pratique a empatia Posts

O exercício da empatia

Exercite a empatia, e com o tempo e a prática você vai incorporar isso no seu modo de vida.

Se coloque na pele do outro. Faça esse exercício. Esta prática leva a maior compreensão das pessoas, melhora e fortalece as relações, e fortalece a própria pessoa.

O foco desta prática pode ser qualquer pessoa ou situação. Uma pessoa que sofre de alguma doença. Alguém que sofre uma perda grave seja de um ente querido, um emprego, ou mesmo algo material.

Não se ofenda rapidamente.

Evite que as ofensas te afetem rapidamente. Não deixe a temperatura da água se elevar de repente.

Estabeleça um retardo entre a suposta ofensa e a sua indignação. Não se deixe impactar, sem que um espaço de tempo sirva de colchão, amortecendo o estrago emocional.

Com um pouco de retardo, o perdão pode entrar em cena e tornar esse evento insignificante.

Até que ponto isso tem importância? Qual a importância que isso vai ter daqui a uma semana, um mês.

Seja firme e não raivoso.

Há muitas ocasiões que temos que colocar a nossa insatisfação, a nossa reprovação e descontentamento.

Devemos fazer isso de forma firme, mas não raivosa. A serenidade é valiosa nessa hora também.

Entenda que o seu descontentamento pode ser construtivo, motivar mudança na forma de agir de outra pessoa.

Quando colocamos raiva nas nossas palavras, vamos provocar uma reação parecida, e aí não vamos aproveitar nada.

Reciprocidade – a moeda social.

ma coisa é certa quando falamos de relacionamentos, é a reciprocidade.

Mesmo quando não efetuamos a reciprocidade propriamente, ficamos inclinados a fazê-lo.

A reciprocidade é a moeda social, é um instinto profundo do ser humano.

Tem um lado positivo e fundamental no estabelecimento das relações.

As pequenas irritações cotidianas.

O cotidiano frenético nos premia com muitas pequenas irritações.

Não as vemos.

Parecem invisíveis.

Não damos importância, mas elas se acumulam, se repetem e podem nos conduzir à uma situação de grande estresse.

Pratique a empatia.

Se coloque na pele do outro. Faça esse exercício. A prática da empatia leva a maior compreensão das pessoas, melhora e fortalece as relações.

Isso vale para qualquer situação. Uma pessoa que sofre de alguma doença. Alguém que sofre uma perda grave, seja de um ente querido, um emprego, ou mesmo algo material.

A empatia ajuda a buscar as causas dos acontecimentos e das atitudes.

Quando praticamos a empatia, não passamos imediatamente da percepção da evento para o julgamento das pessoas.

Compreendemos melhor as pessoas sejam elas do nosso convívio ou não.

Um ponto interessante é sobre a pergunta que se interpõe entre o incidente e o julgamento.

Porquê ela agiu dessa maneira?

Porquê ela disse isso?

 Porque ela se irritou?

Quando nos vemos fazendo a pergunta antes de qualquer julgamento, é sinal que estamos a um passo da prática da empatia.

Quando não praticamos a empatia, percebemos a ação da outra pessoa e passamos diretamente para o julgamento, sem sequer fazer qualquer pergunta.

Do ponto de vista espiritual, é importante experimentarmos um desligamento do nosso sentimento exclusivamente relacionado com o nosso corpo e as nossas sensações, e a empatia é algo nesse sentido pois buscamos sentir o que a outra pessoa está sentindo.

É a nossa emoção e a imaginação trabalhando juntas para produzirmos uma sensação muito importante, deixando de lado o julgamento, a comparação e a racionalidade.

Cito artigo do já mencionado autor Richard Layard sobre a empatia publicado no HuffingtonPost, onde ele comenta a empatia e a felicidade.

Layard diz que o homem tem uma natureza voltada para a empatia – homo empathicus, e por isso a empatia está no caminho para a felicidade.

http://www.huffingtonpost.com/richard-layard/empathic-civilization-whe_b_481530.html

Cito ainda o artigo de Jeremy Rifkin que já foi páginas amarelas da Veja, escreveu obras importantes que dizem muito sobre o futuro das tecnologias e da humanidade.

Ele, um pensador prolífico, e pessoa simpática a quem tive o prazer de ciceronear quando esteve no Rio de Janeiro há alguns atrás.

No seu livro A Civilização Empática fala sobre a nova geração, cujo comportamento evidencia a derrota do homo sapiens para o homo empathicus, definindo uma natureza humana mais empática, engajada, consciente e direcionada para valores intrínsecos e interconectados com a vida.

http://www.huffingtonpost.com/jeremy-rifkin/empathic-civilization-is_b_469546.html

Beco