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Muito além do descontentamento

Não podemos deixar como está, e queremos mesmo mudar o que está ruim, e para isso temos que ir além da frustração e do descontentamento. Temos que colocar aquela energia e dar o impulso para mudar o que tem que ser mudado.

Quando nos sentimos descontentes com a vida, ficamos impregnados com a negatividade. Nos falta aquela energia positiva e otimista que necessitamos para corrigir, mudar o rumo, virar o barco para outra direção.

Mudar nem sempre é fácil, pois nos sentimos como um transatlântico que navega numa direção indesejável para o qual a mudança de rumo acontece muito lentamente.

Não se acomode, nem na felicidade.

Nunca devemos nos acomodar, mesmo que a vida nos brinde com uma estrada pavimentada, sem buracos, nem semáforos. A vida é muito curta para viver o mesmo dia duas vezes.

Precisamos de alguma dificuldade para construir as nossas capacidades, para exercitar a nossa resiliência.

A acomodação também nos traz fraqueza, debilidade. Precisamos de provocação, não no sentido negativo, mas para que sejamos colocados à prova, para crescermos fortalecidos.

A acomodação não é boa para pessoas e também para empresas e instituições.

Deixe o confortável sofá.

Experimente coisas novas e deixe um pouco esse conforto do velho sofá. Expanda a sua zona de conforto, vá a lugares diferentes, conheça pessoas, faça novas amizades.

Hoje é um dia totalmente novo, experimente algo novo, procure uma oportunidade para aprender algo novo.

Faça o exercício de deixar as coisas antigas, o conforto previsível do sofá e o controle remoto da TV.

Dê uma refrescada no seu dia, buscando algo fora do seu ambiente conhecido e familiar.

Sei que é mais fácil ficar na zona de conforto, mas reconheça que o mundo é abundante em novas perspectivas – experimente.

Amplie sua zona de conforto.

 

A vida da gente é composta de zonas de conforto e de desconforto.

Certamente quanto maior a zona de desconforto mais desconfortáveis estamos com a vida – é meio evidente.

Temos que aumentar a zona de conforto para ficarmos mais satisfeitos com a vida e portanto, mais felizes.

Quando temos uma zona de conforto muito pequena, ficamos enclausurados pois tememos os riscos e o desconforto de sair dela, e consequentemente deixamos de usufruir de uma vida plena.