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As pessoas numa escada

As pessoas numa escada

Não olhe para as pessoas como quem está numa escada.

Não encare a vida como uma escada onde você encontra pessoas abaixo e se compadece, e outras, você encontra acima de você e então as inveja.

Se coloque no mesmo plano das pessoas, e olhe para elas de igual para igual.

Exercite a empatia. Se coloque no lugar do outro para melhor entender o comportamento de cada um, suas necessidades, suas ansiedades e dificuldades.

Exercite a compaixão. Sinta você mesmo a dor do outro e queira que a dor cesse. Você pode não fazer nada, mas esse sentimento valioso vai provocar uma transformação na maneira como você vê as outras pessoas.

Lição de moral

Lição de moral

Não dê lição de moral nos outros, pois é um ato de prepotência e faz mal a você mesmo.

Quem dá lição de moral no crescimento alheio é porque se esqueceu de crescer, e agindo desse jeito vai continuar pequenininho.

Querer se mostrar superior ao outro, é atitude desprezível e que só traz mal estar para todos. É alguém tentando enquadrar os outros como se fosse, ele próprio uma pessoa perfeita, livre de qualquer defeito.

Quando somos nós mesmos vítimas de lição de moral, devemos praticar o desligamento, deixar passar e limpar da nossa lembrança tal fato desagradável.

Tentando controlar os outros

Tentando controlar os outros

Temos um péssimo hábito de querer controlar os outros, impor as nossas vontades e pensamentos, e isso trabalha contra a nossa felicidade.

Preste atenção se você não está tentando controlar as pessoas, e com isso, descuidando da própria vida.

Você repete o seu argumento mais alto quando a pessoa não concorda?

Você repete o seu argumento inúmeras vezes?

Você fica satisfeito somente quando a pessoa concorda com os seus argumentos?

Você insiste incessantemente quando a sua alternativa não foi a escolhida? – isso vale para a escolha do filme a assistir, do restaurante para o jantar, para o roteiro de férias.

Uma perspectiva particular

Uma perspectiva particular

Cada pessoa enxerga a realidade de uma perspectiva particular, e você não deve esperar ou exigir que outros vejam as coisas como você vê. Tampouco espere que as pessoas gostem das coisas como você.

Cada um enxerga e valoriza as coisas à sua maneira. Querer que todos sejam iguais a você é um expectativa completamente inadequada, e fonte de stress interminável.

A primeira experiência conflitante é em casa mesmo, com a esposa, marido, filhos. Temos essa mania ingrata de querer enquadrar todo mundo, e essa prática é exercitada todos os dias em casa.

Deixe ir a culpa

Deixe ir a culpa

Livre-se da culpa para viver em paz, e deixe ir essa carga enorme de infelicidade que te atinge quando se sente culpado ou sai culpando os outros.

No fundo, isso tem a ver com a prepotência. Quando nos culpamos, é porque não entendemos como nós – perfeitos que somos – cometemos tal erro.

Quando culpamos os outros, a lógica é invertida. Se fosse comigo – perfeito que sou – não teria cometido tamanha asneira.

Subconscientemente, acreditamos que a culpa e a prepotência funcionam como elementos de proteção, mas a nossa própria experiência tem demonstrado que o final costuma ser desastroso.

Meus erros, meus professores

Tenho que me esforçar para aprender com meus erros, do contrário vou ser obrigado a repeti-los. Assim como na escola, quando repetimos de ano e somos obrigados a repassar as mesmas lições. Os erros representam os nossos professores que nos procurarão insistentemente até que aprendamos o que está sendo ensinado.

Detesto cometer os mesmos erros, e para isso, tenho que aprender, não só a identificá-los e reconhecê-los, mas a aprender a lição que neles vêm embutidos.

Sinta as possibilidades

Quando estamos por empreender alguma coisa, temos a exata sensação de que vai dar certo.

Sinta as possibilidades, e a energia que brota daquilo que está por empreender, e deixe essa energia te estimular a dar o melhor de si nessa empreitada.

Ao sentir que é possível realizar, você está a meio caminho, o resto é tocar adiante, realizar as tarefas uma a uma.

O resultado final é composição de cada pequena tarefa, e não devemos descuidar de nenhuma, por mais simples que seja.