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Uma vida simples mas cheia de sentido

Uma vida simples mas cheia de sentido

Procure levar uma vida simples, mas cheia de sentido, na direção do seu crescimento pessoal.

O consumismo exacerbado de hoje em dia nos empurra cada vez mais para complicações, sofisticações e isolamento – isso nos afasta da felicidade, prejudica a nossa saúde e acredite, encurta a nossa vida. Leo Babauta já publicou o seu Manifesto sobre a simplificação com 72 dicas, e eu faço o mesmo com algumas poucas, mas importantes.

A vida simples pode ser uma vida mais rica e abundante.

A vida simples pode ser uma vida mais rica e abundante.

A vida simples não quer dizer vazia, sem significado, muito pelo contrário. Quando adotamos medidas para simplificar a vida, facilitamos aproveitar a vida em tudo que ela nos oferece, livres das armadilhas do cotidiano.

A vida não é fácil para ninguém como eu gosto de repetir. Mas ao desativarmos as armadilhas que complicam a nossa vida, damos chance para perceber as oportunidades de realização e usufruto.

A primeira armadilha é o excessivo materialismo, muitas posses, muitas escolhas e nenhuma dificuldade para preencher as necessidades materiais.

A razão e a emoção – o equilíbrio essencial

A razão e a emoção – o equilíbrio essencial

Somos seres racionais e emocionais e não dá para ser diferente – temos que buscar esse equilíbrio.

Não intelectualize a emoção. Simplesmente sinta – sem tanto julgamento racional.

Não racionalize e não busque razões para cada sentimento. Não fique atormentado para explicar o que gosta e não gosta.

Psicólogos conduziram experimentos que mostram que as pessoas que foram solicitadas a explicar uma determinada escolha pessoal acabaram menos satisfeitas com a escolha ao final do experimento.

Não se deixe contaminar pela confusão

Se afaste um pouco do calor das discussões e não se deixe levar por ofensas e mal entendidos.

Muito comum nos levarmos por discussões sem sentido, velhas mágoas trazidas à tona nos raros encontros familiares.

Os encontros, oportunidades raras para relembrar acontecimentos maravilhosos podem ser palco de desavenças e ressentimentos que já deveríamos ter deixado para trás há muito tempo.

As frutas no galho baixo.

Quando passamos a prestar atenção na abundância da vida, a primeira coisa que deveria chamar a nossa atenção, é o que chamamos de frutas do galho baixo. Aquilo que não precisamos qualquer esforço para colher e desfrutar.

É o bem estar momentâneo, a satisfação de ter a companhia de alguém, uma refeição deliciosa. É a natureza no canto do pássaro ao longe, a flor que acaba de desabrochar. Uma coisa mínima pode passar despercebida como a música de sua preferência tocando no ambiente.

Quando falamos de apreciar a vida nas pequenas coisas do cotidiano, significa simplesmente colher as frutas do galho baixo.

Quero o melhor para mim.

Quero sempre o melhor para mim, e acredito mesmo que mereço tudo isso.

Não dou folga, faço a minha parte e corro atrás do prejuízo.

Procuro evitar a reclamação e o julgamento, pois já aprendi no passado que isso reduz drasticamente a minha chance de ter sucesso.

No fundo, sei que a satisfação não vem de conseguir o melhor, mas de ter dado o meu melhor – e por isso só, fico satisfeito.

Não complique as coisas simples.

Não complique sua vida. A vida pode realmente ser simples, e devemos evitar as complicações que o cotidiano nos sugere constantemente.

Fazemos mais do que é razoável, pois nos metemos demasiadamente na vida dos outros.

Nos preocupamos em excesso com as coisas que não irão acontecer, com o futuro tenebroso que temos a capacidade de imaginar.

Complicamos as coisas mais simples, compras no supermercado, uma saída para jantar no restaurante.

Criamos conflitos onde deveria existir a paz.