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Não adie seus projetos esperando pelas condições ideais

Não adie seus projetos esperando pelas condições ideais

Somos muito perfeccionistas e esperamos pelas melhores condições para realizar nossos projetos, mas as condições ideais podem nunca ocorrer. Não espere tanto para agir, para realizar.

O ótimo é inimigo do bom, como observou o pensador Voltaire.

Quando esperamos e admitimos somente o ideal, perdemos muito do bom da vida.

Queremos a excelência, a qualidade, a quase perfeição, isso é verdade, mas queremos também que as coisas aconteçam num prazo adequado e que satisfaça o propósito projetado.

Dustin Wax no seu famoso blog Stepcase Lifehack comenta sobre como reconhecer quando está bom o suficente.

Expectativas realistas das pessoas

Expectativas realistas das pessoas

Tenha expectativas realistas das pessoas.

Não espere que as pessoas estejam sempre prontas para te servir. Isso só vai aumentar a sua infelicidade.

Esperar o máximo de todo o mundo é uma fonte de permanente desapontamento. Por vezes não cumprimos o que prometemos, e é razoável aceitar isso dos outros também.

Confiar que as pessoas irão mudar não é uma expectativa razoável. Admitir que as pessoas irão tentar e podem não conseguir está mais de acordo com a realidade. Admita que as pessoas podem falhar e ainda assim continuarem sendo amigas confiáveis.

Pode não acontecer hoje

Ficamos ansiosos para que tudo tenha o desfecho imediato, mas pode não acontecer hoje, e temos que desenvolver a paciência e a serenidade para aceitar o ritmo da vida. Não devemos apressar o rio que ele caminha sozinho.

Nem tudo acontece conforme os nossos desejos, e os resultados podem sair um pouco diferente do planejado, mas temos que aceitar o bom e evitar o perfeccionismo.

A perfeição é um objetivo inatingível como nos ensina a prof. Alice Domar da faculdade de medicina de Harvard. Quando elegemos a perfeição como um objetivo, estamos escolhendo o caminho da constante insatisfação e decepção. Nunca estaremos satisfeitos pois a perfeição nunca será atingida.

Como sempre desejei.

A vida é um pacote completo, e nem sempre as coisas transcorrem como desejamos.

Temos que aceitar as coisas que estão fora do nosso controle, abrandando um pouco o nosso ímpeto de querer o mundo como idealizamos.

Temos sim a capacidade de transformar muita coisa que nos cerca e dar uma real contribuição para um mundo melhor. Não raro, nos empenhamos em mudar o que está fora do nosso controle, a começar por mudar as outras pessoas.

Essa atribuição não nos foi delegada, e temos que aceitar as pessoas como são. É bom evitar a tentação de querer enquadrá-las conforme o padrão ideal que temos no nosso juízo.

A aceitação não é um pacto com a mediocridade.

A aceitação não implica em resignação, mas simplesmente compreender e aceitar aquilo que está fora do nosso alcance.

Não quer dizer que gostamos ou que vamos conviver com isso, portanto, não é um pacto com a mediocridade.

Devemos aceitar as pessoas como são, fugindo da tentação prepotente de querer mudar as pessoas ao nosso critério.

Julgar as pessoas e criticar severamente a tudo e a todos e um sinal claro de prepotência.

Não vamos conseguir tudo.

Nada vai cair de bandeja, e por mais que nos esforcemos, não vamos conseguir tudo que queremos.

E como diz Dalai Lama, não conseguir tudo o que queremos, pode ser um golpe de sorte.

No fundo, não sabemos ao certo sobre os desdobramentos de tudo que nos acontece, e mesmo quando algo nos é negado, podemos ter a sorte de aprender alguma coisa, ou mesmo abrir caminho para outra dádiva.

Mesmo quando não conseguimos tudo que desejamos, aquilo que nos é agraciado pode ser o bastante, e isso depende da nossa atitude.

O medo de cometer erros.

O medo excessivo de cometer erros pode nos paralisar. Tememos errar, tememos as consequências e acabamos não saindo do lugar. Temos que agir e realizar os nossos sonhos e projetos, a despeito do medo – parte da natureza humana.

Podemos ter absorvido esse medo na nossa educação, pois os pais incutem muito esse medo de errar, e os pequenos acabam assimilando.

O perfeccionismo e a excessiva cobrança, ou mesmo as punições, acabam exacerbando o medo de errar. A paralisação é uma das consequências, sem contar o estresse que acaba nos corroendo, e prejudicando a nossa saúde.