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Um balanço da vida

Um balanço da vida

Faça um balanço honesto de sua vida, e verifique se está caminhando na direção que te leve para onde quer chegar.

Quando viajamos utilizando vários modais, avião, trem e metrô na mesma viagem, passando por várias cidades e países, aprendemos lições valiosas sobre a praticidade.

Programar para fazer muitas paradas não é nem prático nem divertido – a viagem acaba se tornando cansativa.

Carregar muita coisa e comprar muita coisa acaba tornando a viagem um tormento maior a cada percurso. A movimentação é dificultada, as malas são pequenas, os espaços insuficientes e mais do que tudo. Não aguentamos carregar tanta coisa inútil.

Assim é a vida – fazemos coisas sem importância e também carregamos coisas que deveríamos deixar de lado. Temos que pensar nisso quando fazemos um balanço da vida.

O eu muito escondido.

Vivemos tanto tempo em piloto automático, correndo atrás das prioridades do trabalho, que sequer encontramos consigo mesmo.

O eu fica tão escondido que nem mostra a sua cara durante o dia todo. É lamentável, e temos que consertar isso.

Temos que aprender a se conhecer, e deixar que essa pessoa maravilhosa se revele em tudo que fazemos.

Não tenha medo do que vai encontrar, se aceite por completo, pois a aceitação é condição essencial para mudar aquilo que quer mudar.

Não queira ser melhor que o outro.

Evite as comparações e procure realizar os seus projetos por você mesmo.

Realize aquilo que está no seu coração, e não na ambição e projetos de outrem.

Evite ser comandado pela inveja e comparações indesejáveis.

Temos sim, uma tendência a olhar o gramado do vizinho e acha-lo mais verde.

Diz Leo Babauta que uma das razões para não estarmos satisfeitos consigo próprio, é a comparação que fazemos com os outros.

Desafiar a submissão.

Tenho que me rebelar à submissão. Quero ser autônomo, autêntico e consciente das ações e iniciativas que tomam o meu tempo.

A submissão significa alienação, e não quero ser um robô controlado pelos outros.

A realidade cotidiana é um mar de alienação. Assistimos às novelas, utilizamos os objetos, falamos na mesma terminologia e inevitavelmente acabamos querendo e comprando aquilo que nos alienam para comprar.

Sei que sou assim.

Sei que sou assim e tenho que aprender a me valorizar.

Podemos incorrer no erro que é passar a vida tentando ser alguém que não é, e não falo sobre status ou aspectos materiais.

Me refiro às características pessoais, e é bom abandonar esse projeto e passar a ser quem você é de verdade.

Isso pode parecer de entendimento corriqueiro, mas aprendi que não é. É preciso um bocado de reflexão para entender quem você é. Aí passamos para a segunda etapa que é se aceitar plenamente, suas imperfeições e suas qualidades.

Diga sim quando quer dizer sim.

Tenha opinião própria e não se deixe influenciar em demasia pela opinião dos outros.

Você não é um fantoche, e diga sim quando quer dizer sim.

Também, diga não quando quer dizer não.

Não deixe que a sua vida saia do controle, e não deixe que outros controlem o que sai da sua boca.

Seja autêntico.

Não tenha medo de ser autêntico. Seja você mesmo.

A discussão sobre a autenticidade é cada vez mais atual.

Até o Papa Bento XVI comentou, e foi citado no artigo da New York Times sobre a autenticidade. Diz o Papa que é difícil ver a autenticidade em tempos de redes sociais, na minha opinião, a preocupação do Papa faz sentido.