápido do que você imagina.

Beco

Você não precisa fazer tudo hoje.

Você não precisa ficar angustiado para fazer tudo hoje.

Amanhã você será brindado com 24 horas novinhas em folha. Trabalhe duro, mas não se estresse se deixar um pouco para fazer amanhã.

Leve a vida um dia de cada vez. Aproveite o momento presente e pegue leve consigo mesmo.

O sol vai se por, a luz vai deixar de brilhar e o tempo parece que acabou, mas amanhã tem mais, graças a Deus.

Não raro somos tomados pela ânsia de querer resolver tudo na nossa vida. Parece que os problemas são maiores que a nossa agenda de 24 horas é possível suportar.

É preciso relaxar.

É preciso aceitar os resultados na velocidade adequada.

Nada se resolve da noite para o dia.

Você não acorda um certo dia e percebe que os problemas se resolveram. Ou ainda, você não termina o dia com a satisfação de ter resolvido tudo.

Por mais que você se dedique na busca da solução, ela pode demorar alguns dias e até semanas para aparecer.

As condições podem não se configurar para te ajudar hoje, mas amanhã é um novo dia. Vá com calma.

Um dia de cada vez.

Como já aprendemos com as palavras do Papa João XXIII, só por hoje vou procurar viver positivamente sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.

Diz o blog Lifehack, que devemos fazer algo por nós a cada dia. Correr atrás de resolver os problemas, pagar as contas, concluir as tarefas é uma questão de sobrevivência, mas se gostamos de nós mesmos, devemos fazer algo para si próprio todos os dias.

-se cerque de pessoas felizes.

-reserve um momento para pensar nas coisas que te faz feliz.

-encontre um pouco de humor nas situações.

-cuide da saúde.

-entenda que você merece a felicidade.

Passe diante.

Beco

Descubra uma maneira de interpretar as suas experiências.

As experiências da vida são importantes, mas a interpretação que damos a elas é que vai construir o seu caráter.

As pessoas pessimistas dão sempre uma interpretação negativa.

Vêem sempre o copo meio vazio.

Para as pessoas otimistas, os problemas são oportunidades de crescimento e aprendizagem.

Assim como a pedra de amolar, pode nos desgastar até o osso, pode também nos polir e dar-nos uma forma melhor.

Vale sempre relembrar a historia do copo meio cheio e meio vazio. É tudo uma questão de leitura e interpretação.

Isso influi no nosso humor, nas nossas iniciativas e conseqüente nos nossos resultados.

Algumas recomendações que funcionam para mim:

-Embora as coisas se mostrem difíceis, alguns resultados parciais e modestos me animam a tocar adiante. Todo processo acontece passo a passo, com muito esforço.

-Quando olho as coisas com bons olhos, com otimismo, me sinto mais fortalecido para enfrentar as dificuldades e os problemas.

-Quando interpreto que o copo está meio cheio, já consigo enxergar o copo plenamente cheio.

-Quando interpreto a tarefa como meio realizada, já vejo a tarefa concluída no futuro próximo.

Algumas frases que gosto de praticar, pois as interpreto como sinal de otimismo:

-Falta pouco.

-Ainda dá tempo.

-Vamos conseguir.

-Vai dar certo.

-Estamos quase lá.

-Tenho esperança que vai dar certo.

-Tem solução.

-Senti  firmeza.

Um bom exemplo que gosto de citar é do ator Michael J. Fox, o garoto dos filmes – De volta para o futuro.

Muito jovem, teve o diagnóstico da doença de Parkinson, que o afastou das telas e dos trabalhos artísticos. Dedica-se a fundação com o seu nome para a pesquisa do Parkinson e escreveu um livro: Olhando sempre para cima: As aventuras de um otimista incurável.

Em entrevista ao beliefnet, diz ele  que aprendeu a ver as possibilidades em tudo na vida.

O mundo é fantástico, e para cada coisa que te queima, tem uma coisa que te cura.

Tudo que lhe é tirado vem acompanhado de algo bom que lhe é agraciado.

Falando sobre a interpretação que damos às nossas experiências, Michael J. Fox, nos dá uma lição quando diz que devemos olhar a vida com mais realidade –“quando olho para um barreira que não pode ser movida, devo imediatamente procurar uma maneira de contorná-la”.

Beco

O que te impede de ser feliz agora?

