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Não julgar

Não julgar

Evite sair julgando as pessoas de pronto, como se fosse o comandante do júri.

Aceite as pessoas, sem querer mudá-las. Evite julgar as situações, condenando imediatamente tudo que te cerca, como se o mundo estivesse perdido. Não confie nas notícias, pois as emissoras confiam na nossa propensão natural de se fixar no drama e na desgraça alheia.

Quando enveredamos pelo julgamento indiscriminado das pessoas, certamente nos fixamos naquilo que não gostamos e acreditamos serem defeitos. Com isso, perdemos a chance de apreciar as qualidades dos outros.

Entenda os outros

Desperdiçamos muita energia reagindo às ações e afirmações dos outros, sem sequer ter a preocupação de compreendê-las.

Quando entendemos as razões que levam os outros a pensarem a agirem de determinada maneira, aliviamos o nosso estresse, e acalmamos o nosso cérebro límbico.

Ficamos raivosos, ressentidos e muitas vezes queremos dar o troco na mesma moeda. Queremos logo rebater, e é a ansiedade de não ficar perdendo, pelo menos zerar o jogo.

Imagine o ganho que você pode ter, simplesmente se dedicando um pouco mais em entender as pessoas.

Não julgue tanto as pessoas.

Quem julga muito ama pouco. Não julgue tanto as pessoas.

Já dizia Madre Tereza, quem perde muito tempo julgando as pessoas, não tem tempo para amá-las, e eu acho isso absolutamente verdadeiro, pois o julgamento não deixa espaço para o amor, a apreciação, a admiração.

Pensamos estar sendo racionais, fazendo um julgamento imparcial e objetivo, mas estamos impedindo que os nossos relacionamentos sejam virtuosos, que o amor ultrapasse essa dura capa de prepotência e arrogância que estamos construindo ao julgar os outros.

Ajudar sem me intrometer.

Não devo meter o nariz onde não fui chamado.

Não deixe de ajudar, mas busque o bom senso, e deixe que o outro cuide da própria vida.

Busque o equilíbrio entre ajudar e permitir que o outro cresça resolvendo os próprios problemas, especialmente se tratando dos filhos.

Você gostaria que o outro se intrometesse na sua vida em assuntos tão particulares?

Uma vontade de julgar os outros.

É verdade que todos sentem uma inclinação para julgar os outros.

Outro dia li sobre as pessoas que ficam nas praças imitando estátuas.

Se pintam de branco, se vestem de figuras lendárias e fingem ser estátuas. Ficam muito tempo imóveis e estáticas, e é impressionante o esforço que fazem para assim proceder.

Dizem que têm um procedimento padrão que seguem para conseguir tal façanha, e que sentem invariavelmente uma vontade de coçar o nariz e procuram divergir a mente para que tal vontade passe.

A capacidade para julgar.

Temos uma capacidade para julgar os outros que é acionada imediatamente.

Podemos acreditar que somos rigorosos com os outros e complacentes consigo mesmo, mas isso é uma ilusão.

Ao nos perceber julgando os outros, rotulando-os como preguiçosos, incompetentes, temos que saber que podemos e fazemos o mesmo consigo mesmo.

A nossa capacidade de julgar é implacável também quando olhamos para si próprio, e esta é uma das razões para tanta auto sabotagem.

Assim como inventamos limitações fictícias para os outros, criamos limitações reais para nós próprios.

Vergonha, um erro de julgamento.

Não há quem não se sinta envergonhado de vez em quando.

Na grande maioria das situações é um erro de julgamento. Estamos sendo mais severos consigo mesmo que qualquer outra pessoa.

Estamos permanentemente julgando os outros e a si mesmo.

Quando cometemos algum erro, alguma gafe, imediatamente o nosso julgamento rigoroso nos lança um sentimento de inadequação, de incompetência e o sentimento de vergonha é inevitável.

O ímpeto para julgar funciona tanto para os outros quanto para si mesmo.