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Qualidade nas interações.

Prime por conexões humanas cheias de qualidade, carregadas de energia positiva.

Não deixe o rancor, os ressentimentos a inveja e tantos outros sentimentos negativos povoarem as suas conexões com as pessoas. Não coloque veneno, não ofenda nem provoque reações que você mesmo não vai apreciar.

Plante exatamente o que quer colher. Se você quer simpatia, seja simpático. Se você quer ser bem tratado, trate bem os outros.

Experimente algumas receitas que dão resultado.

Toda vez que passar pelo caixa do supermercado, dê um sorriso autêntico, do fundo do coração, e faça um comentário positivo, elogie e seja agradável.

Desaprendendo sobre diferenças.

Estamos sempre aprendendo e desaprendendo sobre diferenças. Quando crianças, não sabíamos como distinguir as pessoas de acordo com seu nível social, cor ou qualquer outra discriminação de ordem econômica. Com o tempo, aprendemos a fazer isso e ativamos o preconceito, a segregação e tantos outros males.  Temos que desaprender a procurar diferenças.

Somos pessoas comuns, iguais, vivendo a mesma experiência neste lugar. O fato de enfrentarmos circunstâncias diferentes seja no nascimento ou no curso da vida, não nos faz indivíduos privilegiados ou desgraçados.

As diferenças que notamos não devem representar qualquer limitação para nos relacionarmos plenamente com qualquer um que seja. Temos que desligar o mecanismo mental de procurar diferenças, como se quiséssemos entrar no íntimo de sua conta corrente ou do seu guarda roupas.

A aceitação não é um pacto com a mediocridade.

A aceitação não implica em resignação, mas simplesmente compreender e aceitar aquilo que está fora do nosso alcance.

Não quer dizer que gostamos ou que vamos conviver com isso, portanto, não é um pacto com a mediocridade.

Devemos aceitar as pessoas como são, fugindo da tentação prepotente de querer mudar as pessoas ao nosso critério.

Julgar as pessoas e criticar severamente a tudo e a todos e um sinal claro de prepotência.

Recuse pensar no que não pode mudar.

Se você pensar mais de três vezes numa coisa que não consegue mudar, acenda a luz vermelha. Se determine a interromper esse círculo vicioso, parar de dar murro em ponta de faca. Se recuse a continuar esse processo.

Coisas que não consigo mudar: o comportamento do meu vizinho, do meu chefe, da minha esposa.

Coisas que consigo mudar: o meu próprio comportamento, os meus pensamentos, o meu julgamento.

Os pensamentos prepotentes de querer mudar a tudo e a todos, pode nos atormentar sem descanso. Temos que recusar a alimentar tais pensamentos, abandonar a prepotência e assumir que não podemos tudo.

Não culpe o pé de alface.

Não culpe tudo e todos.

Não culpe tudo e todos. Plantamos um pé de alface, e algo não vai bem, e a planta não progrediu conforme esperado.

Você sabe muito bem que não deve culpar o pé de alface. Mas sim analisar as causas fundamentais para que o cultivo não tenha saído a contento. Analisadas as causas, é possível resolvê-las uma a uma, e no final, o alface vai se apresentar apetitosa para a sua salada.

Na vida cotidiana, espalhamos a culpa a torto e a direito. Agimos como se fosse produtivo culpar o pé de alface, foi a lição que aprendi com o monge Thich Nhat Hanh.

Culpamos o carro por ter quebrado, culpamos a chuva pelo vazamento no telhado, e culpamos o cachorro por ter sujado a sala de estar.

Desarme o seu espírito.

Desarme o seu espírito para sentir a harmonia das coisas, como se tudo estivesse no lugar que deveria estar.

Interrompemos a sede enorme de se afirmar, convencer e persuadir,

Tudo no lugar, sem a urgência de se defender, se comparar e se sobressair.

O espírito desarmado é aquele que usufrui da abundância da vida, aprende todas as lições e aproveita cada circunstância, boa ou má.

Não queira ser melhor que o outro.

Evite as comparações e procure realizar os seus projetos por você mesmo.

Realize aquilo que está no seu coração, e não na ambição e projetos de outrem.

Evite ser comandado pela inveja e comparações indesejáveis.

Temos sim, uma tendência a olhar o gramado do vizinho e acha-lo mais verde.

Diz Leo Babauta que uma das razões para não estarmos satisfeitos consigo próprio, é a comparação que fazemos com os outros.