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Pare de brigar consigo mesmo

Pare de brigar consigo mesmo

Pare de brigar consigo mesmo e não seja você o seu pior inimigo

Pare com essa discussão interna excessiva e inadequada.

Dê um crédito a si mesmo.

Fale para si mesmo: acredito na sua capacidade – você consegue.

Além dos arrependimentos.

Temos que ter a capacidade de viver além dos arrependimentos.

Um pouco de arrependimento é bom, pois nos impede de cometer as mesmas besteiras sucessivamente, mas ficar ruminando sobre tudo que deu errado, se culpar ou culpar os outros não leva a lugar algum.

Sinta o arrependimento, mas não deixe que ele te imobilize, te deixe triste por um tempo além do razoável.

Use a sua energia para trabalhar nos problemas de hoje, deixando de lado os problemas do passado, os resultados insuficientes e as pessoas desprezíveis por traz das situações.

Conduza a vida olhando para frente, enfrentando os problemas e fazendo o que tem que ser feito.

Uma névoa que criamos.

Nos esforçamos para aperfeiçoar uma imagem de nós mesmos, mas criamos uma névoa que acaba atrapalhando. Muitas vezes recusamos encarar a pessoa que somos, pois criamos uma imagem de perfeição inadequada, e constatamos de cara que essa imagem ideal não é aquela que apresentamos.

Criamos logo uma cortina de fumaça para embaralhar tudo, e isso é o medo de encarar a si próprio.

Essa atitude não permite que o crescimento pessoal se estabeleça, pois sequer sabemos aquilo que temos que melhorar.

Negamos as nossas deficiências e defeitos, e ficamos atordoados com a sensação de inadequação.

Não culpe as circunstâncias.

Não culpe as circunstâncias pelos seus fracassos ou resultados negativos.

Elas são parte da sua realidade e você tem que aprender a lidar com elas.

Enquanto culpamos as circunstâncias, não criamos as condições para que elas mudem e nos favoreçam.

O mundo que nos cerca é moldável, e temos que exercer esse poder que temos, para construir as situações que nos são favoráveis.

Não culpe o pé de alface.

Não culpe tudo e todos.

Não culpe tudo e todos. Plantamos um pé de alface, e algo não vai bem, e a planta não progrediu conforme esperado.

Você sabe muito bem que não deve culpar o pé de alface. Mas sim analisar as causas fundamentais para que o cultivo não tenha saído a contento. Analisadas as causas, é possível resolvê-las uma a uma, e no final, o alface vai se apresentar apetitosa para a sua salada.

Na vida cotidiana, espalhamos a culpa a torto e a direito. Agimos como se fosse produtivo culpar o pé de alface, foi a lição que aprendi com o monge Thich Nhat Hanh.

Culpamos o carro por ter quebrado, culpamos a chuva pelo vazamento no telhado, e culpamos o cachorro por ter sujado a sala de estar.

Onde foi que eu errei?

Errar é humano e devo aceitar isso.

Às vezes pagamos caro pelo erro, mas temos que enfrentar a situação de cabeça erguida e com serenidade.

Importante enxergar o crescimento e as lições que vêm com os erros.

Identificar o erro e aprender a lição para não cometer o mesmo erro é o bastante.

Buscar culpados ou se culpar indefinidamente não traz qualquer benefício.

Quem fui e quem sou.

Já fiz muitos retrospectos da vida.

Já me arrependi de tanta coisa e me culpei por muita coisa que aconteceu ou não aconteceu.

Me arrependi de caminhos não escolhidos, e me ressenti por convívios abandonados.

Sou diferente do que fui, embora procure manter minha identidade e autenticidade.