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O que fiz para merecer isso?

O que fiz para merecer isso? É a pergunta que fazemos em algum momento da nossa vida quando a tempestade nos assola.

Parece que perdemos uma fase enorme da nossa vida.

Parece que partes de nós mesmos foram subtraídas.

As perdas podem parecer enormes, inclusive o sabor pela vida.

Um grande amigo se foi.

Fiquei sabendo ontem que ele se foi.

Interessante refletir sobre a relação que tivemos.

Nunca o visitei. Ele nunca me visitou. Os nossos contatos foram meio programados, meio erráticos, mas ele teve uma influência tremenda na minha vida.

Praticamente tudo que escrevo hoje neste blog, teve início na nossa primeira conversa, altamente filosófica, honesta, verdadeira e corajosa.

Você e seus problemas.

O tamanho dos nossos problemas é bastante relativo, e reduzi-lo em muitos casos é um trabalho mental.

Olhar para os problemas com auto-estima elevada, de cabeça erguida, com olhar altivo, nos coloca em melhor situação.

Você cresce e seus problemas diminuem.

Você fica pequeno e de repente percebe que os problemas cresceram de tamanho, e as coisas que estavam escondidas apareceram travestidos de novos problemas.

Não pegue carona nos problemas dos outros.

Ajudar os outros é muito importante, mas embarcar nos problemas dos outros é algo que devemos evitar.

Não quero com isso dizer que você deve agir friamente diante do sofrimento alheio.

Mas sinto às vezes que temos uma tendência a seguir de carona nos problemas dos outros. Nem bem alguém conta um problema e eu já me enveredo imaginando que tenho o mesmo problema.

Isso é um efeito contagioso que temos que bloquear.

O problema nas minhas mãos.

Não se deixe dominar pelo problema que está em suas mãos agora.

Olhe bem para ele.

Não deixe ele te imobilizar.

Analise com o olhar honesto e objetivo.

Procure a verdadeira causa.

Enxergando problemas por toda parte.

Evite a contaminação de tudo na vida por conta de alguns pequenos problemas.

Quando só enxergamos problemas, não enxergamos as soluções.

Quando olhamos muitas pedras no caminho, espalhadas por toda parte, uma dificuldade atrás da outra, está na hora de buscar a serenidade.

Está na hora de assumir um distanciamento emocional.

Dê um passo para trás e olhe para as dificuldades como quem olha de fora, com mais imparcialidade, com mais calma.

Você vai ver que algumas pedras podem se encaixar uma na outra e formar uma escada para o seu próprio crescimento.

Como já comentei, uma pedra pode formar um muro ou uma morada. Uma situação dura e pesada certamente vai se transformar numa lição valiosa.

Problemas? – quem não tem.

Temos que levantar a nossa mirada para enxergar os problemas se resolvendo, as soluções se revelando.
Lembre-se você nunca está só.

Há sempre uma Força Superior que vai atuar quando for necessária.

Por vezes julgamos que a nossa situação é pior que a dos outros.

Vemos as pessoas tranqüilas e nos perguntamos.

Será que elas têm problemas?

Será que só eu tenho que carregar esta cruz?

Não tenha esta ilusão.

Cada um carrega a própria cruz, e diz um ditado antigo que se soubermos o tamanho da cruz dos outros, escolheríamos ficar com a nossa mesmo.

Procure os amigos. Eles estão sempre prontos a ajudar.

Se apóie na oração da serenidade, ela é sempre um bálsamo para os momentos de crise.

Alguns lutam com problemas de longa data, e para estes, aprender a aceitar as coisas que não estão no seu alcance é o melhor caminho.

Não podemos mudar o passado, não podemos melhorar o que já passou, mas podemos nos empenhar para construir um futuro melhor agora mesmo.

Faça o que está ao seu alcance.

Beco

Aceite ajuda.

Às vezes os problemas e as dores são demais para nós.

Não fique só.

Peça, e aceite ajuda.

Compartilhe com um ombro amigo.

Não se deixe abater.

Você deve ter dois ou três bons amigos – procure-os quando estiver em dificuldades.

Quando eles se aproximarem para ajudar, não se sinta fracassado – aceite a ajuda – abra seu coração.

Não aceitamos ajuda por alguns motivos bobos.

-Nos julgamos perfeitos e poderosos, não aceitamos nossos erros e fraquezas e não passa pela nossa cabeça pedir ajuda, assim como evitamos quem nos oferece ajuda.

-Encontramos muitos defeitos nos amigos e por isso não enxergamos que eles possam nos ajudar.

-Recusamos aceitar a situação, mesmo quando perdemos o nosso controle e isso é uma barreira para aceitar ajuda.

-Esperamos um mundo perfeito e assim criamos a expectativa que a coisa vá se resolver – portanto não precisamos de ajuda.

-Nos julgamos muito suficientes – a situação é grave, mas vamos resolver.

-Se acho que sou melhor em tudo, porque vou pedir ajuda dos outros?

Quando nos sentimos muito por baixo, evitamos a ajuda por outros motivos.

-achamos que não merecemos a ajuda de alguém.

-achamos que estamos incomodando os outros.

-queremos ser duros consigo mesmo – queremos nos castigar – achamos que merecemos o castigo.

Afaste todos esses pensamentos quando estiver em dificuldade.

Peça ajuda, aceite ajuda, e não se esqueça de ajudar quando for a sua vez.

Beco