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Perdoar é quase esquecer

Perdoar é quase esquecer

Aprender a perdoar é uma prática para todos os dias, e perdoar é quase esquecer.

Quando experimentamos o perdão, um pouco de cada vez, é inevitável sentir um alívio no coração.

Quando sentimos rancor e ressentimentos por eventos passados, sentimos como se uma máquina impiedosa apertasse o nosso coração. Especialmente quando respiramos fundo, sentimos como se algo nos estrangulasse por dentro.

Não se deixe consumir pela raiva

Não se deixe consumir pela raiva

Temos muitos motivos para sentir raiva, é uma coisa natural que vem lá de dentro do nosso ser ancestral. No entanto, temos que atentar para o fato que a raiva pode consumir a própria pessoa, e temos que fazer alguma coisa para evitar.

É um mal que infligimos a nós mesmos, e fazemos mal ao ambiente e às pessoas à nossa volta.

Nos ensina Thich Nhat Hanh em seu livro “Aprendendo a lidar com a raiva”,

Como fazer para perdoar a si próprio

Como fazer para perdoar a si próprio

Perdoar é difícil, mas é gratificante. Quem já exercitou o perdão sabe do que estou falando.

Quando perdoamos os outros, fazemos um favor a nós mesmos. É uma decisão que nos afeta, no entanto, não temos qualquer garantia que os outros farão algo a respeito para melhorar a situação.

Mas quando perdoamos a si próprio, sabemos que temos que fazer algo para melhorar a situação e eventualmente tomamos uma ação nesse sentido.

O primeiro passo para aprender a perdoar

O primeiro passo para aprender a perdoar

Temos que aprender a perdoar para nosso próprio bem.

Carregamos uma carga inútil que nos sufoca, os ressentimentos relacionados com os atos imperdoáveis que outros nos infligiram. Isso nos incomoda e nos aflige e não sabemos como nos livrar desse peso insuportável.

O antídoto para tal aflição é certamente o perdão, mas como perdoar as pessoas imperdoáveis?

O primeiro passo é perdoar uma pessoa em particular por um ato em particular.

Pode parecer pouco, mas assim estamos desenvolvendo o músculo do perdão.

Se já esqueceu, não precisa perdoar

O perdão, como já comentamos, é um ato de amor consigo mesmo, e ter a capacidade de perdoar é uma benção, um alívio. Quando perdoamos, deixamos escorregar dos nossos ombros um peso enorme.

O próximo passo é não precisar perdoar, e preste atenção para os sinais quando isso acontece contigo.

Se o evento que te feriu no passado já foi esquecido, ele não necessita ser perdoado.

Isso é um bom sinal, você já deixou ir.

Perdoar é um bem enorme, não precisar perdoar é maior ainda.

Impossível perdoar.

As vezes pensamos ser impossível perdoar. Há pessoas difíceis, e podemos até pensar, impossíveis de se perdoar.

Como perdoar alguém que nos causou mal, e deseja que o nosso mal se agrave?

Como perdoar alguém que não dá a mínima se perdoamos ou não?

Como perdoar alguém que nutre por nós um profundo desprezo, mesmo depois de nos causar algum mal?

Perdoar e tolerar.

É certo que o perdão é um ato de amor que fazemos para nós mesmos, nos liberamos de cargas desnecessárias e indesejáveis que deixamos ir para o nosso bem.

Mas o que dizer de tratamentos injustos que sofremos seguidamente, companheiras autoritárias, chefes incompetentes e desonestos que nos impõe um estresse desproporcional.

Tolerar é uma coisa distinta, e pode não ter nada a ver com o perdão.

Não temos que nos fazer de capacho, admitir com naturalidade os maus tratos que sofremos.