não faça tempestade em copo d’água Posts

Lidando com as colisões humanas.

Na nossa vida estamos vez por outra colidimos com as pessoas, sejam nos relacionamentos, nas opiniões, nas atividades, enfim, não há como agradar a todos. Precisamos aprender a lidar com encontrões muitas vezes involuntários.

Há pessoas que ficam iradas por qualquer coisa, e basta um esbarrão para ficar de cara amarrada pelo resto do dia.

Outras são capazes de relevar, atribuir importância adequada para cada situação. Mas sei que somos capazes de contrariar e mesmo de ofender as pessoas, e há muitas formas de lidar com isso.

A primeira providência clara é reconhecer o incômodo que causamos e se desculpar imediatamente. Quando isso acontece em público, em meio a outras pessoas, é importante se retratar ali mesmo, na frente de todos.

Reaja de maneira proporcional.

Não amplifique os seus problemas e não faça tempestade em copo d’água.

Reaja de maneira proporcional aos eventos da sua vida. E se tudo parece virado do avesso, respire fundo, busque um pouco de serenidade para que tudo volte a aparentar na sua verdadeira proporção.

Deixe a racionalidade atuar, dando um pouco de luz à situação. Dê um tempo para o próprio organismo se acalmar e baixar os níveis de cortisol. Saiba que esse comportamento destemperado e contumaz pode te trazer danos à saúde.

Não se irrite com coisas pequenas. Não dê tanta importância a coisas realmente irrelevantes.

Não reclame dos seus problemas.

Enquanto ficamos reclamando dos nossos problemas, não enxergamos as soluções, e ainda, fazemos com que eles pareçam maiores do que realmente são.

Mude os seus pensamentos para mudar a realidade à sua volta. Mude as suas atitudes e a realidade vai te parecer mais favorável.

Fazemos muita tempestade em copo d’água, e criamos muitos problemas imaginários.

Olhamos com muito pessimismo e assumimos problemas que são de responsabilidade de outros.

Muitos pequenos problemas.

Certamente sentimos a carga de tantos pequenos problemas. Se contabilizarmos todos eles, vamos ficar estressados.

Temos que criar alguns artifícios para evitar esse drama em cima de pequenas coisinhas, muitas vezes sem importância.

Uma recomendação muito importante é desentulhar a nossa vida de tanta coisa inútil, carga desnecessária e tempo perdido.

Fazemos muitas atividades que não agregam qualquer valor para a nossa vida, como ligar para os outros para contar fofocas.

O estresse que criamos.

Padecemos com o estresse que criamos nós mesmos. Temos muito tempo vago para inventar maneiras de infernizar a vida dos outros e a nossa própria.

Temos que fazer aquela pergunta toda vez que estamos prestes a criar um evento de estresse: até que ponto isso é importante?

Muita coisa sem qualquer importância, acaba se transformando num cavalo de batalha por conta do nosso comportamento explosivo.

O mundo é perigoso, às vezes. Por outro lado, temos uma tendência ancestral, que está no nosso DNA, de ver mais perigo do que realmente existe.

Irritado por tão pouco.

Às vezes nem sei o que está me incomodando tanto.

Qualquer coisa, pequena ou grande me tira do sério.

Os nervos ficam à flor da pele.

Qual é a causa?

O que está provocando tanta irritação?

Um futuro amedrontador.

Quantos problemas medonhos me esperam no futuro?

Porque temos a tendência de temer um futuro pior?

Li outro dia sobre uma pessoa, que ao chegar ao final da vida concluiu que aqueles problemas medonhos que imaginou, nunca aconteceram. As desgraças nunca vieram.

Pois é, nós temos esse péssimo costume de sofrer por coisas que nunca acontecerão.

Esse futuro desgraçado e devastador nunca vai chegar.