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A alegria altruísta.

A alegria altruísta é estar feliz pelo sucesso e felicidade de outros.

Se você tiver dificuldade para praticar isso, faça como nos ensina o Dr. Rick Hanson no seu livro “Hardwiring Happiness”: tente se sentir feliz com a alegria de um menino tomando o seu sorvete, a felicidade de um bebê no colo da mãe.

Depois passe para experimentar com adultos, passando por pessoas desconhecidas e já no estágio avançado, ficar feliz com o sucesso pessoas que você sequer gosta.

É difícil chegar a esse estágio, mas como tudo, devemos começar um passo de cada vez.

Magoando quem nos cerca.

Às vezes assumimos comportamentos inconsequentes e temos a ilusão de que estamos ferindo somente a nós próprios, mas devemos saber que ferimos todos os que nos cercam, sejam amigos ou familiares.

É o exemplo do alcoolismo e a dependência química, que acabam por transbordar nos nossos entes queridos.

Quem negligencia com a própria saúde acaba deixando trabalho também para os outros, pois logo estará com alguma incapacidade física ou mental.

Devemos pensar em nós mesmos, mas temos que considerar o nosso pequeno grupo social de amigos e familiares, eles são a nossa vida, e o equilíbrio está na saúde plena de todos.

Os amigos na alegria.

Escreveu Paulo Coelho que os verdadeiros amigos são aqueles que estão contigo nas suas alegrias e realizações, se alegrando juntos, comemorando.

Por outro lado, os amigos de mentira são aqueles que aparecem quando as coisas ficam pretas. Assim como urubus, com o ar de tristeza(falso), querendo ajudar e consolar, quando na verdade, estão se nutrindo da sua dor e sofrimento.

Tenho uma tendência a discordar um pouco do célebre autor. Penso que muitos amigos, mesmo geograficamente distantes, aparecem justamente na hora de gravidade, onde a principal ajuda é a solidariedade.

Olhe além do seu umbigo.

Olhe o benefício coletivo daquilo que está por fazer. Perceba o impacto nas outras pessoas, na humanidade, no planeta.

A nossa correria nos deixa míope com relação aos interesses das outras pessoas. Temos tantas coisas para cuidar que temos que fazer um esforço adicional para perceber que tudo que fazemos tem algum impacto para os outros.

Mas é importante estarmos atentos para além do próprio umbigo.

Vivemos em comunidade, e podemos ajudar ou prejudicar alguém com as nossas ações, e atentar para o equilíbrio e harmonia, faz de cada um, uma pessoa querida, bem recebida e desejada.

Os punhos fechados.

Quando estamos com os punhos fechados não podemos nem dar nem receber qualquer coisa.

Dessa maneira, não podemos sequer cumprimentar uma pessoa.

A nossa atitude fechada nos afasta das pessoas, dos relacionamentos, e a nossa mente pode assumir esse modo destrutivo sem que percebamos.

Pensamos estar interagindo com as pessoas, mas sequer estamos ouvindo o que as elas estão dizendo.

Pessoas contam histórias e não estamos interessados, e a nossa vontade é apenas contar a nossa própria história.

Não abuse da boa vontade.

Não abuse da boa vontade dos outros e tampouco deixe que abusem da sua boa vontade.

As mulheres em especial, reclamam muito desse tipo de comportamento. Dizem os cientistas que elas foram desenvolvidas para gerar, cuidar e amar incondicionalmente, e quando essa atitude se estende para outros relacionamentos, pode ocorrer o abuso.

Amizades para a vida toda.

Procure cultivar e cuidar das boas amizades para a vida toda.

Amigos são para sempre, e você deve mantê-los perto do coração.

Temos que acreditar nisso, e agir para isso se torne realidade. Se descuidar, o distanciamento vai acontecer naturalmente e você vai se surpreender negativamente quando perceber que os amigos se foram.

Assim como cultivamos o nosso pomar, as amizades devem receber o carinho adequado.