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O que você fala quando conversa consigo mesma

O que você fala quando conversa consigo mesma

O que você fala quando conversa consigo mesma? Se critica, se condena ou se encoraja? Nós já comentamos aqui que a melhor conselheira para você, é você mesma, e quero voltar a esse assunto para te passar algumas boas recomendações.

Coloque em uso todo o seu potencial

Acredite em si mesmo e realize o seu potencial. Descubra o seu talento, experimente e descubra aquilo que te dá motivação, o motivo da sua ação, aquilo que você faz e não vê o tempo passar.

O que é que os outros gostam de deixar que você faça, justamente porque você é bom nisso?

Reflita sobre os temas que envolvem sua vida, carreira e estudos. Perceba como você responde a cada tema, que tipo de pensamento aparece relacionado com cada tema.

Preciso de um especialista em motivação.

Às vezes sentimos que precisamos de um especialista em motivação, alguém que nos ajude a levanta o ânimo quando tantas coisas nos puxam para baixo.

Aprendi com o memorável Meng, do livro Busque Dentro de Você, que o melhor especialista em motivação é você mesmo. Aliás, ninguém entende melhor o que te motiva, do que você mesmo.

Preste atenção naquilo que prende a sua atenção.

O que é que você gosta de fazer, e quando está fazendo não vê o tempo passar?

O que é te estimular e te desafia, e você sente que está puxando o melhor de você?

Mihaly Csikszentmihalyi

O psicólogo e professor Mihaly Csikszentmihalyi cunhou e divulgou o conceito do fluxo.

Fluxo é o estado físico e mental no qual o indivíduo está totalmente imerso e energizado na atividade, colocando todo o seu potencial e seus talentos.

É o estado em que o indivíduo não vê o tempo passar, porque está em pleno contato com suas emoções.

Isso vale para qualquer atividade, seja o trabalho, o entretenimento e o convívio. É o estado onde o indivíduo experimenta grandes desafios e coloca o melhor de suas capacidades.

Reconheça os seus motivos.

Reflita, reconheça, aceite e esteja consciente.

Chega de piloto automático.

Não seja escravo dos hábitos inconscientes nem da vontade alheia.

Assuma o leme da sua vida, estando consciente do que faz e por que faz.

Não entregue tão fácil a sua vontade própria, a sua discricionariedade e o livre arbítrio.

O cotidiano é mestre em nos colocar em piloto automático. Temos que ficar vigilantes para não cair nessa armadilha, e se cairmos, temos que estar atentos para sair rapidamente.

Temos que agir feito aquele peixe arisco que cai na rede mais encontra sempre uma maneira de sair dela.

Não devemos nos aprisionar por maus hábitos, especialmente aqueles tóxicos à nossa saúde.

Temos que evitar ser pegos pelos maus hábitos comportamentais, a inveja, a cobiça, a avareza e outros tantos.

A liberdade vem de dentro, de permitir que a sua vontade se expresse, ganhe voz e oriente suas ações.

A prisão vem de fora, te colocando os grilhões da luxúria, do materialismo e da superficialidade.

Se você conhece a sua vontade, a sua motivação, exercite-a.

Se você não conhece o que te move, converse com o seu eu interior. Deixe que ele se expresse.

Crie um canal amoroso entre a sua beleza interior e a beleza que te cerca, e deixe que a abundância da vida te inspire, te motive.

Desfaça os limites artificiais do amor. Desenlace as amarras da sua profunda vontade interior e deixe que a paz e a serenidade possam reinar.

Descubra o grande potencial para ser feliz.

Descubra que o caminho da felicidade está no seu ser interior.

Beco

Estabeleça metas de longo prazo na sua vida.

É como fazer uma viagem de carro.

Planejamos onde queremos chegar ao final da viagem, mas quando nos metemos na estrada, aproveitamos o caminho, a paisagem e a experiência.

Quando fazemos uma escalada, definimos o objetivo da escalada e aproveitamos cada momento e cada movimento.

É um dos paradoxos que devemos lidar – o curto prazo e o longo prazo.

Temos que ter objetivos na vida, mas devemos viver a vida, um dia de cada vez.

O objetivo de longo prazo é o sentido da vida, o motivo de se viver, ao passo que a concentração no momento presente é a vida plena e feliz a cada momento.

Sem um objetivo no final da jornada, a escalada perde o sentido – ninguém sai por aí escalando uma montanha sem saber onde chegar e sem planejar os estágios, as limitações e os recursos.

As metas de longo prazo mantém acesa a chama da busca pessoal, nos mantém atentos para o nosso crescimento.

Ao estabelecermos a meta, devemos nos despreocupar um pouco com o cume, mantendo-o como referência, mas devemos desfrutar da escalada como um todo.

A vida é o que transcorre enquanto corremos atrás dos nossos objetivos.

E a felicidade não acontece por acaso.

É preciso persistência, consciência e planejamento.

Os planos de longo prazo nos motivam – explicam as nossas ações.

Sem os planos, ou não nos movemos, ou nos movemos sem motivo, sem direção.

Os planos de longo prazo, normalmente implicam em reflexões sobre os seus valores e princípios, e isso recobra a sua consciência sobre a própria existência.

Quando pensamos no longo prazo, fazemos também uma retrospectiva de longo prazo – pensamos na vida como um todo – buscamos sentido.

Pensamos também nos relacionamentos duradouros.

Nas competências duradouras.

Muitas coisas que aprendemos, servem para o momento, para a tarefa, mas outras coisas servem para a vida toda.

Beco