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Deseje o bem para as pessoas.

Desejar o bem para as outras pessoas reflete assim como num espelho, nas coisas que acontecem contigo também.

Quando você se vê como parte dessa bela paisagem que é o mundo, começa a perceber as coisas boas se encaixando perfeitamente na sua vida.

Já comentei numa outra postagem sobre dizer à outra pessoa: fique bem.

Pratique isso no dia-a-dia. Sinta o frescor e a leveza dos relacionamentos, mesmo que seja com o caixa do supermercado.

Faça isso silenciosamente sempre que for o caso. Ao encontrar alguém em dificuldade ou padecendo de algum mal, sinta a compaixão e silenciosamente, deseje-lhe o bem, e sinta a calma e a paz te dominar.

Alguns chamam de poder da mente, outros a chamam de força cósmica, mas prefiro não chamar de coisa alguma, simplesmente o desejo de fazer parte de algo bom.

Faça de coração.

Quando nos colocamos em posição de desejar o bem para alguém, mudamos o nosso próprio referencial e os pensamentos sobre nós mesmos. É como se nos posicionássemos em outro ponto da estrada e dali, vislumbrássemos uma nova perspectiva.

Se você for religioso, coloque o nome das pessoas em suas orações.

Descubra uma maneira própria de desejar o bem das pessoas.

Não se esqueça de desejar o bem a si próprio.

Beco

Isso não tem importância.

Damos importância a tantas coisas que na verdade são insignificantes.

O pior é quando nos aborrecemos por coisas miúdas, gastando a nossa energia, paciência e aumentando o nosso estresse.

Já comentei isso numa postagem anterior: tire a cabeça das picuinhas.

Uma postagem antiga de Ali Hale me deu algumas dicas. I worry constantly about lots of little things.

 As coisas pequenas continuam na nossa cabeça e tomam o nosso sono, tiram o nosso apetite, quando não nos empurram para a geladeira e o pote de sorvete.

Uma boa coisa é fazer uma lista dessas coisinhas que continuam voltando para o palco dos nossos pensamentos.

Às vezes ficamos aborrecidos e sequer sabemos o que está causando esse desconforto. Quando escrevemos e refletimos sobre o que está nos preocupando damos um primeiro passo para nos livrarmos desse hábito que pode ser desaprendido.

Na lista que preparamos, vamos encontrar coisas que estão no nosso controle, como controlar os gastos e gerenciar melhor as finanças pessoais.

Temos também assuntos sobre os quais não temos sequer influência, como um concurso público que prestamos na semana passada e estamos aguardando o resultado.

Preocupação constante sobre que coisas que você não tem qualquer controle é uma perda de tempo.

Às vezes, fazer uma lista e ter consciência do que te preocupa já reduz o nível da preocupação.

Por outro lado, se você pode atuar nos assuntos preocupantes, tome uma atitude, faça o que tem que ser feito.

Se você está preocupado com o pouco tempo que vai ter para comer e por isso vai acabar comendo um sanduíche pouco saudável, planeje com antecipação, prepare um lanche saudável e leve consigo.

Algumas perguntas que pode ajudar:

1-Posso deixar para me preocupar com isso mais tarde?

Faça isso. Segundo Ali, é a única ocasião onde a procrastinação tem seu lugar.

2-Essa preocupação vai ser a mesma daqui a cinco anos?

3-O que posso fazer exatamente agora para reduzir a minha preocupação? Faça algo.

Quando jovens, éramos instados a preocupar com o nosso futuro: você tem que se preocupar com o futuro!!

Hoje, mais maduros, sabemos que a obsessão pelas questões do futuro é totalmente improdutiva.

Uma coisa é planejar o futuro, outra coisa é ficar permanentemente pensando em catástrofes que não irão acontecer, e se acontecer, não te afetará em nada.

Muita gente pensa que o sofrimento é a taxa que pagamos para ter a felicidade, e que por isso, o sofrimento é inevitável.

Quem pensa assim, mesmo quando as coisas estão indo bem, fica pensando o pior, como se um pouco de azar e desgraça fosse efetivamente necessário.

Essa programação mental tem que ser alterada, e vamos comentar sobre isso em outra postagem.

Beco

Mostre a melhor versão de você

Se existe uma maneira de drenar a sua energia é se comparar constantemente com os outros.

