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Procure sempre uma versão melhor de você mesmo

Procure sempre uma versão melhor de você mesmo

Hoje é meu aniversário e me vem sempre uma reflexão sobre a maturidade.

O mundo tumultuado, competitivo e materialista quase que nos força ao esquecimento de que temos como objetivo principal na vida. É este, o nosso crescimento pessoal permanente.

Queremos todos ser uma pessoa melhor a cada dia. O difícil é se dar conta disso na correria para sobreviver ao trabalho, às finanças, dar conta das relações e da família.

A benção de durar mais que os próprios julgamentos.

A maturidade nos permite rever sempre os nossos próprios julgamentos. Ainda bem que temos a capacidade de rever as nossas convicções. Podemos mudar o julgamento que fazemos de coisas e pessoas e aprender novas lições.

Temos sempre a chance de crescer, amadurecer e ver o mundo com um olhar renovado.

É uma benção, ao envelhecer, poder viver mais e durar mais que os próprios julgamentos. O prazer de ver algumas coisas que você dava como certas caducarem antes de você.

Acreditamos em cada coisa, e com o tempo revisamos, consistimos e mudamos a nossa percepção. Isso acontece em grande parte porque nos transformamos internamente, crescemos por dentro.

Receba o não com tranquilidade.

Na nossa vida, vamos ser brindados com um não, inúmeras vezes, mas não devemos desanimar.

Temos que receber o não com tranquilidade, com serenidade. Quem recebe um não de cabeça erguida, sem agressividade, está realmente pronto para receber um sim da próxima vez. E se prestarmos atenção, vamos ver que recebemos mais sim do que não, e isso deve ser entendido como uma evidência de que a vida não é assim tão recheada de negativas.

Mas receber negativas com tranquilidade, sem levar tão pessoalmente.

Muitas vezes, o não é revestido de um talvez, provavelmente no futuro, depois que as condições melhorarem, e temos que olhar a circunstância com tranquilidade.

Conservando os meus defeitos.

Difícil abandonar os velhos defeitos.

Mesmo reconhecendo que devemos fazer um esforço nos livrarmos deles, no final, a tarefa acaba sendo mais difícil que imaginamos.

Assim como resistimos a qualquer mudança, mesmo quando a mudança é para melhor, temos umas armadilhas mentais que nos pegam direitinho.

-Eu sou assim mesmo.

-Não vou mudar.

-Não dá para ensinar uma nova lição a um burro velho.

Não faça inventário dos outros.

Somos mestres em identificar defeitos nos outros.

Nós mesmos, somos perfeitos. Não merecemos qualquer reparo ou correção.

Os outros são seres imperfeitos que dispenderão uma vida ou muitas para se tornar alguém.

Quando faço um inventário dos meus defeitos e das coisas erradas em mim que quero consertar, acabo relacionando as coisas das outras pessoas.

Conhecer, admitir e corrigir.

É o que devo fazer com os meus defeitos.

Conhecer ou reconhecer é o primeiro passo.

Admitir que é você o único responsável pelos seus defeitos é o segundo passo, e o mais importante, pois isso abre as portas para o aprimoramento.

Corrigir é a última etapa, tirar lição de cada coisa, de cada situação.

Parece um roteiro elementar, mas muito difícil de aplicar em vários casos.