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Tentando resolver os problemas que já foram resolvidos

Tentando resolver os problemas que já foram resolvidos

Os problemas tendem a ocupar a nossa mente mesmo quando já foram resolvidos.

Isso acontece por várias razões. Podemos não estar plenamente confiantes com a solução dada, a escolha feita ou o encaminhamento dado ao problema e com isso, mesmo depois de resolvermos o problema, ele fica retornando continuamente à nossa mente. Também, quando não aceitamos a solução dada, ficamos matutando em outra solução, mesmo que a solução seja irreversível, e isso se torna também uma ruminação sem fim.

Ocupar a mente com os problemas é a nossa vida, afinal, temos tantos problemas a resolver, e a nossa capacidade é colocada à prova constantemente.

9 sinais de que você precisa de menos preocupação e mais ocupação

9 sinais de que você precisa de menos preocupação e mais ocupação

Menos preocupação e mais ocupação. Pare de se preocupar com aquilo que não vai acontecer. Não deixe pequenas questões ocuparem muito espaço na sua mente. A mente solta tem a capacidade de vagar por um mar de preocupações sem fundamento, sem razão aparente.

Ficamos excessivamente preocupados com os problemas do amanhã. É possível que os problemas não venham, e se por acaso vierem, a preocupação não vai nos deixar melhor preparados para enfrentá-los.

Uma coisa é certa, a preocupação nos enfraquece para lidarmos com aquilo que vivemos hoje. Além disso, deixamos de usufruir a vida no hoje. Enquanto vagamos por problemas hipotéticos do amanhã, deixamos de saborear a realidade bela e inegável do hoje.

Não deixe os problemas rodarem em círculos na sua cabeça

Não deixe os problemas rodarem em círculos na sua cabeça

Às vezes gastamos tempo demasiado para tomar simples decisões, e nos preocupamos demais com coisas irrelevantes, e o mais impressionante é que pequenas coisas assumem proporções descomunais na nossa mente, e temos que evitar isso.

Faça alguma coisa para afastar as preocupações, mesmo que temporariamente. Saia para uma corrida ligeira. Prepare algo saudável para comer.

Não fique tamborilando com os problemas na cabeça. Não dedique tanto tempo pensando em questões e problemas corriqueiros. Fique atento para identificar a ruminação acontecendo.

Não rumine a sua tristeza e deixe-a-passar

Não rumine a sua tristeza e deixe-a-passar

Aceite sua tristeza e deixe-a passar. Não fique preso a ela, não rumine e não a deixe ficar.

Quando estamos tristes, temos uma tendência a nos afundar na tristeza. Quanto mais tempo passamos nessa situação, mais temos dificuldades de sair dela. Ao sentir a tristeza chegando, reconheça-a, aceite-a, mas procure uma maneira sutil de mantê-la a uma distância segura.

Uma boa receita é procurar alguma coisa produtiva para fazer. Comece a preparar o jantar. Arrume o armário. Limpe o jardim. Isso pode não resolver a tristeza, nem eliminar a causa da tristeza, mas vai te deixar mais satisfeito, simplesmente por te fazer produtivo, e vai te distrair para as coisas do seu mundo real. Procure uma atividade quase que mecânica, e ao mesmo tempo agradável. Não busque coisas sofisticadas e que exijam uma concentração mental acentuada. Isso pode ser um gatilho para o retorno dos pensamentos tristes.

Dê um basta na ruminação

Dê um basta na ruminação

Pare de ficar mastigando os ressentimentos, a culpa e a inveja. Deixe ir os pensamentos negativos.

Importante pensar nos problemas e buscar soluções adequadas, mas ficar ruminando incessantemente os problemas nos torna infelizes e incapazes de viver as coisas boas que estão acontecendo conosco neste exato momento. Sinta o frescor da brisa matutina, sinta o odor das flores, perceba o verde da vegetação. Isso tudo te traz para o momento presente, e com a prática você vai abandonando esse processo tão prejudicial para a sua busca permanente da felicidade.

Pensamentos circulares martelando na cabeça.

De novo aquele pensamento rondando a minha mente. Nem bem me distraí com alguma coisa e lá vem aquele desconforto e aquela insatisfação com alguma coisa na minha vida.

Isso é o que chamamos de ruminação, os pensamentos circulares que vão e voltam a nos atormentar.

Quase sempre são aspectos que não conseguimos modificar, pois estão fora do nosso alcance, e insistimos em dar tratos à bola, imaginando alguma maneira de mudar.

Você e seus problemas.

O tamanho dos nossos problemas é bastante relativo, e reduzi-lo em muitos casos é um trabalho mental.

Olhar para os problemas com auto-estima elevada, de cabeça erguida, com olhar altivo, nos coloca em melhor situação.

Você cresce e seus problemas diminuem.

Você fica pequeno e de repente percebe que os problemas cresceram de tamanho, e as coisas que estavam escondidas apareceram travestidos de novos problemas.