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Compromisso com a felicidade

Há uma infinidade de compromissos com a felicidade que as pessoas gostam de divulgar, são os ditos Happiness Manifesto, que quero explorar nessa postagem, colocando o leitor em contato com alguns muito interessantes.

Celestine Chua, uma famosa blogueira postou o seu Compromisso:

A disposição para ser feliz.

A felicidade não é fruto da posição que ocupamos, mas da disposição que temos para ser feliz.

Diz a ciência que cinquenta por cento da nossa felicidade é função da nossa aptidão genética, e que apenas dez por cento é fruto das condições externas, e um total enorme, quarenta por cento, é resultado das nossas próprias iniciativas.

Portanto, devemos abandonar essa atitude de esperar para ser feliz quando as condições forem favoráveis.

Podemos sim, assumir a nossa capacidade de tomar as iniciativas que realmente podem nos trazer a felicidade.

Eu quero a felicidade, e os outros também.

Eu quero a felicidade e busco ser feliz, mas tenho que pensar nisso sem prejudicar os outros.

Devo pensar no meu bem-estar sem afetar negativamente o bem-estar dos outros.

Quando jogo lixo na rua, estou pensando na minha comodidade de não ter que carregar o lixo até a lixeira.

Isso ocorre em detrimento dos outros que também utilizam o passeio público. Sem contar com o trabalho adicional de quem tem que limpar as vias públicas.

Mudando atitudes derrotistas.

Quando assumimos uma postura derrotista, já estamos entrando na partida para perder. A vida já nos derrotou.

Mas somos inteligentes e temos todos, a capacidade de mudar várias dessas atitudes derrotistas.

Escreveu Sam Russell sobre quatro dessas atitudes que se colocam no nosso caminho e são obstáculos à felicidade.

Não sou diferente de ninguém.

Não sou diferente de ninguém. Às vezes pensamos de outra maneira, mas não somos os únicos sofredores.

Temos a impressão que os outros, estes sim, levam a vida como um passeio no parque.

Quando estamos em sofrimento, procuramos nas pessoas do nosso convívio algo similar e não encontramos. Julgamos que fomos escolhidos para carregar o sofrimento da humanidade.

Não é verdade, e temos que reconhecer a nossa condição humana. Somos todos iguais e eu não sou diferente de ninguém.

A minha dor e as adversidades que enfrento, não é diferente daquilo a que estão sujeitas as outras pessoas.

A vida ao contrário.

Muitas pessoas pensam em ter mais dinheiro para poder ser feliz.
E a sequência para atingir felicidade fica assim:
1-Conseguir mais dinheiro e mais coisas – conforto material.
2-Fazer mais coisas com a capacidade financeira.
3-Agora, com a liberdade financeira – fazer coisas que realmente gosta.
4-Finalmente – buscar a felicidade.

Quero ser feliz.

Quem não quer ser feliz?

Conseguimos encontrar alguém que queira ser infeliz?

Esta frase – quero ser feliz – aparentemente uma frase vazia, sem qualquer resultado prático, esconde uma reflexão muito profunda, e é o ponto de partida para essa jornada em busca da felicidade.

O que é a felicidade para você?

Qual o significado que ela tem para você?

Às vezes, nessa busca diligente da felicidade, nos damos conta às vezes, que estamos na verdade quase sem fôlego, correndo em cima de uma esteira hedônica, sem sequer sair do lugar.

Pensamos que estamos equipados para a aventura  – em busca da felicidade – quando na verdade, a nossa mochila está cheia de ferramentas que não servem para esse fim.

Carregamos uma chave que serve para tentar viver a vida dos outros, para controlar a vida dos outros.

Temos também, uma ferramenta para tentar adquirir controle sobre as coisas que não temos controle.

Temos um dispositivo para conectar a inveja e a culpa e o alicate da prepotência, para o caso de dar um aperto na situação.

E a caixa de ferramentas da infelicidade não estaria completa sem as luvas do individualismo que nos isola de contato com o mundo real, e o lubrificante do materialismo, que dá sempre a sensação momentânea de que as coisas estão funcionando bem.

Esse conjunto de ferramentas, leva sem sombra de dúvida à infelicidade.

Mas você pode corrigir isso, começando pela chave que destranca os segredos da felicidade, e a chave está dentro de você, na maneira como olha o mundo e a percepção e a compreensão daquilo que tem faz feliz.

Assim como possuímos uma chave extra para o carro, temos que ter uma chave extra para a felicidade – é como se tivéssemos onde recorrer, quando nos sentíssemos infelizes, quando estivéssemos perdidos na nossa jornada, à busca de uma pista, uma resposta.

Uma meditação, uma pausa na correria, e a oração da serenidade podem funcionar como essa chave extra.

As ferramentas que funcionam, já mencionamos várias aqui no blog, mas quero repassar aquelas que citei na – regra básica.

Assim como fazemos quando recorremos às ferramentas para consertar uma determinada coisa, quando uma ferramenta não está servindo, devemos recorrer à outra que funcione.

Se você não está feliz a despeito de todo o conforto que usufrui, faça uma reflexão – a felicidade autêntica, implica em saber o que é a felicidade para você, qual o significado que ela tem para você.

Beco