A comparação, no final das contas, dá uma sensação de superioridade ou de intimidação, e nenhuma delas é boa para você.

Ao contrário, trabalhe naquilo que você é. Mostre a sua melhor versão, o melhor de você.

Você pode ter na vida alguns modelos de pessoa, para uma referência, pessoas que você admira, mas sem comparações. Cada um é um e você já é, o que já comentei na postagem: não queira ser o que já é.

Adote qualidades que você admira. Se esforce e você vai conseguir.

Entenda a sua individualidade. Você caminha com os seus iguais, mas cada um é diferente.

Defina objetivos, teste sua competência, vá ao limite, dê o seu melhor.

No final, sinta-se satisfeito, sinta-se orgulhoso de si mesmo.

Realize o seu potencial.

Acredite que o seu destino é se superar. Não digo nas coisas materiais, mas ser uma pessoa melhor a cada dia.

Conte para você mesmo o quanto você tem realizado. Se olhe no espelho e goste do que vê.

Viva por inteiro, com integridade e respeito a si próprio.

Faça o melhor com o que a vida te oferece.

Quando tomamos essa atitude, afastamos o papel de vítima, pois não dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo.

Nos todos já experimentamos momentos onde nos sentimos na nossa melhor versão, seja fazendo caridade, ensinando, aprendendo ou ajudando.

Faça uma reflexão e trabalhe para repetir tais situações e sensações.

É como um quadrado desenhado no chão, onde você entra e se sente grandioso. Não é possível entrar no quadrado carregando os pensamentos negativos, a raiva, a inveja e toda toxicidade emocional que existe. Deixe de lado essa carga ruim.

A melhor versão de você é também você mais feliz.

Beco

A coragem não é falta de medo.

Quando criança, usamos ter medo de muita coisa, o escuro, o barulho, os movimentos bruscos, as vozes alteradas.

Com o tempo, com a ajuda dos adultos e educadores, aprendemos que o mundo não é assim tão perigoso. Aprendemos que podemos conviver com o perigo e com as ameaças porque temos as ferramentas, físicas e psicológicas, para lidar com elas.

A coragem não é, portanto, a falta de medo, mas a escolha de agir e enfrentar as situações, a despeito do medo.

Quando a coragem nos é agraciada, deixamos de fugir, de correr, de se esconder e sentimos o poder e a força para navegar graciosamente pela vida.

Essa atitude é construída, aprendida passo a passo, experimentando as possibilidades que temos diante da vida.

Você se lembra de uma ocasião onde escolheu não perseguir a sua felicidade por conta do medo?

Isso também tem a ver com o desconforto de conviver com o risco de acontecer um fato indesejável no futuro. O receio do resultado ruim trabalha na nossa mente, no esforço de evitar a dor e o desapontamento já experimentados em outras ocasiões.

É bom sair da zona de conforto e confrontar o medo e o risco.

Muito disso tem a ver com a nossa percepção. Por isso, devemos refinar, melhorar e aprimorar a nossa percepção.

Devemos aprender a lidar com o sentimento de medo, pois os sentimentos são os insumos da nossa ação, ou melhor, eles governam as nossas ações.

Cuidado – o medo pode vir travestido de racionalidade. Queremos racionalizar o medo, na tentativa de justificar a nossa ação e decisão.

Acredite si próprio, tenha fé no seu taco.

Conviva com a incerteza.

Não devemos ser prisioneiros e nem intimidados pelo medo.

A maioria dos medos é infundada e vazia.

Lide com os medos um de cada vez. Vá devagar e com calma.

Na jornada da vida, se deixe distrair com as boas experiências, se esqueça momentaneamente do passado e se fortaleça emocionalmente para quando as tempestades surgirem.

Quando nos deixamos dominar pelo medo, temos uma tendência a nos encolher, nos isolar, agindo como o porco-espinho, que rapidamente se transforma em uma bola de espinhos ao menor sinal de perigo.

O porco-espinho é um animal de estratégia única de defesa, e para uma pessoa humana, a estratégia de isolamento pode ser desastrosa – devemos evitar.

Passe adiante.

Beco

Se levante do chão.

Se levante do chão pra não ser tratado como um capacho.

 Melhore sua auto-estima. Cuide de si, dê opinião, mostre os seus dotes, os seus gostos.

Procure seus amigos, não se isole.

Repasse na memória suas realizações.

