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Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Uma das cargas negativas mais pesadas que carregamos, tem a ver com o julgamento que fazemos constantemente das outras pessoas.

Não somos nós que ditamos as regras de comportamento das outras pessoas.

A maneira como cada um se veste, fala ou age é da conta de cada um.

Assim como não ditamos as regras, não podemos dar de uma de juiz, e dizer o que está certo e o que está errado.

Pare de julgar os outros

Não saia julgando, criticando ou condenando os outros. Não queira fazer o papel de Deus, tire essa carga dos ombros e caminhe com mais leveza.

Temos o péssimo costume de julgar os outros com a mesma rapidez que olhamos as horas no relógio. Nem bem percebemos a outra pessoa e já temos algum comentário crítica de suas vestes, sua idade, seu modo de caminhar.

Experimente desativar o seu aparelho julgador por um tempo e se dê conta da leveza e da alegria que é não ter que julgar todo mundo.

Não aprove, aceite.

Aceite aquilo que não pode mudar, principalmente as outras pessoas. Temos o costume de julgar as pessoas, aprovar e desaprovar. Estamos constantemente passando todos pelo nosso crivo.

Na verdade, deveríamos nos empenhar em aceitar as pessoas como são, mesmo que não aprovemos o que são o que fazem. Aceitação é uma coisa e aprovação é outra.

Tentar fazer o papel de Deus, julgando e condenando os outros é uma arma que se volta para nós mesmos. E essa prepotência também se coloca a serviço para esmagar a nós mesmos. Nos culpados, nos condenamos e carregamos desnecessariamente a pecha de imperfeito, incompetente e incompleto.

Sei que é mais fácil aceitar quando aprovamos, vem com naturalidade, mas temos que exercitar a aceitação mesmo sem aprovação, ou ainda, sem julgamento.

Não julgue os outros pelos atos.

Não julgue os outros rapidamente. Somos rápidos para julgar os outros pelos seus atos, mas temos que refletir com cuidado o que está por trás dos atos, quais são as intenções que levaram à realização de tais atos.

Na verdade não sabemos as reais intenções, e temos que fazer alguma inferência. O que não devemos fazer é julgar somente por aquilo que vemos, os atos em si.

Quando se trata de nós mesmos, levantamos as nossas intenções, as quais utilizamos para justificar o que fazemos e não fazemos. Julgamos os outros pelos atos e julgamos a nós mesmos pelas intenções.

Uma vontade de julgar os outros.

É verdade que todos sentem uma inclinação para julgar os outros.

Outro dia li sobre as pessoas que ficam nas praças imitando estátuas.

Se pintam de branco, se vestem de figuras lendárias e fingem ser estátuas. Ficam muito tempo imóveis e estáticas, e é impressionante o esforço que fazem para assim proceder.

Dizem que têm um procedimento padrão que seguem para conseguir tal façanha, e que sentem invariavelmente uma vontade de coçar o nariz e procuram divergir a mente para que tal vontade passe.

Vergonha, um erro de julgamento.

Não há quem não se sinta envergonhado de vez em quando.

Na grande maioria das situações é um erro de julgamento. Estamos sendo mais severos consigo mesmo que qualquer outra pessoa.

Estamos permanentemente julgando os outros e a si mesmo.

Quando cometemos algum erro, alguma gafe, imediatamente o nosso julgamento rigoroso nos lança um sentimento de inadequação, de incompetência e o sentimento de vergonha é inevitável.

O ímpeto para julgar funciona tanto para os outros quanto para si mesmo.

Resposta à conduta dos outros.

Não devemos ter respostas à conduta dos outros.

Quando assim fazemos, é sinal de que estamos permanentemente julgando os outros.

Não sou juiz do comportamento alheio.

Não tenho um padrão do que é certo e errado – aliás, não existe tal coisa.