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Não se torne uma pessoa azeda.

Se insistirmos em ser uma pessoa azeda, e nisso que vamos nos transformar.

Se você pratica o amor e a compreensão, vai se tornar uma pessoa amorosa e compreensiva.

Somos o que praticamos. Dê o seu melhor, e pare de azedar a vida dos outros e a sua própria.

Aprecie o lado bom da vida, e mesmo quando tropeçar e ralar os joelhos, aproveite de coração aberto cada lição que vem agregada a esse evento.

Quem reclama muito da vida, maldizendo cada circunstância, acaba se apegando ao negativo, e a vida acaba sendo só isso.

O poder da nossa mente.

O maior poder que temos para mudar a realidade, não é atuando sobre ela, mas mudando a nossa mente e a maneira como enxergamos cada coisa na nossa vida.

Nas adversidades, podemos enxergar lições e aprendizagem.

Nas realizações e alegrias, podemos enxergar bênçãos e experimentar a gratidão.

Mas podemos também fazer o oposto. Mesmo com evidências positivas, enxergar o desastre o fracasso.

A saúde do otimista.

Os estudos de Sheldon Cohen, professor da Universidade Carnegie Mellon são surpreendentes no que se refere à saúde do otimista.

As pessoas com emoções mais positivas, apresentam menores índices de contágio de doenças infecciosas.

O estudo foi feito com grupos cientificamente controlados, e inoculados com vírus do resfriado, e em outro experimento com o vírus da gripe.

A mente catastrófica.

A nossa mente catastrófica pode nos arrumar muitas confusões.

Comentei várias vezes que somos os sobreviventes dos homens das cavernas, e por isso mesmo, herdamos o seu gene vencedor.

Uma das características que herdamos é o catastrofismo.

Aqueles indivíduos que não pensaram o pior, a neve, a invasão, as inundações e portanto não se prepararam, acumulando alimentos e se protegendo, não sobreviveram. Por outro lado, aqueles que assim fizeram, ficaram para contar a história e nos passaram os seus genes.

Diga sim à vida.

Dizer sim a vida, é assumir o poder que cada um tem dentro de si.

Não é o poder de dominar ou conquistar coisas, mas de assumir o controle da sua própria vida.

Quando dizemos sim, afastamos o não que nos limita. Afastamos o medo que nos impede de prosseguir.

Dizer sim é se abrir para os caminhos, enxergar as oportunidades.

Agora vejo os problemas na devida proporção.

Quando nos defrontamos com um problema grave, temos logo uma tendência de esperar o pior.

Nos vem à mente situações semelhantes que aconteceram com outras pessoas e que se desdobraram em dramas sem fim, ou terminaram em resultados desastrosos.

O medo de que o mesmo aconteça conosco toma conta da nossa mente, e o ciclo vicioso mental roda sem parar, nos imobilizando quase que completamente.

Muita coisa aprendi nessa minha jornada que me permite ver hoje, os problemas, na sua devida proporção.

Uma lição que aprendi com um dileto amigo é:

“Pare de se preocupar com os problemas que não irão acontecer”.

Muitos dos problemas são por nós inventados. Eles só existem na nossa mente ultra preocupada.

Isso tem a ver com o otimismo versus pessimismo. Tem a ver com enxergar a vida com as lentes positivas e deixar de ver problemas em tudo.

Muitas vezes dedicamos muito tempo ruminando um problema muito pequeno, e quanto mais pensamos nele, mais ele cresce de proporção.

Isso acontece nos relacionamentos, no meio familiar e no trabalho.

Uma boa dica é dar uma solução para esse pequeno problema, mesmo que a solução não seja perfeita e tocar pra frente, deixando para trás a preocupação excessiva.

Nos aborrecemos demasiadamente com coisas do cotidiano, supermercado, fila de bando, estacionamento, banheiro público. Temos que deixar para trás os pequenos problemas, a maioria dos quais não temos qualquer controle.

Com esse exercício de proporção dos problemas, veio também aquele de limitar drasticamente o julgamento precipitado.

O julgamento inadequado alimenta o ciclo vicioso da proporção do problema.

Quando alguém passa à nossa frente numa fila de mercado, temos uma tendência a ficar com o problema por um tempo exagerado na nossa cabeça.

Quando o evento acontece, passamos a observar a pessoa e começamos a fazer julgamentos sobre alguém que sequer conhecemos, baseados num único comportamento inadequado. Isso não tem fim e piora o nosso dia substancialmente.

Quando paramos de julgar as pessoas precipitadamente, ganhamos a leveza que precisamos para levar a nosso dia mais feliz.

Outro recurso valioso é a compaixão e a compreensão do sofrimento de outras pessoas.

Não é sentir pena do sofrimento dos outros, mas sentir você mesma a dor dos outros e querer que ela cesse.

Quando praticamos a compaixão, nos damos conta de quão pequenos são os nossos problemas, e não raro, percebemos que eles sequer existem.

Beco

Isso também vai passar.

Nada na vida é permanente.

Tudo na vida é passageiro. As coisas ruins e boas também. Quando estiver enfrentando dificuldades inimagináveis, lembre-se que isso também vai passar.

Às vezes, parece que a dor e o desconforto irão exceder o momento presente, e que permanecerão para sempre, ou indefinidamente.

Queremos passar rápido por isso, pegar o controle remoto e avançar em velocidade rápida, mas a impressão que nos dá, é que não vai adiantar nada.

O melhor a fazer, é buscar a serenidade e a aceitação de que maus momentos fazem parte da vida, e isso também vai passar.

O tempo, algo que foge ao nosso controle, e é algo que está fora do nosso ser, na maioria das vezes é o melhor remédio.

Pensamos que o tempo nos embaraça a memória, e vamos nos esquecendo das adversidades. Vejo hoje que na verdade, o tempo permite que os aspectos positivos e as lições transpareçam.

O equilíbrio do positivo e negativo em cada evento da vida, passado o calor da emoção, se estabelece de forma sábia e divina.

Dizem os escritos que o rei Salomão, nos bons momentos, tinha medo que eles não durassem, e nos maus momentos, tinha medo que eles perdurassem.

A frase: isso também vai passar, gravada em ouro para o rei Salomão lhe permitiu lembrar-se sempre dessa poderosa lição.

O professor Seligman, no seu livro Aprenda Ser Otimista nos ensina brilhantemente que o pessimismo está em perceber que o mal é permanente, que o mal contamina tudo na vida, e que é tudo nossa culpa.

Quando aprendemos essa valiosa lição, percebemos que a cura não demora a chegar.

Beco