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Afinal, o que é a esteira hedônica?

Afinal, o que é a esteira hedônica?

Ouvimos tanto falar do hedonismo, da esteira hedônica e do excessivo materialismo. Faço aqui um breve resumo para você entender o lado negativo de confiar muito nos estímulos externos quando pensamos na felicidade.

A esteira hedônica é, de maneira figurativa, onde ficamos correndo atrás do prazer e dos anseios materiais. Como não conseguimos alterar o estado de satisfação a despeito de conseguirmos mais coisas, ficamos estagnados, parados no lugar.

Assim como o ratinho de laboratório, que corre no seu pequeno carrossel, sem sequer sair do lugar, estamos anestesiados pela esteira hedônica. Até parece que acabamos de sair da cadeira do dentista. Quando passa a anestesia fica a dor. Quando nos acostumamos com o que temos e não temos um novo brinquedinho, temos que nos aguentar. É a dor da própria aceitação.

O que eu quero e preciso

O que eu quero e preciso

O que eu quero pode não se o que preciso.

Às vezes a minha percepção pode estar enviesada quanto ao que estou querendo neste momento e a minha real necessidade. O hábito nocivo de querer o que não preciso é próprio de quem está anestesiado correndo na esteira hedônica. Não preciso do carro novo, e tenho que ter em conta que o cheiro de novo passa muito rápido.

Mais dinheiro, uma viagem ao exterior, um carro novo, uma casa maior, tudo isso pode não ter relação com aquilo que realmente preciso.

De repente, a minha real necessidade pode ser coragem para enfrentar um problema sério. Ou serenidade para encontrar a solução, humildade para procurar ajuda, e gratidão para reconhecer uma ajuda amiga.

Cuide da sua bússola interna

Cuide da sua bússola interna

Mantenha o norte na sua caminhada e não vai se perder. Se você tiver sua bússola interna calibrada, você vai chegar seguro ao seu destino. Quando caminhamos na vida no piloto automático podemos facilmente chegar a destinos indesejados.

Temos que manter sempre o rumo seguro para chegar ao destino desejável. Temos que concluir os projetos, realizar os nossos sonhos, e para isso, temos que cuidar da nossa bússola interna.

A cota de desperdício de vida

Hoje, o primeiro do dia do meu novo ano, e me ocorre as palavras de Roberto Shinyashiki de que todos nós já gastamos a nossa cota de desperdício de vida, e agora temos que viver pra valer.

Quanto tempo e energia desperdiçados numa jornada sem volta, num filme sem replay. Temos que nos dar conta rapidamente que os dias são longos, mas os anos são curtos, e de repente, o ano acabou.

Planos fantásticos foram procrastinados por conta do tempo desperdiçado em mesquinharias, fofocas e relacionamentos desnecessários.

Perdemos muito tempo simplesmente nos aborrecendo com problemas que nem são nossos. Gastamos muito tempo maquinando em como mudar os outros, mudas suas atitudes e comportamentos.

Desafios renovados.

Nos levantamos da cama todos os dias dispostos a viver um bom dia, e contribuir, crescer, se tornar uma pessoa melhor.

Mas temos que ter objetivos e metas desafiantes, algo que faça brilhar os nossos olhos. Temos que renovar os desafios constantemente, manter elevado o nosso entusiasmo pela vida.

Pense nos desafios como algo que traz sentido para a sua vida, e não somente aumente os zeros na sua conta corrente.

A sua capacidade tem que ser colocada a serviço de enfrentar os problemas e as adversidades e não se esconder deles.

Atento para o chamado.

Dizem que, com frequência recebemos o chamado que nos aponta para o propósito da vida,]. Estamos tão atarefados, correndo com os nossos projetos, buscando conforto financeiro que não prestamos atenção.

O chamado que me refiro, é aquela luz que nos aponta para a direção, o sentido da vida. Aquela que nos tira do meio do tsunami, nos traz serenidade e nos provê contentamento com a vida.

Quem corre obcecadamente atrás do conforto financeiro, reconhecimento e status social, vai perder todas as sinalizações do trajeto.

Deixe que a luz ilumine o seu caminho e dê clareza à sua caminhada.

Uma vida maior.

Viva uma vida maior, grandiosa, e não é necessariamente uma vida cheia de recursos financeiros, conforto material ou prestígio social.

Uma vida grandiosa é viver com propósito, com honestidade, fazendo a diferença para as pessoas e para o mundo.

Não desperdice a vida, que é única, correndo atrás de dinheiro, acumulando o que de nada vai servir para onde você vai.

Podemos achar que a vida é uma competição, mas a vida com propósito não é vencer a competição que se apresenta, mas viver acima da competição.