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Não julgue tanto as pessoas.

Quem julga muito ama pouco. Não julgue tanto as pessoas.

Já dizia Madre Tereza, quem perde muito tempo julgando as pessoas, não tem tempo para amá-las, e eu acho isso absolutamente verdadeiro, pois o julgamento não deixa espaço para o amor, a apreciação, a admiração.

Pensamos estar sendo racionais, fazendo um julgamento imparcial e objetivo, mas estamos impedindo que os nossos relacionamentos sejam virtuosos, que o amor ultrapasse essa dura capa de prepotência e arrogância que estamos construindo ao julgar os outros.

As pessoas fazem coisas que não gosto.

Não há como evitar, algumas pessoas fazem coisas que não gosto.

Passo logo para o meu modo de julgamento, rotulando e criticando.

Sei que isso torna a minha vida ácida e o meu dia pesado, tenho que deixar ir.

Não devo aceitar maus tratos, provocações e agressões, mas a grande maioria dos incidentes desse tipo se enquadra em coisa ditas, comentários maldosos e atitudes sem importância que demos deixar passar.

A alegria altruísta.

A alegria altruísta é estar feliz pelo sucesso e felicidade de outros.

Se você tiver dificuldade para praticar isso, faça como nos ensina o Dr. Rick Hanson no seu livro “Hardwiring Happiness”: tente se sentir feliz com a alegria de um menino tomando o seu sorvete, a felicidade de um bebê no colo da mãe.

Depois passe para experimentar com adultos, passando por pessoas desconhecidas e já no estágio avançado, ficar feliz com o sucesso pessoas que você sequer gosta.

É difícil chegar a esse estágio, mas como tudo, devemos começar um passo de cada vez.

Magoando quem nos cerca.

Às vezes assumimos comportamentos inconsequentes e temos a ilusão de que estamos ferindo somente a nós próprios, mas devemos saber que ferimos todos os que nos cercam, sejam amigos ou familiares.

É o exemplo do alcoolismo e a dependência química, que acabam por transbordar nos nossos entes queridos.

Quem negligencia com a própria saúde acaba deixando trabalho também para os outros, pois logo estará com alguma incapacidade física ou mental.

Devemos pensar em nós mesmos, mas temos que considerar o nosso pequeno grupo social de amigos e familiares, eles são a nossa vida, e o equilíbrio está na saúde plena de todos.

Os amigos na alegria.

Escreveu Paulo Coelho que os verdadeiros amigos são aqueles que estão contigo nas suas alegrias e realizações, se alegrando juntos, comemorando.

Por outro lado, os amigos de mentira são aqueles que aparecem quando as coisas ficam pretas. Assim como urubus, com o ar de tristeza(falso), querendo ajudar e consolar, quando na verdade, estão se nutrindo da sua dor e sofrimento.

Tenho uma tendência a discordar um pouco do célebre autor. Penso que muitos amigos, mesmo geograficamente distantes, aparecem justamente na hora de gravidade, onde a principal ajuda é a solidariedade.

Olhe além do seu umbigo.

Olhe o benefício coletivo daquilo que está por fazer. Perceba o impacto nas outras pessoas, na humanidade, no planeta.

A nossa correria nos deixa míope com relação aos interesses das outras pessoas. Temos tantas coisas para cuidar que temos que fazer um esforço adicional para perceber que tudo que fazemos tem algum impacto para os outros.

Mas é importante estarmos atentos para além do próprio umbigo.

Vivemos em comunidade, e podemos ajudar ou prejudicar alguém com as nossas ações, e atentar para o equilíbrio e harmonia, faz de cada um, uma pessoa querida, bem recebida e desejada.

Os punhos fechados.

Quando estamos com os punhos fechados não podemos nem dar nem receber qualquer coisa.

Dessa maneira, não podemos sequer cumprimentar uma pessoa.

A nossa atitude fechada nos afasta das pessoas, dos relacionamentos, e a nossa mente pode assumir esse modo destrutivo sem que percebamos.

Pensamos estar interagindo com as pessoas, mas sequer estamos ouvindo o que as elas estão dizendo.

Pessoas contam histórias e não estamos interessados, e a nossa vontade é apenas contar a nossa própria história.