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Não tente adivinhar o que o outro pensa.

Não julgue os outros precipitadamente.

Não tente adivinhar o que o outro pensa.

A prepotência e o preconceito nos levam a atribuir pensamentos às pessoas que sequer são verdadeiros.

Não devemos assumir que sabemos quando na verdade não nos foi dito, e não é honesto atribuir aos outros os nossos próprios medos, traumas e preconceitos.

Cometemos muito esse erro com os filhos, esposa e familiares mais próximos.

Nós nos sentimos tão íntimos que antecipamos os seus pensamentos e sentimentos.

-Eu pensei que você queria isso.

-Eu julguei que vocês não gostariam de fazer aquilo.

Quando assumimos o que não deveríamos, decidimos coisas que na verdade contrariam a vontade e o desejo das outras pessoas.

Um exercício simples e valioso é perguntar.

-Você quer viajar para aquele lugar?

-Você quer abandonar este projeto?

Especialmente com os filhos, vê-los crescer é um exercício difícil.

Todo momento é valioso para experimentar a sua autonomia, dar-lhes liberdade, deixando-os assumir a responsabilidade sobre as coisas.

Os pais têm uma tendência a subestimar a capacidade dos pequenos, inferindo sobre o seu pensamento, fazendo o julgamento por eles e tomando as decisões eles próprios.

A atenção para o desenvolvimento dos pequenos, deixando que eles cresçam fortalecidos, deve ser permanente.

Na relação conjugal então, é uma vasta avenida para desentendimentos simplesmente porque já saímos adivinhando, julgando, enquadrando e decidindo.

Quando o relacionamento desanda, as adivinhações dominam a arena, substituindo completamente o diálogo.

De novo, a receita é simples.

Pergunte, ouça, entenda e aceite o pensamento e o posicionamento da outra pessoa.

Beco