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Como não deixar o tédio e cansaço levar a paixão

Como não deixar o tédio e cansaço levar a paixão

A vida tem que ser vivida com paixão, afinal, a paixão é o tempero da vida.

Se entregue com paixão a um novo amor, uma nova amizade, um novo emprego.

Enquanto estiver conduzindo um projeto, faça da melhor maneira e de maneira apaixonada.

Muitas vezes começamos alguma coisa entusiasmados, apaixonados pela empreitada, mas com o tempo vamos perdendo aquela paixão, vamos perdendo o pique.

No começo, ficamos encantados com a perspectiva de um resultado glorioso lá no final, lá na chegada. Ao longo do trajeto, ficamos cansados com o esforço e entediados com a as tarefas rotineiras.

3 dicas para recuperar o brilho do seu casamento

3 dicas para recuperar o brilho do seu casamento

Vamos explorar algumas dicas para recuperar o brilho do seu casamento. A ciência mostra que o nosso entusiamo pelo casamento passa muito rápido. Temos uma ideia muito diferente da vida a dois. Quando nada disso acontece, em poucos anos o relacionamento conjugal perde o brilho.

Algumas coisinhas importantes para ter em conta. Temos que entender que é assim mesmo, vamos nos frustrar com as expectativas fantasiosas que construímos do casamento. Mas apesar disso tudo, a vida a dois é boa. Estudos mostram que em menos de 2 anos, 87% dos casais perdem a magnífica excitação do casamento. Isso acontece com todos os aspectos do casamento, não só com o aspecto amoroso.

Outro ponto importante é que casamos para dar mais conforto e previsibilidade aos nossos relacionamentos amorosos,. Isso acaba se tornando entediante com o tempo – também é fenômeno natural. Apenas de 13 a 20% dos casais longevos conseguem manter acesa a chama vigorosa do casamento. Isso não significa que os 80% dos casais são irremediavelmente infelizes.

Não leve uma vida insignificante.

Enriqueça a sua vida.

Pode parecer uma frase vazia, mas quando refletimos sobre o risco permanente de tornar a nossa vida insignificante, isso começa a fazer sentido.

Busque sempre o significado na sua vida, nas suas ações, nos seus dramas e nas suas alegrias.

Quando faço o contrário, buscando explicação para o drama das outras pessoas, com um comentário pronto para as realizações e posses de outras pessoas, é sinal de que estou empobrecendo a minha vida.

É bem possível que tenha uma opinião muito pobre de mim mesmo, e até menospreze as minhas próprias realizações.

A auto estima certamente está lá embaixo.

Quando estamos com o dedo no gatilho para julgar as pessoas, já me esqueci de valorizar as mínimas coisas que me foram concedidas.

Você se lembra que se sentiu entusiasmado por alguma coisa. Aquela paixão enorme por realizar, conseguir e concretizar.

Se lembra daquela sensação inigualável, imperdível, inesquecível.

Busque a paixão na sua vida.

Busque as coisas que te inspiram.

Dedique energia nessa direção.

Não viva a vida empurrado, como se fosse uma obrigação de cada dia – se levantar – trabalhar – dormir.

Faça coisas grandiosas – no significado que isso tem para você.

Não arrume desculpas para não fazer. Levante a cabeça e toque adiante.

O propósito da vida é fazer aquilo que te mantém vivo. Fazer aquilo que faz os seus olhos brilhares.

Se não fizermos isso, perdemos o significado, nos tornamos zumbis.

Faça isso hoje mesmo – esteja compenetrado no sua energia interior.

Sempre gosto de lembrar a frase de Gretchen Rubin: os dias são longos mas os anos são curtos.

Não perca tempo.

Beco

Se empenhe em ser uma pessoa melhor.

Temos o péssimo costume de nos preocuparmos mais em julgar e corrigir os outros, do que refletir sobre as coisas que podemos melhorar em nós mesmos.

Sempre que você estiver em vias de corrigir uma pessoa, se concentre na sua vida, se concentre em algo que você quer se aprimorar, exercite uma coisa de cada vez.

Como já comentei uma vez, a vida é muito curta para ficarmos desperdiçando, tentando viver a vida dos outros.

A outra face dessa mesma moeda, é ficar moldando a sua vida à vontade dos outros, guiada pela opinião dos outros.

Fazemos isso quando vamos a lugares que não gostamos porque os outros estão indo. Comemos o que não gostamos porque é fino e está na moda – sem contar que pagamos caro por isso.

Nos vestimos desconfortavelmente, gastamos o que não temos por uma roupa da moda – e sequer ficamos mais elegantes.

Isso é uma bola de neve.

É um ciclo vicioso – é a velha esteira hedônica – inconsciente.

É fácil notar quando você e os seus amigos estão todos rodando no piloto automático.

Observe um encontro casual, onde se fala de tudo, se coloca a conversa em dia, e contam as novidades.

Observe se os assuntos são: fofocas de terceiros – falar mal dos outros – coisas materiais que compramos, alguém comprou ou pretendemos comprar.

Quando isso acontece, é sinal que ninguém está vivendo a vida de verdade. Ninguém tem nada pra contar de profundo, existencial, bonito, verdadeiro – é tudo um verniz social.

Isso tem remédio.

 O brilhante Leo Babauta, no seu blog Zen Habits, publicou um resuminho das suas recomendações – Manual para a vida. Escolhi algumas (de 52 recomendações) que têm a ver com o que falamos hoje.

6- Encontre alguma coisa que você ama fazer. Faça.

16-Qual a vida que você deseja? O que você gostaria de fazer todos os dias?

24-Desenvolva relacionamentos íntimos – não tenha apenas relacionamentos superficiais.

Faça vários momentos de reflexão sobre os seus objetivos na vida, e procure sair dos planos puramente materiais – casa nova, melhor emprego – dinheiro no banco.

Reflita sobre a pessoa que quer ser.

Reflita sobre o mundo que você quer viver.

Reflita sobre as coisas que te faz feliz.

Leve os seus pensamentos, suas decisões e suas ações nessa direção.

Não tem erro.

Beco

Se apaixone.

A paixão é o tempero da vida.

Se entregue com paixão a um novo amor, uma nova amizade, um novo emprego.

Enquanto estiver conduzindo um projeto, faça da melhor maneira e de maneira apaixonada.

Muitas vezes começamos alguma coisa entusiasmados, apaixonados pela empreitada, mas com o tempo vamos perdendo aquela paixão, vamos perdendo o pique.

No começo, ficamos encantados com a perspectiva de um resultado glorioso lá no final, lá na chegada. Ao longo do trajeto, ficamos cansados com o esforço e entediados com a as tarefas rotineiras.

Porque perdemos a paixão inicial?

Provavelmente porque perdemos do ângulo de visão aquela beleza no final do trajeto.

Precisamos recuperar isso em tudo que fazemos.

Precisamos levantar o olhar e admirar novamente aquela visão inspiradora e apaixonante.

Isso vale para a relação conjugal, vale para a criação dos filhos, para o trabalho, para o estudo, para qualquer projeto na vida – não devemos perder o nosso ar apaixonado.

Tire a sua atenção no esforço diário – volte a sua atenção para o resultado final que você imaginou.

Faça um diálogo consigo mesmo – essa tarefa tem significado porque se junta com outra tarefa e mais outra que leva ao resultado final fantástico vislumbrado lá no início.

Faça os seus olhos brilharem novamente como no princípio.

Relembre também o impacto que esse projeto tem nas outras pessoas – quanto importante é o projeto de maneira geral – não só pra você.

Ame de paixão.

Beco