Afaste essa atitude negativa quando conversa consigo mesmo. Uma das piores coisas quando se está por baixo, e a excessiva auto-crítica, a conversa negativa que fazemos com nós mesmos.

Faça uma lista das coisas boas e ruins da sua vida.

Se concentre por um momento nas coisas boas – aprecie.

Faça uma lista das pessoas com quem você se relaciona, amigos e familiares.

Coloque a sua atenção nas pessoas amigas verdadeiras. Dê graças pelos amigos que tem.

Desafie as suas crenças negativas sobre tudo e sobre todos.

Não busque validação externa em tudo que pensa e faz. Confie na sua opinião, no seu gosto e preferência, confie no seu taco e vá em frente.

Quando estamos por baixo, nos alimentamos mal, nos relacionamos mal e com isso acabamos debilitados, mal acompanhados e mal remunerados.

Como dizíamos de brincadeira – é melhor ser rico e com saúde do que pobre e doente.

A baixa auto-estima funciona também como um imã para coisas ruins.

Andamos na sarjeta porque achamos que não merecemos a calçada.

Se levante do chão, ande de cabeça erguida e construa uma nova imagem de si mesmo.

Do ponto de vista da patologia, a baixa auto-estima e o ego inflado são dois tipos de egocentrismos.

Aquele que se coloca num pedestal, se isola do mundo, se colocando acima de tudo e de todos.

Aquele que faz o contrário, também se isola do mundo, se colocando abaixo de tudo.

É preciso uma vigilância para não ficarmos no chão.

Por vezes tropeçamos e caímos, é inevitável, mas devemos rapidamente, como diz a canção: -levanta, sacode a poeira e dá volta por cima.

Passe adiante.

Beco

Uma janela se fecha e uma porta se abre.

Sempre que uma janela se fechar para você, uma porta há de se abrir.

É um adágio universal, que nos estimula a procurar as oportunidades em meio aos tempos desafiantes.

Nada é totalmente ruim.

Veja a coisa boa que vem da situação supostamente ruim.

Vi a entrevista do Kaká, lá da África do Sul após a sua expulsão do jogo contra a Costa do Marfim.

Disse ele: “veja pelo lado bom, vou ter um tempo maior para me preparar….”

O desapontamento, a tristeza, a frustração e a perda, podem vir acompanhadas de uma oportunidade para outras realizações.

Os filósofos se referem a uma lei da compensação, onde o equilíbrio de coisas boas e ruins acontece.

Assim como a transformação é o fim para a lagarta, o mesmo processo representa o início para a borboleta.

Aguce a sua percepção, pois a oportunidade pode estar escondida.

Às vezes isso não acontece logo em seguida, é preciso ter uma certa paciência e coração aberto para aproveitar as novas oportunidades.

Se imagine num quarto escuro onde a porta acabou de se fechar. Fique sereno e atento para a pequena fresta que vai aparecer, deixando passar a luz, no princípio quase imperceptível, mas de repente o seu ambiente se ilumina por completo.

Passe adiante.

Beco

Já passou.

Que alívio saber que já passou.

O pior já passou, agora é tocar a vida adiante.

No trajeto da vida, às vezes somos atingidos por uma tempestade repentina, ficamos desabrigados, esgotados, e não raro com a auto-estima lá embaixo.

Dê uma parada para respirar, recuperar o fôlego.

Um dia de cada vez.

Assuma aquilo que você consegue dar conta.

Não crie expectativas irreais sobre o que você consegue fazer – você não vai transformar o mundo, o que não te impede de ser feliz.

Cuide de si próprio – passada a tempestade, restam dores residuais e alguns machucados para curar.

Se permita entristecer com as coisas ruins que passaram, mas não se deixe abater – a vida que segue.

Cuide da saúde, da alimentação, do repouso adequado.

É bom compartilhar com alguém de confiança a experiência pela qual acabou de passar.

Alguma coisa nova nasceu da crise. Preste atenção, identifique, e se for boa, cultive e deixe-a crescer.

Oportunidades podem emergir da crise.

Após a tempestade, saímos transformados e fortalecidos – deixe o novo chegar – aceite, aproveite.

Volte e retome a sua vida normal tão logo seja possível.

Não evite as pessoas e não tenha constrangimento de contar sobre a crise.

Não se isole e não bloqueie seus sentimentos como forma de proteção.

Há vida lá fora.

Beco