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Mais compaixão – menos egoísmo.

Mais compaixão é essencial, mas uma difícil tarefa de exercitar. Exige prática, determinação, e paciência consigo mesmo.

Temos uma barreira enorme de demonstrar ou mesmo sentir a compaixão. Especialmente quando estamos irritados com a outra pessoa, decepcionados, ou prontos para nos portarmos de maneira beligerante.

Leo Babauta recomenda que focalizemos os nossos pensamentos egoístas, pois são eles que se colocam no caminho e impedem que evoluamos nessa direção.

Os dons espirituais que surgem com a tristeza.

Uma perda, um rompimento são motivos mais do que suficientes para se sentir uma tristeza profunda.

Uma tristeza sentida com autocompaixão traz de dentro de nós, dons espirituais antes difíceis de se notar.

Quando estamos em sofrimento, tudo que precisamos é alguém que nos pegue no colo e nos embale.

A autocompaixão é a capacidade de fazer isso consigo mesmo, se acalentar, com grandeza e generosidade.

Não condene imediatamente.

Não condene os outros imediatamente. Quando alguém começa a falar mal de alguém, há uma tentação para as outras pessoas ingressarem nesse jogo de linchar os outros.

Parece que gostamos todos de bater um pouco nas outras pessoas. Gostamos de falar mal, desacreditar e diminuir os outros e as suas realizações.

É um comportamento destrutivo, não só para as pessoas que são o alvo de nossos comentários, mas principalmente para nós mesmos.

Isso não contribui para o nosso crescimento e acaba funcionando como uma pedra no nosso sapado, um peso atado a nossos pés.

Não olhe com indiferença.

Não olhe com indiferença para as pessoas.

Se ligue nas pessoas. Se interesse e interaja com respeito e honestidade.

Não olhe para as pessoas com indiferença como quem olha para um punhado de cascalho.

Todo mundo tem um montão de histórias interessantes. Ouça com atenção e com interesse.

Quando for o caso, tome partido, seja amigo e seja solidário.

Seja compassivo e generoso nos comentários.