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Não deixe a culpa tomar conta

Não deixe a culpa tomar conta

A culpa é um fardo pesado que temos que aprender a aliviar, e podemos fazer isso um pouco de cada vez, e de repente nos sentimos mais leves.

Aprendi que a culpa é sempre um sinal de prepotência.

Quando nos sentimos culpados é porque não conseguimos aceitar que nós, seres perfeitos que somos, poderíamos ter falhado dessa maneira.

Quando culpamos os outros, é porque no fundo pensamos que, se fossemos nós, perfeitos que somos, não teríamos errado – teríamos feito certo, ou perfeito.

Sai da escada da arrogância

Sai da escada da arrogância

Não se coloque acima daquele que te fala, pois essa arrogância vai te deixar surdo para a mensagem que você está recebendo.

A superioridade bloqueia qualquer comunicação, e, quando menos, distorce o seu conteúdo da mensagem, entendemos mal, interpretamos às avessas.

Não se coloque num patamar acima daquele que está falando, isso vai dificultar enormemente você ouvir e entender a mensagem.

Contar vantagens desperta pelo menos 2 sentimentos perversos

Contar vantagens desperta pelo menos 2 sentimentos perversos

Normalmente quando contamos vantagens é porque queremos olhar as pessoas com ar de superioridade.

Queremos nos colocar por cima, e fazemos uso de comentários vazios, arrogantes que provocam um mal-estar e realmente deixam os outros reduzidos. Prejudicam muito os relacionamentos e deixam um rastro de arrogância e prepotência.

É como se jogássemos ovos na própria vidraça, sujando a nossa própria imagem ao contar vantagens.

Quem conta vantagem é porque está se comparando constantemente com os outros, o que por si só já é um obstáculo à felicidade como tenho comentado em minhas postagens.

Parece um contrassenso, mas quando contamos vantagens, nos sentimos diminuídos. Que trabalho inútil – quanto mais contamos vantagem, no fundo, menor nos sentimos.

Não julgar

Não julgar

Evite sair julgando as pessoas de pronto, como se fosse o comandante do júri.

Aceite as pessoas, sem querer mudá-las. Evite julgar as situações, condenando imediatamente tudo que te cerca, como se o mundo estivesse perdido. Não confie nas notícias, pois as emissoras confiam na nossa propensão natural de se fixar no drama e na desgraça alheia.

Quando enveredamos pelo julgamento indiscriminado das pessoas, certamente nos fixamos naquilo que não gostamos e acreditamos serem defeitos. Com isso, perdemos a chance de apreciar as qualidades dos outros.

As pessoas numa escada

As pessoas numa escada

Não olhe para as pessoas como quem está numa escada.

Não encare a vida como uma escada onde você encontra pessoas abaixo e se compadece, e outras, você encontra acima de você e então as inveja.

Se coloque no mesmo plano das pessoas, e olhe para elas de igual para igual.

Exercite a empatia. Se coloque no lugar do outro para melhor entender o comportamento de cada um, suas necessidades, suas ansiedades e dificuldades.

Exercite a compaixão. Sinta você mesmo a dor do outro e queira que a dor cesse. Você pode não fazer nada, mas esse sentimento valioso vai provocar uma transformação na maneira como você vê as outras pessoas.

Lição de moral

Lição de moral

Não dê lição de moral nos outros, pois é um ato de prepotência e faz mal a você mesmo.

Quem dá lição de moral no crescimento alheio é porque se esqueceu de crescer, e agindo desse jeito vai continuar pequenininho.

Querer se mostrar superior ao outro, é atitude desprezível e que só traz mal estar para todos. É alguém tentando enquadrar os outros como se fosse, ele próprio uma pessoa perfeita, livre de qualquer defeito.

Quando somos nós mesmos vítimas de lição de moral, devemos praticar o desligamento, deixar passar e limpar da nossa lembrança tal fato desagradável.

Tentando controlar os outros

Tentando controlar os outros

Temos um péssimo hábito de querer controlar os outros, impor as nossas vontades e pensamentos, e isso trabalha contra a nossa felicidade.

Preste atenção se você não está tentando controlar as pessoas, e com isso, descuidando da própria vida.

Você repete o seu argumento mais alto quando a pessoa não concorda?

Você repete o seu argumento inúmeras vezes?

Você fica satisfeito somente quando a pessoa concorda com os seus argumentos?

Você insiste incessantemente quando a sua alternativa não foi a escolhida? – isso vale para a escolha do filme a assistir, do restaurante para o jantar, para o roteiro de férias.