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Os amigos na crise.

Reconheça e abençoe os amigos na crise. Que benção ter amigos que caminhem com a gente na escuridão, segurando na mão e sempre uma palavra de encorajamento.

Nas crises reconhecemos os verdadeiros amigos.

Não digo que os amigos superficiais fogem ou te abandonam quando você está em dificuldades. Eles simplesmente continuam onde estão.

Na crise, os verdadeiros amigos topam ir um pouco além, assumindo o desgaste, dispendendo energia e dando apoio emocional.

O sofrimento mantido em segredo.

Às vezes escolhemos sofrer em silêncio, e isso pode acontecer por diversas razões.

Nos sentimos culpados e tememos o julgamento que outros farão.

Podemos ser rotulados como fracos e até incompetentes.

Acreditamos que agora que estamos na vitrine, em sofrimento, vamos ser vítima daqueles que apedrejamos e abandonamos em outras ocasiões.

Muita coisa pode fazer sentido na nossa cabeça, mas nada disso é motivo para se isolar, recusar ajuda e se retirar do convívio dos amigos e familiares.

O isolamento que devemos evitar.

Às vezes nos sentimos como um órfão depois da guerra.

Os problemas chegam enfileirados e deixam a nossa casa emocional destroçada. Nos sentimos sós, abandonados e acabamos nos isolando mais – temos que evitar isso.

Não podemos ser ajudados se procuramos o isolamento.

Pensamos que o nosso problema é único, mas quando saímos do isolamento, aprendemos que muitos padecem do mesmo problema, e a troca de experiências é um recurso valioso para sair da crise.

É preciso escolher.

Caminhamos numa estrada que pode parecer reta e sem bifurcações, mas há momentos que a encruzilhada é evidente, e a escolha é necessária.

Temos que ter com quem falar para decidir corretamente, e esse alguém é você mesmo.

Esteja preparada. Se você viveu a vida tomando conta da vida dos outros, mexericando e seguindo os ditames da moda, é possível que você nem tenha com quem conversar, pois se tornou uma pessoa vazia, se esqueceu de carregar os valores essenciais e se liberou de construir um indivíduo são, resiliente e compreensivo.

Sei que é a coisa certa a fazer.

Mesma sabendo a coisa certa a fazer, por vezes tive muito insegurança, e já me senti imobilizado diante dos meus problemas.

Hoje, procuro ajuda e não tenho receio de falar das minhas aflições. Aprendi também qual a medida da abertura que devo ter.

Sei que não devo alardear aos quatro ventos tudo que tenho passado. Sei também que devo preservar a minha privacidade. Isso porque muitos dos meus problemas se desdobram em outras pessoas que certamente não querem que coisas venham à tona.

Sair do fundo do poço.

Chegar ao fundo do poço e sair de lá é sempre uma questão que cabe reflexões.

Quem nunca se sentiu chegando ao fundo do poço.

As dificuldades que enfrentamos são de toda sorte, emocional, financeira, trabalho, convívio familiar e tantos outros setores da vida, e por vezes, parece que todos os astros do mal se alinham para te colocar numa situação de penúria.

Mas não tem nada não.

A ajuda que vem quando preciso.

Peço sempre pela ajuda que vem quando preciso. Mas preciso estar sempre com o coração aberto para perceber quando a ajuda chegar. Tenho que reconhecer que eu sempre tive a ajuda quando precisei.

É importante entender que a ajuda nem sempre é uma mão estendida para te salvar do abismo, mas pode ser uma simples iluminação nas ideias e nos caminhos a escolher.

Nos momentos de indecisão e dúvidas, uma observação, uma informação adicional é de grande ajuda, e isso pode aparecer de qualquer lado. Às vezes, um segundo te livra do perigo, e é preciso entender essa ajuda.