Pense apenas sobre o momento presente.

Você está alimentado, sente frio, calor? Está se sentindo bem? Esqueça por hora o que te aconteceu, e deixe de lado os pensamentos do que vai acontecer amanhã, ou mesmo ao final do dia.

Pense no agora.

Examine o que te impede de se sentir feliz agora.

O passado já passou.

As inúmeras possibilidades do futuro só se concretizam no momento presente.

Muito embora planejemos o futuro com detalhes, ele só acontece em cada momento presente.

Portanto, é ali que deve estar a nossa atenção, a nossa consciência.

A meditação, a respiração compassada, o desligamento momentâneo daquilo que estamos fazendo no momento, serve como um mecanismo bastante eficiente para voltarmos a nossa atenção para o momento presente.

Pense num trajeto, numa viagem de carro.

Se você estiver permanentemente pensando no pneu que furou há 150 quilômetros atrás, ou na possibilidade de não encontrar um bom restaurante nos próximos 200 quilômetros, perderá a oportunidade de apreciar o trajeto, a paisagem, os pássaros e os animais que cruzam o nosso caminho.

Recentemente fui pescar com os familiares, e no trajeto, enquanto dirigíamos devagarzinho pelo campo, reduzimos a velocidade para deixar uma família inteira de tatus cruzarem a estrada.

Se estivéssemos obcecados pela pescaria, ou mesmo as tarefas que deixamos para trás, teríamos perdido a experiência de conviver amigavelmente com a natureza.

Beco

Aceite a tristeza.

Aceite os momentos tristes, pois a vida não é um mar de rosas. Há momentos que a coisa pega pra valer.

Aceite a tristeza com a confiança de que momentos felizes chegarão. Tudo na vida passa, e os momentos tristes também passarão.

A tristeza é um sentimento genuíno, é o luto por alguma dor que tenha te abatido.

Para aceitar a tristeza é preciso compaixão por si mesmo, afastando qualquer sentimento de vítima, ou pena de si próprio.

Aceitar o mundo tal qual ele é, sem revolta, sem rejeição e sem padrões de comparação, permite que a tristeza chegue e parta sem causar mal, sem deixar máculas irreparáveis.

A prática da empatia, quando se trata da dor e tristeza de outras pessoas, nos fornece um aprendizado valioso para tratar da mesma situação quando formos nós os protagonistas.

O comportamento açodado de querer consertar, arrumar e se livrar da dor, pode ser um atalho pouco produtivo. Ao tentarmos nos afastar da tristeza, sem aceitação, podemos estar incorrendo na atitude egoísta querer ser o único imune à experiência da tristeza.

Não querer a tristeza e não querer ninguém triste é uma atitude egoísta.

Para ajudarmos os outros na tristeza, sem nos afundarmos na própria tristeza, é preciso uma atitude compassiva e generosa, e não egoísta.

O extremo oposto é a alienação emocional, de não sentir a tristeza dos outros, a negação, o que nos incapacita de lidar com isso quando se trata de nós mesmos.

Uma boa recomendação para lidar com a tristeza, é evitar a atitude prepotente de querer o mundo ao seu modo, de querer as pessoas ao seu modo. Isso não ajuda você a lidar com a tristeza nem sua e nem dos outros.

-Reflita sobre o que te deixou triste, a razão da tristeza.

-Aceite o fato e aceite a tristeza.

-Procure se alegrar, não fique no luto indefinidamente.

-Escreva sobre isso para melhor entender e refletir.

-Tire uma folga para ficar mais calmo e mais consigo mesmo.

-Converse com um amigo.

-Cuide da saúde e procure ajuda profissional, se for o caso.

A tristeza é triste quando você a detesta, quando a repele.

Quando você a aceita, ela deixa de ser triste, e sim apenas um sentimento como outro qualquer, reflexo das coisas da vida, e isso também vai passar.

Beco

Quando nos sentimos afundando.

Às vezes, parece que as bóias sumiram, as águas traiçoeiras nos puxam para baixo. A vida é assim.

Como sobreviver?

Vou transcrever aqui uma postagem de Christopher Foster publicada no Goodlifezen, com o título: como a catástrofe pode abrir as portas para uma nova vida.

Foster se sentiu afundando, aos 63 anos, quando sua esposa faleceu às vésperas de comemorar 25 anos de casado e ele decidiu abandonar a comunidade espiritual que freqüentou por 36 anos.

