não se meta na vida dos outros Posts

Deixe ir o que te incomoda.

No nosso cotidiano temos muitas coisas que nos incomodam, e não raro são aspectos e comportamentos de outras pessoas. Isso acaba se tornando um ciclo vicioso e um alimento poderoso para a ruminação.

Temos que deixar ir os incômodos sem importância, e levar a vida com mais leveza.

Muitas coisas não nos afetam em nenhuma instância, mas só de ver e presenciar, nos sentimos incomodados.

É o jeito de alguém falar, uma mentira que vive contando, a fofoca que faz de outras pessoas.

A grama sempre verde.

Percebo que a grama é sempre verde onde costumo jogar a água suja dos cachorros.

Me dou conta de que um pouco da nossa ação, e a fé na natureza pode produzir bons resultados.

É claro que eu quero a grama sempre verde, e quero que meus sonhos e projetos prosperem, mas devo sempre me lembrar que tenho que fazer a minha parte.

A vida pode ser abundante, mas nada cai de bandeja, temos que fazer um esforço, executar um mínimo movimento.

Viva a vida por você.

Não crie tanta dependência de outras pessoas. Viva a vida por você. Faça por você, e assuma a responsabilidade sobre a sua felicidade.

Queremos cuidar muito dos outros, e mais grave do que isso, ficamos permanentemente bisbilhotando a vida dos outros, como se aquilo que se passa com os outros fosse mais importante que aquilo que acontece conosco.

Pessoas felizes nunca fazem…

Pessoas felizes se parecem, e aquelas infelizes, o são a seu modo, é o que sempre ouvi dizer.

Podemos imitar a atitude e comportamento de pessoas felizes, e traduzo um pouco do que li no blog de Marc&Angel exatamente sobre o tema, conteúdo que faz parte do livro que escreveram, “1000 little things happy, successful people do differently”.

Muita energia tentando mudar o mundo.

Gastamos muita energia lutando para mudar a nossa realidade, correndo para ver as coisas diferentes, fazendo as coisas acontecerem.

No fundo, gastamos pouco tempo aproveitando o mundo tal qual ele é hoje.

Muito ímpeto transformador nos limita para usufruir o agora, o que está ocorrendo exatamente naquilo que está fazendo.

Se mudarmos a nós mesmos, o mundo à nossa volta vai mudar. Não porque temos um poder imenso, mas porque vamos enxergar o mundo de maneira diferente, e só isso vai fazer muita diferença.

A distorcida noção de responsabilidade.

Não sou responsável por tudo nesse planeta. Não tenho tanto poder assim.

Não respondo pelos atos dos outros, e nem posso controlar aquilo que decidem fazer.

Não tenho controle e devo abdicar de querer que as pessoas se moldem ao nosso modelo de perfeição.

Tenho que assumir a responsabilidade sobre a minha vida e minhas escolhas. Devo assumir os desdobramentos e repercussões de minhas ações, e já é muito.

Uma calma desconcertante.

Impressionante é a calma que experimentamos quando passamos a cuidar mais de si mesmo, deixando de lado aqueles problemas que não são da nossa conta.

Paramos de querer controlar a vida dos outros, abandonamos a ideia de que somos poderosos, braço direito de Deus, aquele que é responsável por tudo que não tem responsável nesse mundo.

Quando deixamos de lado tantas atribuições que não são nossas, realmente vem uma calma desconcertante, e temos que aprender a lidar com isso.

Não é que sentimos falta da loucura que havíamos criado para nós mesmos.