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O primeiro passo para aprender a perdoar

O primeiro passo para aprender a perdoar

Temos que aprender a perdoar para nosso próprio bem.

Carregamos uma carga inútil que nos sufoca, os ressentimentos relacionados com os atos imperdoáveis que outros nos infligiram. Isso nos incomoda e nos aflige e não sabemos como nos livrar desse peso insuportável.

O antídoto para tal aflição é certamente o perdão, mas como perdoar as pessoas imperdoáveis?

O primeiro passo é perdoar uma pessoa em particular por um ato em particular.

Pode parecer pouco, mas assim estamos desenvolvendo o músculo do perdão.

Se já esqueceu, não precisa perdoar

O perdão, como já comentamos, é um ato de amor consigo mesmo, e ter a capacidade de perdoar é uma benção, um alívio. Quando perdoamos, deixamos escorregar dos nossos ombros um peso enorme.

O próximo passo é não precisar perdoar, e preste atenção para os sinais quando isso acontece contigo.

Se o evento que te feriu no passado já foi esquecido, ele não necessita ser perdoado.

Isso é um bom sinal, você já deixou ir.

Perdoar é um bem enorme, não precisar perdoar é maior ainda.

Impossível perdoar.

As vezes pensamos ser impossível perdoar. Há pessoas difíceis, e podemos até pensar, impossíveis de se perdoar.

Como perdoar alguém que nos causou mal, e deseja que o nosso mal se agrave?

Como perdoar alguém que não dá a mínima se perdoamos ou não?

Como perdoar alguém que nutre por nós um profundo desprezo, mesmo depois de nos causar algum mal?

As barreiras do perdão.

Há muitas barreiras do perdão, e vale a pena discorrer um pouco sobre elas. Devemos fazer sempre um esforço para perdoar, pois sabemos que o perdão é um ato de amor consigo mesmo. Também não devemos perder a oportunidade de ajudar o outro a perdoar.

Quem já fez o percurso e aprendeu algumas técnicas boas para perdoar, deve ensinar o outro, sempre que a situação exigir e permitir.

O perdão não significa necessariamente a reconciliação, a aceitação de ato condenável, ou mesmo se fazer de capacho. Temos que assumir o perdão como um ato individual. Pode não ter qualquer desdobramento para a pessoa perdoada, a não ser que você escolha expressar o ato de perdoar.

O perdão para mim mesmo.

Tenho que abrir as portas do perdão para mim mesmo.

Parece uma coisa fácil essa coisa de perdão, mas aprendi que é cuidadosa, delicada e exige prática.

Especialmente quando falamos de perdoar a si próprio, aí então que a questão é mais trabalhosa.

Quando praticamos o perdão, perdoando outras pessoas, parece que o distanciamento e até o esquecimento do ocorrido nos facilita o desligamento.

Vamos praticar o perdão.

A chamada do mês de outubro é para praticar o perdão.

Algumas habilidades são difíceis de praticar e aprender, mas não temos qualquer desculpa para não praticar o perdão.

Os exercícios são fáceis, é possível praticar todos os dias e os benefícios são espantosos, e já citei bastante o trabalho do Dr. Fred Luskin que dirige o Centro de Estudos do Perdão da Stanford University.

Muitas oportunidades para praticar o perdão.

Temos que aprender a praticar o perdão. As coisas difíceis vêm com a prática.

É assim como se preparar para uma competição esportiva. Há que praticar, tornando os movimentos naturais, o preparo adequado, e a resistência em alto nível.

Perdoar não é diferente.

Temos que exercitar os músculos do perdão.