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O amor é o caminho

O amor é o caminho

O amor é o caminho e o caminho é o amor. Está sempre na moda e ajuda em tudo na sua vida.

Demonstre carinho com as pessoas que se relaciona e faça com dedicação tudo que faz na vida. Receba com uma atitude positiva tudo que lhe é oferecido, é o amor pela vida simplesmente toma conta da sua vida.

O amor está dentro de cada um – faz parte de nós.

Deixe o amor brotar em cada relacionamento, e não confuda o amor pleno com aquele do relacionamento amoroso, o compromisso conjugal.

O amor pleno pode e deve estar presente em qualquer relacionamento.

O amor pode ser o fio condutor em tudo que expressamos, inclusive com os animais e com outros elementos da natureza.

Flores da minha vizinhança

Flores da minha vizinhança

Gosto da natureza, adoro flores e passo muito tempo fotografando o que me chama a atenção. Recentemente, tenho me entretido com as flores da minha vizinhança. Hoje sei que milhares de pessoas fazem exatamente isso em algum canto do mundo.

Às vezes saio para caminhar com minha cadela e depois retorno para fotografar algo interessante.

Outro dia li algo interessante

O frescor da manhã depois da chuva

O frescor da manhã depois da chuva

A chuva tem um significado especial para mim. Moro numa região onde temos duas estações, a da seca e a das chuvas.

Quando chega o tempo da seca, não notamos propriamente, pois o tempo vai secando até ficarmos completamente sem chuvas por quase 6 meses, mas quando chegam as chuvas, impossível não sentir o frescor da manhã depois das primeiras chuvas.

Saio para caminhar logo cedo com minha cadela, e hoje foi particularmente agradável, sentindo a umidade enchendo os pulmões, e a gente não se dá conta da carga de oxigênio até que o ar puro enche os pulmões.

As folhas secas do jatobá

As folhas secas do jatobá

Tenho por hábito fazer uma longa caminhada pela manhã. É a ocasião em que pratico o que aprendi com o monge budista Thich Nhat Hanh, o walking meditation. Isso consiste em utilizar os recursos da meditação simplesmente ao caminhar.

Me concentro na própria caminhada, nas minhas passadas, na minha respiração e em todas as sensações físicas que aparecem enquanto caminho. Inclui o cansaço, a batida forte do coração, o frio da brisa matinal.

Procuro ao máximo separar essa experiência espiritual com aquela contextual. Evito prestar atenção nos carros que trafegam ou mesmo nas pessoas que fazem o mesmo trajeto.

Saboreie a natureza – o aroma das flores

Saboreie a natureza – o aroma das flores

Gosto de chegar em casa, e ao perceber uma das roseiras em flor, me aproximo, me debruço gentilmente sobre a rosa e sinto gratificado o seu maravilhoso aroma.

Dentre as coisas que me trazem serenidade, uma é ter contato com a natureza, sentir o aroma das flores, apreciar a sua beleza, matizes e formas.

Nos países onde as estações do ano são marcadas, a expectativa da primavera e das flores é maior.

Aqui, temos uma variedade enorme, e damos como certo ter flores o ano todo, mas onde moro, temos as estações do ipê, e aprecio muito ver os primeiros ipês rosas florescerem e depois os amarelos.

Aproveito um sinal fechado no trânsito para apreciar as flores pelos ipês nos canteiros.

Uma admiração infantil.

Aquela admiração infantil, onde foi parar? Recupere aquele olhar puro de criança, aquele capaz de se admirar com pequenas e sutis maravilhas do cotidiano.

Houve tempo em que você passava um tempão entretido e encantado com uma coisinha pequena, simples.

Experimente novamente aquele olhar livre de preconceitos, carregado de afeto.

Reflita sobre a sensação de aceitar completamente o mundo que te cerca.

Vê se consegue se afastar um pouco da complicada vida cotidiana, um tempo para você mesmo.

O Imbondeiro.

Eu encaro o encontro com as árvores assim como o encontro com as pessoas.

Fico maravilhado quando me encontro com árvores tão formosas quanto este Imbondeiro que visitei ontem em Luanda-Angola. No Brasil, a chamamos de Baobá.

Só de me aproximar dela, sinto a história passar na minha mente.

Acredito que esta tenha bem uns 300 anos. Ainda uma adolescente, visto que elas podem durar alguns milhares de anos.

No caminho de retorno à Luanda, pude experimentar a Múcua, a fruta do Imbondeiro, cuja polpa é comestível e tem um sabor muito característico que me lembrou chocolates italianos.

Durante o almoço tomamos o suco de Múcua, forte, espesso e saboroso, enfim, foi um passeio dedicado ao Imbondeiro, um presente que me foi agraciado pelos meus cicerones Victor e Daniela.

O Imbondeiro é o símbolo nacional de Angola, uma árvore sagrada e sobre ela giram inúmeras lendas.

Há alguns anos, assisti na televisão brasileira um programa com Regina Casé dedicado ao Imbondeiro, e ela conta uma lenda interessante, que esta árvore invejava muito as características das outras árvores, as folhas, os frutos, e por isso mesmo, foi castigada pelos Deuses, que a arrancaram e a replantaram de cabeça para baixo, e por isso o seu formato de copa que mais se parece com raízes, retorcidas e com poucas folhas.

Mas a natureza é o que é, e o Imbondeiro é um gigante vegetal que pela longevidade, tem testemunhado como nenhum outro ser vivo, o homem e a sua luta.

E esta árvore da foto, que cumprimentei com o meu costumeiro tapinha nas costas e um abraço, me respondeu com um som firme e denso, resultado de bons séculos vividos.

Beco