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Por que nos sentimos perdidos? 10 explicações

Por que nos sentimos perdidos? 10 explicações

Às vezes nos sentimos perdidos, atropelados por tantos inesperados problemas. Na crise, a nossa mente não consegue encontrar caminhos nem explicações.

Se você se sente perdido de vez em quando e fica buscando as razões e as explicações, leia as 10 razões que Luminita nos ajuda a enxergar.

Não deixe a culpa tomar conta

Não deixe a culpa tomar conta

A culpa é um fardo pesado que temos que aprender a aliviar, e podemos fazer isso um pouco de cada vez, e de repente nos sentimos mais leves.

Aprendi que a culpa é sempre um sinal de prepotência.

Quando nos sentimos culpados é porque não conseguimos aceitar que nós, seres perfeitos que somos, poderíamos ter falhado dessa maneira.

Quando culpamos os outros, é porque no fundo pensamos que, se fossemos nós, perfeitos que somos, não teríamos errado – teríamos feito certo, ou perfeito.

Aceitar ser humano

Aceitar ser humano

Somos seres humanos com tudo que vem de qualidades e deficiências. A sabedoria que ganhamos ao longo da vida, deve nos permitir corrigir muitas das deficiências. Mas temos que ter calma e nos tratar com gentileza. Sobretudo, temos que nos aceitar como seres humanos falíveis, imperfeitos, mas com a capacidade de melhorar, um dia de cada vez.

Como diz Pema Chodron, num vídeo esclarecedor.

Queremos nos livrar e rejeitar as coisas ruins, a dor e o desconforto.

Aceite as limitações dos outros.

Jogamos para os outros, a expectativa de perfeição que nem mesmo nós somos capazes de cumprir.

Ficamos cobrando, julgando e criticando, quando deveríamos aceitar e usufruir.

As pessoas são diferentes, temos que aceitar. O desempenho e capacidade de cada um respeitam a sua individualidade e as condições do momento. Não devemos cobrar mais do que é razoável. O mundo ideal e perfeito não deve ser um objeto de cobrança quando confrontamos os resultados e as responsabilidades.

A expressão verdadeira de nós mesmos.

Aceitar a nós mesmos é uma tarefa fundamental e muitas vezes difícil.

Conhecer a si próprio, se aceitar, até mesmo as características que renegamos é uma tarefa para a vida toda.

Temos muitas recaídas e por isso mesmo temos que estar vigilantes para tal aceitação.

Muito embora esconder e renegar o que somos dá um trabalho enorme e um desgaste emocional, temos todos uma tendência para enveredar nessa prática.

Segundo o que escreve a autora Debbie Ford, é como se estivéssemos numa festa tendo que carregar um mamão papaya.

Sei que sou assim.

Sei que sou assim e tenho que aprender a me valorizar.

Podemos incorrer no erro que é passar a vida tentando ser alguém que não é, e não falo sobre status ou aspectos materiais.

Me refiro às características pessoais, e é bom abandonar esse projeto e passar a ser quem você é de verdade.

Isso pode parecer de entendimento corriqueiro, mas aprendi que não é. É preciso um bocado de reflexão para entender quem você é. Aí passamos para a segunda etapa que é se aceitar plenamente, suas imperfeições e suas qualidades.

Quero parar de me censurar.

Porque será que me critico tanto?

Quero abrandar a minha autocrítica e me liberar mais para as coisas que penso, desejo e quero fazer.

Sei que há oportunidades por trás dos problemas, mas precisa calar um pouco essa voz interna crítica e intensa.

Quando deixamos a autocrítica dominar, as boas ideias e soluções são eliminadas no nascedouro. Nem bem começamos a atinar sobre elas e elas desaparecem.