As seis lições que ele aprendeu nessa renovação:

1-Seja persistente. Viemos ao mundo com a capacidade de dar a contribuição que só nós podemos dar. Ele não se refere tanto ao mundo externo, e as realizações materiais, mas à sua própria entidade espiritual, ao seu próprio ser.

2-Seja gentil consigo mesmo. As mudanças drásticas acontecem você goste ou não. Seja gentil consigo e dê graças à sua capacidade física de agüentar tanta coisa, e à sua fantástica fé e resiliência. Você está dando o melhor a cada momento.

3-Seja resiliente e acredite. Quando a coisa pega, é muito fácil perder a fé na vida, mas devemos nos comportar como a árvore que fica firme quando a ventania bate. Não significa ficar rígido, resistindo ao vento, pois você pode se quebrar. Os galhos da árvore vão para cima para baixo, para a direita e para a esquerda, movidas pelo vento, que eventualmente vai passar.

4-Encontre um símbolo da força. Assim como os índios e as civilizações ancestrais utilizavam símbolos para segurar e energizar, procure um símbolo próprio que te possa transmitir tal energia.

5-Agradeça à obra de arte que é você. Se você, em meio à tempestade da vida, posicionar-se quieto e consciente, vai perceber o quanto você está pronto para enfrentar o que vier.

6-Fique quieto e aprenda. Aprendi que no meio da catástrofe, ficar quieto é muito bom, e o silêncio não é vazio. O silêncio e a imobilidade são como uma bússola, repleta de sabedoria e que me orienta na tempestade.

Após esse período curto da tempestade, Foster está feliz, encontrou um novo lugar, uma nova companheira com quem compartilha um casamento há 13 anos.

Ele iniciou um blog sobre o tema felicidade e plenitude, o happyseeker, que vamos comentar em outra oportunidade.

Beco

A coragem não é falta de medo.

Quando criança, usamos ter medo de muita coisa, o escuro, o barulho, os movimentos bruscos, as vozes alteradas.

Com o tempo, com a ajuda dos adultos e educadores, aprendemos que o mundo não é assim tão perigoso. Aprendemos que podemos conviver com o perigo e com as ameaças porque temos as ferramentas, físicas e psicológicas, para lidar com elas.

A coragem não é, portanto, a falta de medo, mas a escolha de agir e enfrentar as situações, a despeito do medo.

Quando a coragem nos é agraciada, deixamos de fugir, de correr, de se esconder e sentimos o poder e a força para navegar graciosamente pela vida.

Essa atitude é construída, aprendida passo a passo, experimentando as possibilidades que temos diante da vida.

Você se lembra de uma ocasião onde escolheu não perseguir a sua felicidade por conta do medo?

Isso também tem a ver com o desconforto de conviver com o risco de acontecer um fato indesejável no futuro. O receio do resultado ruim trabalha na nossa mente, no esforço de evitar a dor e o desapontamento já experimentados em outras ocasiões.

É bom sair da zona de conforto e confrontar o medo e o risco.

Muito disso tem a ver com a nossa percepção. Por isso, devemos refinar, melhorar e aprimorar a nossa percepção.

Devemos aprender a lidar com o sentimento de medo, pois os sentimentos são os insumos da nossa ação, ou melhor, eles governam as nossas ações.

Cuidado – o medo pode vir travestido de racionalidade. Queremos racionalizar o medo, na tentativa de justificar a nossa ação e decisão.

Acredite si próprio, tenha fé no seu taco.

Conviva com a incerteza.

Não devemos ser prisioneiros e nem intimidados pelo medo.

A maioria dos medos é infundada e vazia.

Lide com os medos um de cada vez. Vá devagar e com calma.

Na jornada da vida, se deixe distrair com as boas experiências, se esqueça momentaneamente do passado e se fortaleça emocionalmente para quando as tempestades surgirem.

Quando nos deixamos dominar pelo medo, temos uma tendência a nos encolher, nos isolar, agindo como o porco-espinho, que rapidamente se transforma em uma bola de espinhos ao menor sinal de perigo.

O porco-espinho é um animal de estratégia única de defesa, e para uma pessoa humana, a estratégia de isolamento pode ser desastrosa – devemos evitar.

Passe adiante.

Beco