não culpe os outros Posts

Além dos arrependimentos.

Temos que ter a capacidade de viver além dos arrependimentos.

Um pouco de arrependimento é bom, pois nos impede de cometer as mesmas besteiras sucessivamente, mas ficar ruminando sobre tudo que deu errado, se culpar ou culpar os outros não leva a lugar algum.

Sinta o arrependimento, mas não deixe que ele te imobilize, te deixe triste por um tempo além do razoável.

Use a sua energia para trabalhar nos problemas de hoje, deixando de lado os problemas do passado, os resultados insuficientes e as pessoas desprezíveis por traz das situações.

Conduza a vida olhando para frente, enfrentando os problemas e fazendo o que tem que ser feito.

Acostumado a culpar os outros.

Tenho que abandonar esse vício, essa mania de culpar os outros.

O maior responsável pela vida que levo, sou eu mesmo.

Ao assumir a minha responsabilidade, vou deixar que essa pessoa que sou eu, desabroche.

Quero alçar novos voos e realizar grandes projetos, mas não vou conseguir enquanto ficar preso aos eventos antigos, fracassos do passado, e a culpa que me ata a cada um deles.

A culpa é um sinal de prepotência, seja me culpando ou culpando os outros.

Não culpe o pé de alface.

Não culpe tudo e todos.

Não culpe tudo e todos. Plantamos um pé de alface, e algo não vai bem, e a planta não progrediu conforme esperado.

Você sabe muito bem que não deve culpar o pé de alface. Mas sim analisar as causas fundamentais para que o cultivo não tenha saído a contento. Analisadas as causas, é possível resolvê-las uma a uma, e no final, o alface vai se apresentar apetitosa para a sua salada.

Na vida cotidiana, espalhamos a culpa a torto e a direito. Agimos como se fosse produtivo culpar o pé de alface, foi a lição que aprendi com o monge Thich Nhat Hanh.

Culpamos o carro por ter quebrado, culpamos a chuva pelo vazamento no telhado, e culpamos o cachorro por ter sujado a sala de estar.

O perdão me libertou.

Me libertei das amarras que me impediam de crescer, e o perdão foi a chave dessa libertação.

Por longo período me culpei e culpei os outros por tudo aquilo que me foi privado.

A carreira, a profissão, o sucesso financeiro e tantas outras expectativas não totalmente sucedidas, me empurravam para algum tipo de culpa, e o meu divertimento foi culpar a todos por cada uma das divergências da vida.

A pratica do perdão foi uma liberdade que me proporcionou um bem estar enorme.

Onde foi que eu errei?

Errar é humano e devo aceitar isso.

Às vezes pagamos caro pelo erro, mas temos que enfrentar a situação de cabeça erguida e com serenidade.

Importante enxergar o crescimento e as lições que vêm com os erros.

Identificar o erro e aprender a lição para não cometer o mesmo erro é o bastante.

Buscar culpados ou se culpar indefinidamente não traz qualquer benefício.

O mundo seguro da culpa.

Me culpo pois fico inseguro sem explicações.

Me culpo porque não tenho que dar explicações.

Não gosto de viver num mundo inseguro, e sei que culpar-se é a aversão à insegurança.

A culpa não exige explicações você culpa e é só isso.

Me culpo pelo que aconteceu e acabou.

Culpo os outros pelo que aconteceu e acabou.

Parece um caminho fácil e seguro, mas pode ser desastroso para o seu bem estar.

A culpa tem a ver com a prepotência, como já comentei aqui.

Nos culpamos porque nos julgamos tão perfeitos que não poderíamos ter falhado desta maneira.

Culpamos os outros porque, fôssemos nós, perfeitos que somos, não teríamos cometido tamanha burrada.

Na verdade, não tenho que me sentir culpado por não ter dado conta de fazer alguma coisa.

Tampouco tenho que sair culpando os outros – afinal, porque tem que haver sempre um culpado?

Não devo ter expectativas e cobranças excessivas nem dos outros nem de mim mesmo.

Parece que a culpa nos libera de seguir crescendo. A culpa só domina aqueles que se julgam perfeitos, e portanto não há no que melhorar.

A culpa também nos leva ao comodismo.

Há aquele típico pensamento: eu sou infeliz porque o meu casamento é um fracasso e não há nada que eu possa fazer.

Você já se pegou conduzindo uma conversa negativa consigo mesmo?

O seu diálogo interno é de crescimento?

Aponta para um direcionamento na sua vida?

No final, esse jogo da culpa que assumimos sem perceber, nos torna incapaz, infeliz e desmotivado.

Temos que assumir a responsabilidade sobre as nossas vidas.

Temos que aceitar os resultados indesejáveis, sem culpar ninguém e aprender com a experiência.

Coloque o foco no positivo, no seu crescimento.

Quando algo não der certo, mude o seu comportamento, mude o seu plano de ação e siga em frente.

Espere dar certo, se fixe no resultado positivo.

Beco

Não se culpe pelo mau tempo.

Talvez não seja culpa sua.

Muita coisa não dá certo por fatores completamente fora do seu controle.

Não se culpe pelo mau tempo.

Quando o resultado não corresponder à sua expectativa, tire proveito da experiência mesmo assim.

Não se lamente e nem se culpe porque está chovendo.

Muitas vezes levamos o jogo da culpa a limites além do razoável.

A nossa aparência física, um mal incurável, uma perda na família, tanta coisa acontece na nossa vida, e não é  um sinal de fraqueza, desleixo ou castigo.

Até nas coisas mais práticas, nos vemos atribuindo alguma culpa a nós mesmos:

-estamos construindo uma casa e nos culpamos pelo preço crescente dos materiais de construção.

-temos dificuldade para contratar uma secretária domestica e atribuímos alguma culpa a nós mesmos.

Analise o seu comportamento em cada situação, e verifique se realmente você teve alguma influência no resultado.

Um desentendimento às vezes ocorre por uma falha de comunicação totalmente involuntária, e não há quem culpar.

A culpa é uma barreira para seguirmos adiante, crescer e fazer as mudanças nas nossas vidas.

Se responsabilizar pelos nossos atos é diferente de nos culparmos ou culpar os outros.

Quando assumimos a responsabilidade sobre a nossa vida, sabemos o alcance das nossas ações, sabemos o que está no nosso controle e o que não está.

O jogo da culpa é um jogo que acaba preservando os nossos defeitos ao invés de permitir que nos livremos deles.

O jogo da culpa mina a autoconfiança, e nos ata a pensamentos negativos.

Num relacionamento, é muito fácil entrar no jogo da culpa, aliás, é o que mais acontece. Culpar o outro e culpar a si próprio.

Deixe um pouco a raiva e o calor dos acontecimentos e pense naquilo que você mais valoriza no relacionamento.

Assuma uma atitude de buscar esse valor juntamente com o companheiro.

Assuma a sua busca pela felicidade sem culpar o outro e sem se culpar.

Beco