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A aceitação não é um pacto com a mediocridade.

A aceitação não implica em resignação, mas simplesmente compreender e aceitar aquilo que está fora do nosso alcance.

Não quer dizer que gostamos ou que vamos conviver com isso, portanto, não é um pacto com a mediocridade.

Devemos aceitar as pessoas como são, fugindo da tentação prepotente de querer mudar as pessoas ao nosso critério.

Julgar as pessoas e criticar severamente a tudo e a todos e um sinal claro de prepotência.

O remédio para os outros.

Wayne Dyer conta uma história interessante, de um indivíduo que vai ao médico por conta de alguns sintomas que podem indicar algum mal. O médico examina e logo começa a escrever as prescrições das medicações. O paciente, finalmente, pega as prescrições e diz, vou levar esta para minha esposa tomar, e esta outra para a minha sogra. Você não tem uma também para o meu vizinho?

Aquilo que parece não fazer sentido algum, é exatamente o que fazemos corriqueiramente.

Esperemos que os outros melhores para que eu fique melhor.

Quero que os outros mudem seus comportamentos. Não quero tomar os remédios que me foram prescritos, pois acho que eles servem como uma luva para outras pessoas.

Que ações tem lhe prejudicado?

O que está complicando a sua vida?

Pense com calma e veja com clareza aquilo que está complicando a sua vida, especialmente as atitudes, comportamentos e ações.

Analise quais consequências tem trazido as ações impensadas, açodadas e até inconsequentes – olhe para os prejuízos.

Identifique, olhando esse quadro desanimador, o que você pode fazer para melhorar.

Aprender a dizer não:

Que tal aprender a dizer não, deixando de assumir coisas que não são sua responsabilidade.

Falar a verdade também é importante, pois mentir, camuflar ou dissimular pode resultar em desconfianças e isolamento.

Assumir a responsabilidade sobre a própria vida é parar de se meter na vida dos outros, tomando conta da vida alheia, deixando a sua própria vida à deriva.

Deixar que cada um cuide da própria vida, é abandonar a prepotência de achar que sabemos o que é melhor para o outro.

Mas também podemos enumerar as ações que estamos abandonando e que poderiam nos ajudar a reduzir esse estresse.

Se dar mais aos outros, ser mais generoso e agradecer por tudo que tem recebido.

Descomplicar a vida é uma diretriz que deveríamos ter em todos os aspectos, e a sociedade que criamos nos empurra para mais e mais complicações. Isso incluir querer menos coisas, comprar menos, assim como simplificar cada vez mais o nosso cotidiano, trabalho, família e entretenimento.

A falta de aceitação de tudo que nos cerca também gera um descontentamento crônico. Não estamos satisfeitos com nada e consequentemente queremos mudar o mundo.

A nossa latitude para agir e mudar é bastante limitada. Podemos desejar mover a montanha, mas temos que ter a consciência da inutilidade de tal empreitada.

Quando concentramos o nosso foco naquilo que conseguimos mudar, a vida toma um rumo diferente.

Olhamos para si próprio e colocamos a nossa energia em melhorar a pessoa que somos, e um passo de cada vez, sentimos o benefício de se liberar do emprego que nós mesmos criamos – ajudante de Deus para consertar o mundo.

Temos o ímpeto de querer mudar as pessoas, especialmente os membros da família – a encrenca está formada.

Analisar cada atrito e desconforto que vivenciamos e identificar aquilo que está no nosso alcance mudar e melhorar, nos permite seguir o caminho sem encontrões, caras feias e estresse.

Mude a si mesmo e o desconforto vai passar.

Olhe o mundo que te cerca com generosidade, e o mundo vai se transformar na sua frente.

R.S. Beco

Não complique a felicidade.

Simplesmente não complique a felicidade.

Fazemos tanta complicação daquilo que chamamos de felicidade, não sei se é falta de compreensão, os apelos do materialismos ou mesmo influência negativa.

Criamos tantas condições e limitações que acabamos infelizes. Complicamos aquilo que pode ser tão simples.

Tanta gente descobre que poderia ser feliz no final da vida, ás vezes no leito de morte.

Porque não podemos descobrir isso enquanto estamos com toda a energia para usufruir?

Mudar a si mesmo.

Temos uma tendência a querer transformar o outro.

Tenho que prestar atenção ao meu crescimento.

A minha maior preocupação deve ser em mudar a mim mesmo.

Gostamos de olhar para o outro e identificar características que não gostamos.